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Avó e neta unem gerações em exposição no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha

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Será aberta nesta terça-feira (14) de outubro, às 14h, no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, a exposição “Cores, Traços, Criatividade: uma viagem artística entre gerações”, reunindo obras da artista plástica Ellém Pellicciari e de sua neta, Yasmin Peliciari, de 14 anos.

A mostra segue até 21 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com entrada gratuita.

Promovida com o apoio da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, sob a gestão do secretário Fernando Medeiros, e da ARTEMAT (Associação dos Artistas Plásticos de Mato Grosso), a exposição celebra a arte como elo entre gerações e como instrumento de expressão, aprendizado e afeto.

Diálogo entre gerações

Com olhares distintos e complementares, avó e neta compartilham o espaço expositivo como um diálogo entre a experiência e o frescor da descoberta.

Ellém Pellicciari, natural de Franca (SP) e residente em Cuiabá desde 1994, apresenta obras em tinta acrílica, explorando temas que transitam entre o simbólico, o ambiental e o humano. Sua produção reflete um olhar poético e crítico sobre a sociedade, ao mesmo tempo em que valoriza a simplicidade da vida cotidiana.

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“As minhas obras são em acrílica sobre tela. Tenho diversos estilos, desde o contemporâneo até a Arte Naif, com paisagens de vilarejos. São paisagens com a simplicidade da vida em sítios e povoados”.

Com uma trajetória que une arte, educação e causas sociais, Ellém é mestre em Educação, integra o Projeto Ambiental Teoria Verde e atua na proteção animal em Cuiabá. Atualmente faz parte da diretoria da ARTEMAT, contribuindo para a valorização da arte mato-grossense. Ao longo de sua carreira, já participou de diversas exposições em Mato Grosso, em outros estados e em galerias internacionais.

Ao lado da avó, Yasmin Peliciari, nascida em 2011, apresenta sua primeira exposição. Apaixonada pela estética e expressividade dos animes, ela cria personagens com lápis de cor aquarelado e canetas hidrocor, revelando delicadeza e intensidade em cada traço. Mesmo em formação, já demonstra identidade artística própria e um olhar sensível sobre o universo juvenil e contemporâneo.

A arte como verdade

Inspirada na frase de Pablo Picasso, “A arte é a mentira que nos permite conhecer a verdade”, a mostra propõe ao público uma experiência estética e emocional, em que os diferentes estilos e gerações se encontram para celebrar o poder transformador da criação artística.

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Para o secretário Fernando Medeiros, o incentivo a exposições como esta reforça o compromisso da Prefeitura de Cuiabá com o fortalecimento da cultura local.

“A arte é um reflexo da nossa identidade e da nossa diversidade. Valorizar artistas como Ellém e Yasmin é incentivar o diálogo entre gerações e reconhecer a importância da expressão criativa na formação humana e social”, destacou Medeiros.

Serviço

Exposição: “Cores, Traços, Criatividade: uma viagem artística entre gerações”
Artistas: Ellém Pellicciari e Yasmin Peliciari
Período: de 14 de outubro a 21 de novembro
Local: Museu do Morro da Caixa D’Água Velha – Praça do Morro da Caixa D’Água Velha, Rua Comandante Costa, esquina com a Rua Nossa Senhora de Santana, Centro Sul – Cuiabá
Horário: Segunda a sexta, das 8h às 17h
Apoio: ARTEMAT e Prefeitura de Cuiabá

#PraCegoVer

A imagem que acompanha a matéria mostra o interior do Museu da Caixa D’água.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Safra de algodão em Mato Grosso deve cair 16% em 2025/26 com redução da área plantada

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A safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso deve registrar queda na área cultivada e na produção total, segundo nova estimativa divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O recuo reflete o cenário de margens mais apertadas e aumento dos custos de produção enfrentados pelos cotonicultores.

De acordo com o levantamento semanal do instituto, a área destinada ao algodão foi projetada em 1,38 milhão de hectares, representando redução de 3,33% frente à estimativa anterior e queda de 11,11% na comparação com a safra 2024/25.

Custos elevados pressionam rentabilidade da cotonicultura

Segundo o Imea, a retração da área está diretamente relacionada à redução da rentabilidade da cultura nos últimos ciclos.

O relatório aponta que os custos de produção mais elevados vêm pressionando as margens do produtor, levando parte dos cotonicultores a reavaliar o uso das áreas agrícolas.

Diante desse cenário, muitos produtores optaram por concentrar o plantio de algodão em talhões mais produtivos e direcionar outras áreas para culturas de segunda safra, consideradas mais competitivas no atual momento de mercado.

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A estratégia busca reduzir riscos financeiros e preservar a rentabilidade das propriedades rurais em meio às oscilações do mercado agrícola.

Clima favorável impulsiona produtividade do algodão

Apesar da redução na área plantada, a produtividade das lavouras apresentou revisão positiva na nova projeção.

O rendimento médio foi estimado em 297,69 arrobas por hectare, avanço de 2,34% em relação à previsão anterior.

Segundo o Imea, as condições climáticas favoráveis registradas ao longo do ciclo têm contribuído para um melhor desenvolvimento vegetativo das lavouras, beneficiando o potencial produtivo do algodão em Mato Grosso.

As chuvas regulares e o bom ambiente climático em importantes regiões produtoras ajudaram a sustentar o desempenho das plantações, amenizando parte das perdas provocadas pela redução da área cultivada.

Produção de algodão em caroço deve recuar mais de 16%

Mesmo com a melhora na produtividade, a produção total de algodão em caroço em Mato Grosso foi estimada em 6,14 milhões de toneladas para a safra 2025/26.

O volume representa queda de 16,04% em comparação com a temporada passada, refletindo principalmente a retração da área plantada.

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Maior produtor nacional da fibra, Mato Grosso segue desempenhando papel estratégico no abastecimento da indústria têxtil e nas exportações brasileiras de algodão. No entanto, o setor acompanha com atenção a evolução dos custos de produção, do mercado internacional e das condições climáticas para os próximos meses.

Analistas avaliam que o comportamento das cotações da pluma, do dólar e da demanda externa será decisivo para definir o ritmo dos investimentos na próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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