AGRONEGÓCIO

ATeG Bovinocultura de Corte impulsiona resultados e fortalece gestão rural em Armazém

Publicado em

O grupo da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) voltada à Bovinocultura de Corte, promovida pelo Sistema Faesc/Senar em cooperação com o Sindicato Rural de Armazém, comemorou os resultados expressivos alcançados durante o ciclo de atendimentos entre os anos de 2023 e 2025. A apresentação dos dados ocorreu na última semana, durante evento realizado no Restaurante Tia Maria, e reuniu aproximadamente 80 participantes, entre produtores rurais, lideranças do setor e organizadores.

O presidente do Sindicato Rural de Armazém, Evani Lole, esteve presente ao lado da diretoria da entidade, bem como da supervisora regional do Senar/SC, Sueli Silveira Rosa, do supervisor técnico da ATeG, Pablo Henrique Ambrósio, e do técnico de campo Jonas Mendes. Outros profissionais e técnicos da região também participaram do encontro.

Durante a cerimônia, foram detalhados os impactos positivos da ATeG nas propriedades atendidas, destacando-se avanços significativos tanto na parte técnica quanto na gestão das atividades pecuárias. “É visível a evolução nas propriedades atendidas, com melhorias concretas na condução dos processos e nas decisões tomadas com base em dados confiáveis”, ressaltou Evani Lole.

Leia Também:  Mercado de orgânicos segue em crescimento no Brasil, mas ainda faltam informações
Parcerias estratégicas promovem desenvolvimento no campo

A supervisora regional do Senar/SC, Sueli Silveira Rosa, enfatizou a relevância da parceria entre o Senar, os Sindicatos Rurais e os produtores. Para ela, a atuação conjunta tem sido fundamental para impulsionar o desenvolvimento do setor agropecuário em Santa Catarina.

Na avaliação de Pablo Henrique Ambrósio, momentos como o encerramento de turma e a apresentação de resultados são essenciais para valorizar as conquistas alcançadas, promover a troca de experiências e reforçar o engajamento dos produtores. “Esses encontros consolidam aprendizados e estimulam a continuidade da evolução no campo. Eles são pontos de inspiração, onde o conhecimento técnico se transforma em resultados práticos e sustentáveis”, afirmou o supervisor técnico da ATeG.

Compromisso com a sustentabilidade e a excelência na produção rural

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destacou que os resultados apresentados em Armazém refletem o compromisso da entidade com a qualificação da produção rural catarinense. Segundo ele, a atuação da ATeG representa uma parceria sólida com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável nas propriedades.

Pedrozo anunciou que, em 2025, o foco será a continuidade do aprimoramento técnico e gerencial das propriedades por meio da formação de novas turmas da ATeG e da ampliação das ações voltadas à pecuária de corte em Santa Catarina. Ele lembrou ainda que, desde a criação do programa, em 2016, milhares de produtores já foram beneficiados.

Leia Também:  Mercado de Milho no Brasil Apresenta Ritmo Lento nas Negociações

“Os resultados obtidos vão muito além de números. É gratificante ver que inúmeras famílias hoje contam com uma gestão mais eficiente, rebanhos de melhor qualidade e maior produtividade. Continuaremos investindo em capacitação, tecnologia e assistência técnica para garantir que cada vez mais produtores tenham acesso a um suporte de excelência e colham frutos sustentáveis em seus negócios rurais”, finalizou Pedrozo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Consumo de vinho bate recorde no Brasil e cresce 41,9% em 2025; especialistas destacam benefícios à saúde

Published

on

O consumo de vinho no Brasil atingiu um marco histórico em 2025, consolidando o país como um dos principais destaques positivos do setor vitivinícola mundial. Enquanto diversos mercados internacionais registraram retração no consumo da bebida, os brasileiros ampliaram significativamente a demanda, impulsionando toda a cadeia produtiva nacional.

Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) mostram que o país consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho ao longo do ano, volume recorde que representa crescimento de 41,9% em relação ao período anterior.

