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Bahia Expande Produção de Algodão e Aumenta Expectativas de Produtividade

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A produção de algodão na Bahia continua a crescer, impulsionada pela expansão da área cultivada e pela forte demanda do mercado têxtil. De acordo com o boletim da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), a área destinada ao cultivo de algodão na safra 2024/25 alcançou 413.123 hectares, marcando um incremento de 20% em relação ao ciclo anterior.

Esse crescimento reflete a confiança dos produtores na rentabilidade da cultura, que tem mantido preços atrativos no mercado internacional. O aumento da demanda por produtos têxteis e os incentivos à exportação têm impulsionado a ampliação das lavouras, consolidando a Bahia como um dos principais polos de produção do país.

Além da ampliação da área plantada, a expectativa é de que a produtividade também registre avanços nesta safra. O uso de sementes de alto rendimento e o investimento contínuo em manejo fitossanitário são fatores essenciais para garantir boas produtividades e reduzir o risco de perdas nas lavouras.

Outro fator que tem beneficiado a produção de algodão na Bahia é a implementação de tecnologias de monitoramento e manejo integrado de pragas. A utilização de controle biológico e a prática de rotação de culturas têm sido estratégias eficazes para minimizar os danos causados pelo bicudo-do-algodoeiro, uma das principais ameaças à cultura.

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Com investimentos constantes em inovação e sustentabilidade, a produção de algodão na Bahia segue firmemente na busca pela consolidação no mercado global. Os produtores esperam que a safra 2024/25 continue na trajetória de crescimento, assegurando bons resultados econômicos e reforçando a competitividade do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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ABPA rebate denúncia de contaminação em frango brasileiro exportado à Grécia e reforça segurança sanitária

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) contestou informações divulgadas por um veículo internacional sobre uma suposta contaminação por Salmonella em carne de frango brasileira exportada à Grécia. Segundo a entidade, a narrativa apresenta inconsistências técnicas e não encontra respaldo nos sistemas oficiais de monitoramento sanitário da União Europeia.

Inconsistências técnicas colocam denúncia em dúvida

De acordo com a ABPA, o volume citado na reportagem — cerca de 3 toneladas — não condiz com os padrões logísticos do comércio internacional de carne de frango. As exportações brasileiras são realizadas, majoritariamente, em contêineres refrigerados com capacidade entre 25 e 27 toneladas, o que torna o dado apresentado incompatível com a prática do setor.

Outro ponto destacado pela entidade é a impossibilidade de vincular o suposto caso ao início de qualquer fluxo comercial relacionado ao acordo entre União Europeia e Mercosul. Isso porque o processo envolve etapas rigorosas de certificação sanitária, autorização e logística internacional, que demandam tempo e cumprimento de protocolos específicos.

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Sistema europeu não registra ocorrência

A ABPA também ressaltou que não há qualquer registro do caso no Rapid Alert System for Food and Feed (RASFF), sistema oficial da União Europeia utilizado para notificações sanitárias envolvendo alimentos.

A ausência de notificação no sistema europeu, segundo a entidade, impede a confirmação do episódio nos termos divulgados, enfraquecendo a credibilidade da informação veiculada.

Critérios sanitários seguem padrões internacionais

No âmbito técnico, a associação destaca que a interpretação apresentada sobre a presença de Salmonella não considera os critérios aplicáveis à carne crua. Esses parâmetros seguem normas internacionais e são monitorados de forma rigorosa pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

O sistema brasileiro de controle sanitário conta ainda com auditorias frequentes realizadas por autoridades da Comissão Europeia, o que reforça a confiabilidade dos processos produtivos e de exportação.

Brasil reforça compromisso com segurança dos alimentos

Diante do episódio, a ABPA reiterou a robustez do sistema sanitário nacional e o compromisso da cadeia produtiva com os mais elevados padrões internacionais de segurança alimentar.

O Brasil é um dos maiores exportadores globais de carne de frango, com presença consolidada em mercados exigentes, incluindo países da União Europeia, o que exige conformidade contínua com protocolos rigorosos de qualidade e rastreabilidade.

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Setor mantém credibilidade no mercado internacional

Mesmo diante de episódios pontuais de questionamento, a indústria brasileira de proteína animal segue respaldada por sistemas de controle reconhecidos internacionalmente, o que sustenta sua competitividade e acesso a mercados estratégicos.

A ABPA reforça que segue acompanhando o caso e à disposição para esclarecimentos, mantendo o compromisso com a transparência e a segurança dos produtos exportados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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