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Alimenta 2025: Congresso em Curitiba reunirá cadeia da proteína animal com foco em inovação, sustentabilidade e negócios

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Curitiba (PR) será palco do Alimenta – Congresso e Feira Internacional de Proteína Animal, entre os dias 16 e 18 de junho de 2025, no Campus da Indústria da FIEP. O evento promete ser um dos mais relevantes para o setor, reunindo produtores, empresários, técnicos, cooperativas e investidores ligados às cadeias produtivas de aves, suínos, bovinos, leite, ovos e pescados, com foco em tecnologia, sustentabilidade e abertura de novos mercados.

Um novo marco para o setor de proteína animal

O Alimenta 2025 nasce da união de eventos já consolidados no Paraná, como o Dia do Leite O Presente Rural, o Congresso de Avicultores e Suinocultores e o Workshop Sindiavipar. A proposta amplia a abrangência e fortalece o protagonismo do setor, promovendo debates técnicos sobre temas cruciais, como:

  • Segurança alimentar
  • Biosseguridade
  • Automação
  • Logística
  • Inteligência artificial
  • Expansão e acesso a novos mercados
Programação diversificada e oportunidades de negócio

Ao longo dos três dias, o Alimenta proporcionará uma imersão completa no universo da proteína animal, com uma agenda voltada à inovação e integração. Entre os destaques da programação estão:

  • Palestras com especialistas nacionais e internacionais
  • Estandes de empresas líderes em insumos, equipamentos e tecnologia
  • Rodadas de negócios com foco em conexões estratégicas
  • Mostra científica com apresentação de pesquisas aplicadas
  • Encontro “Mulheres que Alimentam”, voltado à representatividade feminina no setor
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Curitiba: localização estratégica

A escolha de Curitiba como sede do evento foi estratégica, considerando a excelente infraestrutura logística, com aeroporto internacional, ampla rede hoteleira e a relevância do estado na produção de proteína animal.

“O Paraná é líder nacional no setor, e o Alimenta reforçará essa posição, atraindo olhares do Brasil e do mundo”, afirma Roberto Kaefer, presidente do Sindiavipar e do Alimenta 2025.

Estrutura moderna e preparada para grandes eventos

O Campus da Indústria da FIEP, local onde será realizado o congresso, conta com espaços modernos e funcionais para congressos, feiras e networking.

“Apoiar o Alimenta é fortalecer o agronegócio paranaense, responsável por 26% das exportações brasileiras de proteína animal”, destaca Edson Vasconcelos, presidente da FIEP.

Oportunidade para fortalecer o protagonismo brasileiro

Em um cenário onde o Brasil tem batido recordes de exportação de proteínas, o Alimenta surge como uma plataforma de discussão estratégica para os desafios e oportunidades do setor a nível global.

“Queremos mostrar ao mundo a qualidade e a inovação do Paraná, peça-chave no agronegócio nacional”, enfatiza Selmar Marquesin, diretor do jornal O Presente Rural, um dos realizadores.

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Por que participar?

Para empresas: oportunidade de expor soluções e inovações a um público qualificado, incluindo tomadores de decisão da indústria e cooperativas.

Para produtores: acesso a novas tecnologias, tendências de mercado e capacitação técnica.

Para o setor: integração entre produção, indústria e pesquisa, com foco em sustentabilidade e competitividade.

Organização e credibilidade

O evento é promovido pelo Sindiavipar, com organização da Hollus Comunicação e apoio do jornal O Presente Rural. A iniciativa conta ainda com o suporte de entidades importantes, como a Frimesa.

