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Atvos estuda investir R$ 2 bilhões em usinas de etanol de milho em Mato Grosso do Sul

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A Atvos planeja a construção de duas usinas de etanol de milho em Mato Grosso do Sul, com investimentos que podem chegar a R$ 2 bilhões, segundo informações do governador Eduardo Riedel ao jornal Correio do Estado.

Em nota ao Valor, a empresa, controlada pelo fundo árabe Mubadala, afirmou que os investimentos ainda não estão garantidos, mas que estudos de engenharia estão em andamento para integrar a produção de etanol de milho com suas operações já existentes no Estado.

Localização e capacidade das plantas

Cada usina deve ser instalada próxima às usinas de cana-de-açúcar da Atvos: Santa Luzia, em Nova Alvorada do Sul, e Costa Rica, no município homônimo.

Segundo o governador, cada planta terá capacidade para processar 534 mil toneladas de milho por safra e produzir 250 milhões de litros de etanol de milho, com possibilidade de expansão futura.

Projeto de biometano avança em Mato Grosso do Sul

Além do etanol de milho, a Atvos já investe na construção de uma planta de biometano anexa à Usina Santa Luzia, com investimento de R$ 360 milhões e capacidade de produção de 28 milhões de metros cúbicos por safra. A licença para construção foi emitida em março.

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Inicialmente, o biometano produzido atenderá à demanda interna da empresa, podendo futuramente abastecer o mercado local, aproveitando a expansão da rede da distribuidora MS Gás.

Perfil e planos da Atvos

A Atvos possui atualmente oito usinas de cana-de-açúcar em operação no Centro-Sul, sendo três em Mato Grosso do Sul.

No ano passado, após passar a ser controlada pelo fundo árabe, a empresa anunciou planos de investir R$ 10 bilhões em novos negócios, incluindo biometano, etanol de milho e combustível sustentável de aviação (SAF), sem detalhar os projetos ou o cronograma de execução.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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