O avanço reforça a expansão da cultura do vinho entre os consumidores brasileiros e abre novas oportunidades para produtores, vinícolas, distribuidores e demais segmentos ligados ao agronegócio da uva e do vinho.

Vitivinicultura brasileira mantém trajetória de expansão

O crescimento do consumo foi acompanhado pela evolução da produção nacional. Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ampliou sua área cultivada com vinhedos, alcançando 91 mil hectares em 2025.

O aumento de 9,6% em comparação ao ano anterior demonstra a confiança do setor na expansão do mercado interno e na valorização dos produtos nacionais.

A vitivinicultura tem se consolidado como uma importante atividade agroindustrial, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.

Além da produção de vinhos, o segmento movimenta cadeias relacionadas ao turismo rural, gastronomia, logística e exportações, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em mercados de maior valor agregado.

Interesse pela bebida cresce entre consumidores

O aumento do consumo reflete mudanças nos hábitos dos brasileiros, que passaram a incorporar o vinho com maior frequência em ocasiões sociais, refeições e experiências gastronômicas.

Leia Também:  Exportação de carne bovina aos EUA expõe frigoríficos brasileiros a até 2,8 milhões de hectares de risco de desmatamento na Amazônia Legal

Especialistas apontam que a popularização da bebida também está associada ao maior acesso à informação sobre variedades, harmonizações e processos de produção, além da ampliação da oferta de rótulos nacionais e importados.

O cenário tem impulsionado investimentos em vinícolas, modernização de propriedades rurais e expansão de áreas destinadas ao cultivo de uvas viníferas.

Estudos associam consumo moderado à saúde cardiovascular

O crescimento da demanda ocorre paralelamente ao interesse da população por pesquisas científicas que investigam os efeitos do consumo moderado de vinho sobre a saúde.

Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o vinho contém compostos bioativos, especialmente polifenóis, que apresentam ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, moléculas associadas ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas.

Entre os compostos mais estudados está o resveratrol, encontrado principalmente na casca das uvas tintas, substância que vem sendo relacionada à proteção cardiovascular e à redução de processos inflamatórios.

Pesquisa aponta redução de risco cardiovascular

Estudos apresentados durante o American College of Cardiology (ACC) indicaram que o consumo moderado de vinho esteve associado a uma redução de 21% no risco de morte por doenças cardiovasculares quando comparado a indivíduos que não consumiam álcool ou o faziam apenas ocasionalmente.

De acordo com a especialista, esses resultados costumam ser observados em populações que seguem padrões alimentares semelhantes aos da dieta mediterrânea, reconhecida internacionalmente pelos benefícios à saúde.

Leia Também:  Preços do suíno e da carne registram alta em agosto, aponta Cepea

Nesse modelo alimentar, o vinho é consumido em pequenas quantidades e integrado a uma rotina baseada em frutas, verduras, legumes, azeite de oliva, peixes e prática regular de atividades físicas.

Os compostos presentes na bebida podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos, auxiliar na redução da oxidação do colesterol LDL e favorecer a saúde cardiovascular quando inseridos em um contexto de hábitos saudáveis.

Consumo deve ser feito com moderação

Apesar dos potenciais benefícios observados em estudos científicos, especialistas reforçam que o vinho não deve ser encarado como tratamento médico ou estratégia isolada de prevenção de doenças.

A recomendação para adultos saudáveis que optam pelo consumo da bebida é que ela seja ingerida com moderação e, preferencialmente, durante as refeições.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas não é indicado para gestantes, lactantes, crianças, adolescentes, pessoas com doenças hepáticas, histórico de dependência alcoólica ou que utilizem medicamentos com potencial de interação com o álcool.

Setor vê oportunidades para os próximos anos

Com recorde de consumo, expansão dos vinhedos e fortalecimento da produção nacional, a cadeia vitivinícola brasileira entra em uma nova fase de crescimento.

A combinação entre aumento da demanda, valorização dos produtos nacionais e investimentos em tecnologia e qualidade cria perspectivas favoráveis para produtores rurais, cooperativas e vinícolas, consolidando o vinho como uma das cadeias agroindustriais de maior potencial de agregação de valor dentro do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA