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Brasil Avança nas Negociações para Abertura do Mercado Japonês de Carne Bovina

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A possível abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira representa um marco significativo para o setor agropecuário do Brasil. O Japão é o terceiro maior importador mundial de carne bovina, sendo que 80% desse volume é originário dos Estados Unidos e da Austrália. Como o maior exportador mundial do produto, o Brasil atende a cerca de 160 países e tem buscado essa habilitação para exportar carne bovina ao Japão há quase duas décadas.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, trabalhando em estreita colaboração com o governo brasileiro e o setor produtivo. Nos últimos dois anos, missões técnicas e diplomáticas resultaram em avanços substanciais, incluindo inspeções sanitárias realizadas por autoridades japonesas. O presidente da ABIEC, Roberto Perosa, esteve diversas vezes no Japão para tratar diretamente desse tema. Ele enfatizou que o Brasil possui um dos sistemas de controle sanitário mais avançados do mundo, atendendo rigorosamente às exigências de mercados exigentes como os Estados Unidos, União Europeia e China.

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A entrada do Brasil no mercado japonês permitiria ao país competir com os principais fornecedores de carne bovina do Japão, além de consolidar ainda mais sua posição como referência global em qualidade e sustentabilidade. Além disso, as exportações brasileiras complementariam a produção local japonesa, ampliando a oferta ao consumidor sem prejudicar a cadeia produtiva nacional.

Com a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Japão, agendada para os dias 24 a 27 de março, as negociações alcançam um momento decisivo. A expectativa é que o presidente se empenhe para garantir o sucesso dessa importante conquista para o Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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