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Brasil amplia mercado e exportará sêmen e embriões bovinos para Indonésia

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O governo brasileiro anunciou que a Indonésia aprovou os modelos de Certificado Zoossanitário Internacional para as exportações de sêmen e embriões bovinos. A medida consolida mais uma abertura de mercado estratégico para a pecuária nacional.

Expansão da genética bovina brasileira

A autorização representa uma oportunidade significativa para o agronegócio brasileiro, que se destaca pela excelência genética, pelo alto padrão sanitário e pelo uso de biotecnologias avançadas de reprodução animal.

Com a exportação de material genético, a Indonésia poderá fortalecer seu rebanho, ampliar a produtividade local e reduzir os custos de importação de animais vivos. Para o Brasil, a parceria abre novas frentes de negócios para empresas do setor pecuário.

Demanda crescente no mercado indonésio

Quarto país mais populoso do mundo, com mais de 270 milhões de habitantes, a Indonésia vem intensificando sua demanda por proteínas animais. O país também aposta no melhoramento genético como estratégia para garantir o abastecimento interno diante do aumento do consumo de carne e leite.

Nesse cenário, o Brasil se posiciona como parceiro confiável, oferecendo tecnologia de ponta para apoiar o desenvolvimento da pecuária indonésia.

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Avanços do agronegócio brasileiro

Com a nova abertura, o Brasil atinge 428 mercados conquistados desde 2023, resultado de negociações conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Essa conquista reforça a estratégia brasileira de ampliar sua presença global na exportação de produtos agropecuários e tecnologias associadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho safrinha no Sul de Minas exige atenção redobrada com clima irregular, pragas e janela de plantio

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O milho safrinha 2025/2026 no Sul de Minas Gerais avança em um cenário de atenção máxima no campo. Produtores da região lidam com desafios simultâneos que impactam diretamente o potencial produtivo das lavouras, como instabilidade das chuvas, pressão crescente de pragas e atrasos na semeadura em função do calendário da soja.

O cenário regional acompanha as projeções nacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estima produção de 108,4 milhões de toneladas na segunda safra de milho no país. No Sul de Minas, no entanto, o desempenho das lavouras varia conforme o momento de plantio e as condições climáticas de cada área.

Plantio fora da janela ideal amplia riscos produtivos

A principal preocupação dos especialistas está relacionada ao atraso na semeadura, que em muitos casos ocorreu após a colheita da soja. Esse fator resultou em lavouras com estágios de desenvolvimento distintos, aumentando a necessidade de manejo individualizado.

Segundo o diretor comercial da Agrobom, Marco Castelli, o momento exige atenção redobrada do produtor rural.

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“Cada produtor vive uma realidade diferente nesta safrinha. Quem conseguiu semear dentro da janela adequada tem lavouras mais uniformes e com melhor potencial produtivo. Já quem atrasou o plantio precisa redobrar o monitoramento do clima e das pragas, pois qualquer falha pode comprometer o resultado final”, afirma.

Irregularidade das chuvas preocupa fase reprodutiva do milho

De acordo com especialistas, a instabilidade das chuvas durante as fases críticas de florescimento e enchimento de grãos é um dos principais fatores de risco para a produtividade da segunda safra.

A irregularidade hídrica pode provocar redução significativa no rendimento das lavouras, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, que ficam mais expostas a períodos de estresse climático.

Pressão de pragas exige monitoramento constante

Além do clima, o avanço de pragas como a lagarta-do-cartucho também preocupa os produtores. As condições de calor e umidade favorecem a proliferação, exigindo acompanhamento frequente das áreas cultivadas e resposta rápida no controle.

O manejo preventivo e a tomada de decisão ágil são apontados como fatores determinantes para evitar perdas de produtividade neste estágio do ciclo.

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Planejamento e comercialização ganham importância no cenário atual

Para a Agrobom, o momento também exige atenção ao mercado de milho, que segue com forte volatilidade de preços influenciada pelo desempenho da segunda safra em nível nacional.

Segundo Castelli, o acompanhamento das cotações é essencial para o produtor que ainda avalia o melhor momento de comercialização.

“O milho é uma cultura estratégica para o Sul de Minas. O planejamento, o acompanhamento constante da lavoura e decisões rápidas no campo fazem diferença tanto na produtividade quanto na comercialização”, destaca o executivo.

Gestão técnica e mercado definem resultado da safrinha

A combinação entre manejo adequado no campo e leitura correta do mercado é apontada como fator decisivo para o desempenho da safra 2025/2026 na região.

Com lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento e clima instável, especialistas reforçam que o monitoramento contínuo será determinante para reduzir riscos e garantir melhores resultados na segunda safra de milho no Sul de Minas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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