AGRONEGÓCIO

Automação Agrícola Impulsiona Avanços no Setor Bioenergético

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O setor bioenergético brasileiro, que tem se destacado cada vez mais na matriz energética do país, ganhará um novo impulso com a presença da GAtec na 30ª edição da Fenasucro & Agrocana. A feira, que ocorre de 13 a 16 de agosto em Sertãozinho/SP, é um ponto de encontro crucial para profissionais das usinas de cana-de-açúcar, biocombustíveis e bioeletricidade.

A GAtec, empresa de Piracicaba/SP especializada em soluções para a gestão agroindustrial, apresentará sua nova área dedicada à automação agrícola. Sob a liderança de Sandro Morete, essa nova divisão visa aprimorar a eficiência dos processos produtivos no setor agroindustrial.

A automação, que envolve o uso de processos automáticos para controlar e gerenciar sistemas com mínima intervenção humana, tem o objetivo de otimizar e dinamizar diversas operações. “Criamos esta nova área em resposta às demandas de nossos clientes”, explica Roberto Rodrigues, comercial da GAtec. “Embora haja muitos dados disponíveis, frequentemente esses dados não são convertidos em informações úteis. Estamos aqui para mudar isso, oferecendo soluções de automação validadas e eficientes.”

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Morete ressalta que muitos equipamentos em fazendas e agroindústrias possuem potencial para automação, mas frequentemente são subutilizados devido à falta de conhecimento. “Nossa consultoria vai identificar problemas e sugerir soluções baseadas em tecnologia avançada, mostrando como esses equipamentos podem ser mais eficientes”, afirma.

Mais Eficiência no Setor Agroindustrial

A melhoria da produtividade e a redução de perdas são essenciais para aumentar a margem de lucro no setor agroindustrial. Como não é possível controlar preços e vendas, a gestão eficaz das atividades e dos custos se torna crucial para a tomada de decisões informadas.

Rodrigues destaca a importância de um planejamento rigoroso, especialmente em um mercado cauteloso. “Como os produtos agrícolas são commodities e o produtor não tem controle sobre os preços, uma gestão eficiente é a chave para minimizar riscos e perdas”, enfatiza. Ele também sugere que o benchmarking com outros produtores é vital para otimizar processos e custos. “Compartilhar informações é essencial para a cooperação mútua e a melhoria contínua”, conclui.

Portfólio de Soluções da GAtec

Durante a Fenasucro & Agrocana, os visitantes poderão conhecer todo o portfólio de soluções da GAtec no seu estande, que inclui ferramentas de gestão agroindustrial, como o SimpleFarm, e tecnologias de extração de dados, como o SimpleViewer. A empresa também apresentará soluções para gestão de armazéns (Operis) e gestão por mapas (Mapfy). “Nosso compromisso é entregar produtos e serviços que fazem a diferença, sempre buscando as tecnologias mais eficientes para nossos clientes”, conclui Rodrigues.

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Sobre a Fenasucro & Agrocana

Reconhecida como uma referência no lançamento de tecnologias e inovações para o setor bioenergético, a Fenasucro & Agrocana celebra sua 30ª edição com uma ampla programação voltada para as megatendências da bioenergia. O evento visa conectar profissionais e marcas do setor, destacando o Brasil como um líder global em energia renovável. Com mais de 48% da matriz energética nacional proveniente de fontes renováveis, a feira promove a transição para uma matriz energética mais sustentável e alinhada com as necessidades ambientais urgentes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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