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Brasil conquista abertura de mercado no Marrocos para exportação de DDG

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O governo brasileiro comemorou a recente autorização concedida pelo Marrocos para a exportação de DDG (Dried Distiller Grains) – grãos secos de destilação – para o país africano. O DDG, subproduto resultante da destilação de grãos na agroindústria, é amplamente utilizado na produção de ração animal, devido ao seu elevado valor nutricional, que contribui para o aumento do teor proteico e energético no rebanho.

O Marrocos já é um dos principais parceiros comerciais do Brasil no continente africano, ocupando o quarto lugar no ranking de destinos das exportações agrícolas brasileiras, que somaram US$ 1,23 bilhão em 2023. No total, a corrente de comércio entre os dois países alcançou US$ 2,65 bilhões no ano passado.

Com essa nova abertura de mercado, o agronegócio brasileiro atinge sua 106ª conquista do ano, somando um total de 184 novos mercados em 58 países desde o início de 2023. Esse avanço é resultado dos esforços coordenados entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que têm trabalhado para expandir as oportunidades de exportação do Brasil.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Federarroz entra no STF contra regras do crédito rural e questiona resoluções do CMN

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A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) como amicus curiae em uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) movida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A iniciativa tem como foco contribuir com o debate jurídico sobre a suspensão dos efeitos de resoluções recentes do Conselho Monetário Nacional (CMN) que impactam diretamente o acesso ao crédito rural.

No centro da discussão estão as Resoluções nº 5.193/2024 e nº 5.268/2025, que alteraram dispositivos do Manual de Crédito Rural (MCR). As mudanças passaram a vigorar em 1º de abril deste ano e estabelecem restrições à concessão de financiamento para propriedades com área superior a quatro módulos fiscais, especialmente em casos de suposta supressão de vegetação nativa após 31 de julho de 2019.

De acordo com o diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli, as novas exigências geram insegurança jurídica e podem comprometer o acesso dos produtores ao crédito. Segundo ele, a entidade busca demonstrar ao STF inconsistências na aplicação das normas, principalmente em regiões com características específicas, como o Bioma Pampa.

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Além da participação no processo, a Federarroz também solicitou audiência com o ministro Gilmar Mendes, relator da ação na Suprema Corte. O objetivo é apresentar argumentos técnicos e jurídicos que evidenciem os impactos das resoluções sobre a atividade agropecuária, especialmente para produtores gaúchos.

A movimentação reforça a preocupação do setor produtivo com o endurecimento das regras de financiamento rural e seus reflexos na produção agrícola, em um momento considerado estratégico para o planejamento das próximas safras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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