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C.Vale Destaca Linha de Pescados no IFC Brasil 2024

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A C.Vale, cooperativa agroindustrial com forte presença no setor pesqueiro, marcará presença de destaque no VI International Fish Congress & Fish Expo Brasil (IFC Brasil 2024), que ocorrerá de 24 a 26 de setembro em Foz do Iguaçu, Paraná. Desde a sua primeira edição em 2019, a C.Vale tem sido uma participante constante e importante do evento.

Neste ano, a cooperativa apresentará sua linha de produtos IQF (congelamento individual de peças) em seu estande (números 99 a 101). Os visitantes terão a oportunidade de conhecer e degustar os itens da linha de pescados, que se destacam pela qualidade e inovação no mercado.

Fernando Aguiar, Gerente Comercial da C.Vale, enfatiza a importância da participação da empresa no congresso: “Participar do IFC Brasil 2024 é uma chance valiosa para demonstrarmos nosso portfólio de produtos de alta qualidade e valor agregado. O evento é fundamental para consolidar o Brasil como um grande player mundial na produção e comercialização de pescados. Estamos preparados para atender ao público mais exigente, oferecendo produtos práticos, de alta qualidade e sabor”.

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O IFC Brasil reúne especialistas de quatro continentes em um programa abrangente que inclui mais de 20 horas de conteúdo exclusivo, uma feira de negócios, apresentações científicas, rodadas de negócios e uma mostra de tecnologias, entre outras atrações. O objetivo é conectar todos os elos da cadeia produtiva para discutir desafios, oportunidades e gerar novos negócios.

Eliana Panty, CEO do International Fish Congress Brasil, destaca: “Vamos reunir empresários, aquicultores, armadores de pesca, agentes de mercados de varejo e food service, prestadores de serviços, fornecedores, dirigentes e profissionais do setor em um congresso internacional com mais de 40 palestras e debates com especialistas de diversos países”.

O presidente do evento, Altemir Gregolin, observa o momento positivo para o setor: “Na última década, houve crescimento significativo na produção, consumo e comércio de pescado. As projeções da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) indicam continuidade na demanda, o que representa muitas oportunidades para o Brasil. O IFC Brasil visa contribuir para que o país se torne um grande player global nesta proteína”.

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O IFC Brasil conta com o apoio da Fundep (Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação), Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), UFPR (Universidade Federal do Paraná) e sua Fundação, a Funpar. Os patrocinadores incluem CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Itaipu Binacional, Caixa Econômica Federal, MPA (Ministério da Pesca e Aquicultura), Governo Federal, Sanepar, Copel Energia, Governo do Paraná, Banco do Brasil, BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). O evento também conta com o apoio da APEX Brasil, ABIPESCA (Associação Brasileira das Indústrias de Pescados), PEIXE BR (Associação Brasileira da Piscicultura) e Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Irrigação impulsiona produtividade, renda e empregos no agronegócio brasileiro, aponta estudo da ABIMAQ e USP/ESALQ

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A expansão da agricultura irrigada no Brasil pode transformar a produtividade no campo, ampliar a geração de empregos e fortalecer o desenvolvimento econômico regional. É o que revela um estudo inédito realizado pela ABIMAQ em parceria com o GPP/USP/ESALQ, que analisou polos de irrigação na Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

O levantamento aponta que municípios com forte presença de irrigação apresentam indicadores econômicos e sociais significativamente superiores aos demais municípios rurais de seus estados, reforçando o papel estratégico da irrigação para o agronegócio brasileiro.

Polos irrigados concentram maior renda e desenvolvimento econômico

Segundo o estudo, os polos de irrigação oferecem remunerações mais elevadas em comparação às demais regiões rurais analisadas.

Na Bahia, a renda média nos municípios irrigados é 68,6% superior. Em Minas Gerais, o avanço chega a 42,85%, enquanto no Rio Grande do Sul e Mato Grosso os ganhos são de 11,96% e 8,13%, respectivamente.

Além do aumento na renda, os polos irrigados também apresentam menor vulnerabilidade social. Em Mato Grosso, por exemplo, o percentual de beneficiários de programas de transferência de renda é cerca de 50% menor do que nos demais municípios rurais.

O desempenho econômico também chama atenção. O estudo mostra que o PIB per capita nos polos irrigados pode ser até 256% maior, com destaque para Mato Grosso, onde o indicador supera R$ 182 mil, um dos maiores níveis identificados pelos pesquisadores.

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Brasil pode ampliar área irrigada em mais de cinco vezes

O potencial de crescimento da irrigação no país é considerado expressivo. Dados da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) indicam que o Brasil possui atualmente 8,2 milhões de hectares equipados para irrigação, mas essa área pode crescer mais de cinco vezes, com a incorporação de 55,85 milhões de hectares adicionais.

Desse total, aproximadamente 48% das áreas potenciais são ocupadas por pastagens, o que abre espaço para expansão produtiva com maior eficiência agrícola.

De acordo com Luiz Paulo Heimpel, vice-presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da ABIMAQ, a irrigação tende a ganhar ainda mais relevância diante dos desafios climáticos e da necessidade de elevar a eficiência produtiva no campo.

Expansão da irrigação gera impacto direto na economia rural

As simulações realizadas pelos pesquisadores mostram que os efeitos econômicos da irrigação são imediatos e duradouros.

A cada 1.600 hectares incorporados ao sistema irrigado, o valor adicionado bruto da agropecuária pode crescer cerca de R$ 8,27 milhões no curto prazo, além da geração de empregos formais no meio rural.

No longo prazo, esse impacto econômico pode atingir quase R$ 14 milhões, consolidando a irrigação como ferramenta de fortalecimento da competitividade agrícola brasileira.

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Setor aponta quatro pilares para expansão sustentável da irrigação

Apesar do potencial, o avanço da irrigação no Brasil depende de investimentos e políticas públicas estruturadas. O estudo destaca quatro fatores considerados essenciais para ampliar a tecnologia no país:

  • Acesso à energia com custos competitivos;
  • Formação de mão de obra qualificada;
  • Gestão eficiente dos recursos hídricos;
  • Ampliação da conectividade no campo.

Na avaliação dos pesquisadores, a irrigação deve ocupar posição estratégica na política agrícola nacional e na agenda de segurança alimentar.

“A irrigação traz previsibilidade para o produtor, reduz riscos e melhora a produtividade. Os dados mostram que seus efeitos vão além da produção, com impacto direto na renda e no desenvolvimento das regiões”, afirma Luiz Paulo Heimpel.

Irrigação ganha protagonismo diante das mudanças climáticas

Com eventos climáticos cada vez mais frequentes e desafiadores para a produção agrícola, a irrigação se consolida como uma das principais ferramentas para garantir estabilidade produtiva, segurança alimentar e competitividade do agronegócio brasileiro.

O estudo completo será lançado oficialmente no fim de maio e deve servir de base para discussões sobre políticas públicas voltadas à expansão sustentável da agricultura irrigada no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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