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Balé, piano e saxofone: projeto Piano Gente começa na segunda-feira em Cuiabá

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Um ciclo de apresentação de piano, saxofone e balé se iniciará nas escolas públicas de Cuiabá na segunda-feira (6). Trata-se do “Projeto Piano Gente” que começará às 15h na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Agostinho Simplício de Figueiredo, localizada na Avenida Amarílio de Almeida, 828, bairro Poção. Até o final deste ano, a exibição será estendida a outras 76 escolas públicas municipais.

Esse ciclo de atividades artísticas nas escolas é resultado de uma parceria da Prefeitura de Cuiabá, via Secretaria Municipal de Educação, com a Associação Piano Gente, idealizada pelo músico Dário Scherner.

O projeto serve para promover a formação cultural, emocional e cidadã dos estudantes do Ensino Fundamental a partir de experiências musicais significativas no ambiente escolar.

“Nossa ideia é democratizar o conhecimento. Levar aos estudantes e professores o conhecimento da arte que tanto envolve emoção, imaginação, e é imprescindível para a formação humana”, afirma o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.

Idealizador do projeto, o músico Dário Scherner explica que a ideia do “Piano Gente” surgiu quando era ainda criança, nos momentos em que tocava piano com seu pai, que também tinha a identidade de Dário Schnerner.

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Ele explica que a ideia do projeto é garantir acesso à cultura, e, ao mesmo tempo, promover interação social.

“O projeto rompe com a ideia elitista da música erudita, democratizando o acesso à arte e possibilitando experiências estéticas de alta qualidade no cotidiano escolar. o Piano Gente contribui para a promoção da saúde emocional dos estudantes, atuando como espaço de escuta, acolhimento e pertencimento, especialmente para aqueles que enfrentam realidades sociais marcadas por vulnerabilidades”.

#PraCegoVer

A foto ilustra a apresentação de uma bailarina em um pátio de uma escola. É possível visualizar estudantes sentados com uniformes azuis.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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