“Criamos um ambiente para gerar negócios e discutir o futuro do setor, sempre com base em dados e na realidade do mercado”, explica Eliana Panty, CEO da Hollus.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plano Brasil Soberano: Governo amplia crédito para fertilizantes

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Fabricantes de fertilizantes, produtores de matérias-primas intermediárias e mineradoras que abastecem o setor poderão contratar capital de giro pelo Plano Brasil Soberano. A mudança amplia o alcance do programa e procura dar fôlego financeiro a uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

Projetos industriais e tecnológicos ligados ao beneficiamento, refino e transformação de minerais críticos e estratégicos também terão acesso a recursos com custo reduzido. O encargo da fonte de financiamento caiu para 3% ao ano, ante percentuais que chegavam a 8% na aquisição de máquinas e equipamentos e a 6,5% em determinados investimentos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária realizada no fim de agosto. O colegiado também prorrogou por 12 meses o prazo para apresentação dos pedidos de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas elegíveis poderão protocolar as solicitações até 31 de dezembro de 2027.

Para o produtor rural, o efeito não será direto. As linhas são destinadas às empresas que produzem, processam ou fornecem insumos para a fabricação de adubos. O objetivo é melhorar as condições financeiras da indústria e reduzir riscos de interrupção no abastecimento do campo.

A inclusão do capital de giro atende a uma característica do setor. Muitas empresas precisam pagar antecipadamente pelas matérias-primas importadas, arcar com frete, armazenagem e processamento e somente depois receber pelas vendas realizadas aos produtores ou distribuidores.

Esse intervalo exige grande disponibilidade de caixa. Quando o crédito fica caro ou escasso, as empresas podem reduzir compras, estoques e produção. A consequência chega às propriedades na forma de menor oferta, dificuldade para programar entregas e maior exposição às oscilações de preços.

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Antes da mudança, as empresas da cadeia de fertilizantes podiam recorrer ao Plano Brasil Soberano principalmente para comprar máquinas ou executar projetos de investimento. Agora, os recursos também poderão financiar despesas necessárias ao funcionamento diário das operações.

A medida ganha importância porque o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência deixa a produção agrícola vulnerável ao câmbio, às cotações internacionais, aos custos marítimos e a conflitos capazes de interromper rotas ou restringir a oferta mundial.

O país responde por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes e ocupa a quarta posição entre os maiores consumidores. Soja, milho e cana-de-açúcar representam mais de 73% da demanda nacional, o que transforma o insumo em um componente decisivo dos custos das principais cadeias agrícolas.

O crédito mais barato para minerais estratégicos procura estimular investimentos em etapas que ainda são pouco desenvolvidas no Brasil. O país possui reservas minerais importantes, mas parte do material extraído é exportada sem processamento ou não chega a ser transformada internamente nos produtos necessários à agricultura.

Ao apoiar o beneficiamento, o refino e a transformação dentro do país, o governo tenta ampliar a capacidade industrial e diminuir a dependência de produtos acabados vindos do exterior. O resultado, entretanto, dependerá da execução dos projetos, que podem exigir licenciamento, infraestrutura, tecnologia e vários anos até o início da produção.

O percentual de 3% ao ano não representa necessariamente a taxa final que será paga pelas empresas. Ele corresponde ao custo da fonte de recursos e já considera a remuneração do BNDES. Nas operações indiretas, realizadas por bancos credenciados, ainda podem existir encargos do agente financeiro e custos relacionados ao risco do tomador.

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Por isso, a medida também não garante uma queda imediata no preço do fertilizante vendido ao agricultor. As cotações continuarão sujeitas ao câmbio, aos preços internacionais, ao frete, à oferta mundial de nutrientes e à demanda no período de plantio.

O ganho mais provável no curto prazo é a melhora das condições para que fabricantes e fornecedores mantenham estoques e cumpram contratos. No longo prazo, se os investimentos aumentarem a produção e o processamento de matérias-primas no Brasil, o setor poderá reduzir a exposição a crises externas e ganhar maior previsibilidade.

O acesso às linhas será restrito aos segmentos definidos conjuntamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pelo Ministério da Fazenda. A relação de atividades autorizadas consta das portarias que regulamentam o Plano Brasil Soberano.

Criado para apoiar empresas afetadas pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, o programa passa a alcançar uma cadeia diretamente ligada à segurança produtiva do país. Para o campo, o efeito concreto será medido pela capacidade da política de ampliar a oferta interna, evitar falta de insumos e reduzir a dependência que hoje transforma qualquer crise internacional em custo adicional dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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