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Apicultores de Itainópolis Aprimoram Técnicas para o Outono e Inverno em Oficina ATeG

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A Oficina Técnica do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) para apicultura, realizada recentemente na propriedade de Carlos Augusto Paes Decomain, em Itainópolis, reuniu 25 apicultores dos municípios de Itainópolis e Mafra. O encontro, coordenado pelo técnico Enio Frederico Cesconeto, foi uma iniciativa conjunta da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc/Senar) e do Sindicato Rural local.

Práticas e Manejos Essenciais

Durante a oficina, os participantes puderam colocar em prática diversas técnicas voltadas para o manejo das colmeias durante o outono e inverno. Entre as atividades realizadas, destacaram-se o monitoramento da varroa, um ácaro que pode afetar os apiários, e a aplicação de preparados naturais como suco de limão e fumaça de eucalipto e ervas aromáticas para repelir e controlar os parasitas.

Alimentação Estratégica

O evento também abordou a importância da alimentação suplementar das abelhas durante períodos de escassez de alimentos. Foram demonstradas formulações de pastas energéticas e proteicas, essenciais para garantir a saúde das colônias. Enio Frederico Cesconeto ressaltou que, apesar da relevância dos suplementos, nada substitui o néctar, o pólen e os exsudatos vegetais como fontes naturais de alimento para as abelhas.

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Controle de Inços e Práticas Sustentáveis

Carlos Augusto Paes Decomain compartilhou sua experiência no uso de sal comum para controlar inços nos apiários, prática que evita o uso de herbicidas e se alinha com princípios de produção orgânica. Além disso, destacou a construção de uma nova casa de extração e envase de mel, que visa obter certificação sanitária para a comercialização do produto.

Produção de Própolis e Associativismo

A produção de própolis foi outro ponto enfatizado na oficina, considerando sua importância econômica frente aos desafios recentes enfrentados pelos produtores de mel. A necessidade de seleção criteriosa de abelhas rainhas para garantir colmeias produtivas foi ressaltada por Jeverson Pscheidt, presidente da Apinorte.

Compromisso com o Desenvolvimento Rural

José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar, destacou o papel da ATeG na apicultura como fundamental para promover o desenvolvimento sustentável e aumentar a produtividade das colmeias em Santa Catarina. A iniciativa abrange diversas cadeias produtivas, incluindo a apicultura, com o objetivo de capacitar e orientar os produtores nas melhores práticas de manejo.

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Conclusão e Reconhecimento

A oficina foi celebrada não apenas pelo aprendizado técnico, mas também pela integração e fortalecimento do associativismo entre os apicultores locais. O comprometimento dos participantes e o suporte das entidades promotoras, como o Senar/SC e o Sindicato Rural, foram fundamentais para o sucesso do evento e para o avanço da apicultura na região.

A participação ativa dos apicultores em eventos técnicos como este reafirma o potencial da apicultura catarinense e seu papel essencial no cenário agrícola e econômico do estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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