AGRONEGÓCIO
Agronegócio brasileiro bate recorde e abre 26 novos mercados em 18 países no primeiro trimestre
Publicado em
4 de abril de 2024por
Da RedaçãoO agronegócio brasileiro alcançou um marco histórico no primeiro trimestre de 2024, com a abertura de 26 novos mercados em 18 países. Esse resultado excepcional supera todos os recordes anteriores e consolida a posição do Brasil como um dos principais players do mercado global de alimentos.
O recorde foi impulsionado pelo desempenho excepcional de março, que registrou a abertura de 10 novos mercados em sete países. Esse número supera os resultados de fevereiro (sete mercados em seis países) e janeiro (nove mercados em cinco países).
Em comparação com o mesmo período de 2021, quando foram abertos 20 mercados em nove países, o crescimento de 2024 é significativo, demonstrando a pujança e a competitividade do agronegócio brasileiro.
Desde o início do mandato do presidente Lula e do ministro Carlos Fávaro no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 2023, o agronegócio brasileiro já conquistou a abertura de 104 novos mercados. Essa conquista abre um leque de oportunidades para os produtores brasileiros, diversificando seus mercados e aumentando a competitividade do país.
As novas oportunidades abrangem todos os continentes, incluindo:
África: África do Sul, Botsuana, Egito, Omã e Zâmbia;
Ásia: Arábia Saudita, Filipinas, Índia, Paquistão e Singapura;
Europa: Grã-Bretanha e Rússia;
Oceania: Austrália;
Américas: Canadá, Costa Rica, El Salvador, Estados Unidos e México.
O ministro Carlos Fávaro destaca a importância dessa conquista para o agronegócio brasileiro: “Esse recorde é resultado do trabalho árduo e da dedicação dos nossos produtores, que apostam na qualidade e na inovação. Mas não queremos parar por aí. Seguiremos dialogando com os países para ampliarmos cada vez mais as exportações dos produtos brasileiros”.
É importante salientar que as novas oportunidades não se limitam aos produtos tradicionais de exportação do Brasil, como carnes e complexo soja. A abertura de novos mercados também beneficia a exportação de diversos outros produtos agropecuários, como pescados, sementes, gelatina e colágeno, ovos, produtos de reciclagem animal, açaí em pó, café verde e embriões e sêmens.
Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, ressalta o impacto positivo da abertura de novos mercados para o agronegócio brasileiro: “Abrir um mercado é mais do que simplesmente desbloquear uma nova oportunidade para o agricultor; é abrir uma porta ampla para possibilidades ilimitadas. Através da nossa colaboração e dedicação conjunta, asseguraremos que nossos produtores não apenas se aproximem dessa porta, mas a atravessem com sucesso, expandindo seus horizontes e alcançando novos patamares de sucesso, gerando mais empregos e renda”.
O recorde histórico de abertura de novos mercados no primeiro trimestre de 2024 é um marco importante para o agronegócio brasileiro, demonstrando a força e a competitividade do setor. Essa conquista abre caminho para um futuro ainda mais promissor para o agronegócio brasileiro, com a geração de novas oportunidades e o aumento da renda para os produtores rurais.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Superávit no comércio exterior cresce, mas pressão sobre margens exige novas estratégias das empresas brasileiras
Published
22 minutos agoon
24 de abril de 2026By
Da Redação
O Brasil mantém, nos últimos anos, uma sequência de superávits expressivos na balança comercial, impulsionados principalmente pelo desempenho do agronegócio e de commodities. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam resultados positivos recorrentes no comércio exterior.
No entanto, esse cenário de crescimento agregado convive com um desafio crescente para as empresas: a redução das margens de lucro, pressionadas por custos logísticos elevados, instabilidade cambial e mudanças nas regras do comércio global.
Superávit da balança comercial não reflete ganho real das empresas
Apesar do saldo positivo nas exportações, especialistas apontam que o resultado macroeconômico não reflete necessariamente maior rentabilidade para as companhias exportadoras.
Segundo Murillo Oliveira, especialista em investimentos e estruturação financeira internacional e Head of Treasury da Saygo, muitas empresas estão vendendo mais, mas com margens menores.
“O superávit não significa que as empresas estão ganhando mais. Muitas estão vendendo mais, mas com margens comprimidas por custos que não aparecem na leitura macro dos dados”, afirma.
Custos logísticos e barreiras globais pressionam competitividade
O ambiente internacional tem sido marcado por fatores que elevam o custo das operações. Entre eles estão juros elevados em economias centrais, oscilações frequentes do câmbio e o avanço de políticas protecionistas.
Medidas como a imposição de tarifas adicionais por grandes economias também impactam diretamente a competitividade dos exportadores brasileiros, reduzindo previsibilidade e ampliando riscos.
Além disso, gargalos logísticos e tributários continuam pesando sobre o setor. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que custos logísticos e fiscais podem representar cerca de 30% das operações de comércio exterior no Brasil.
Gestão financeira se torna fator decisivo para manter margens
De acordo com o especialista, a sustentabilidade das margens depende cada vez mais da estruturação financeira e da eficiência operacional das empresas.
“Hoje, margem não se protege só com preço ou volume. Ela depende de gestão financeira, estratégia cambial e eficiência operacional integrada”, destaca Oliveira.
Esse cenário tem levado empresas a revisar processos, buscar novos mercados e investir em inteligência financeira para reduzir riscos e melhorar previsibilidade.
Diversificação de mercados e integração de operações ganham força
Entre as principais respostas das companhias está a diversificação geográfica das exportações, reduzindo a dependência de poucos destinos comerciais.
A entrada em mercados da Europa e da Ásia tem sido uma alternativa para diluir impactos de tarifas e instabilidades geopolíticas. No entanto, essa estratégia exige maior maturidade operacional e planejamento financeiro mais sofisticado.
Também cresce a demanda por soluções que integrem câmbio, logística e tributação em uma única visão estratégica, permitindo maior controle das operações internacionais.
Falta de visibilidade aumenta riscos nas operações internacionais
A ausência de integração entre dados financeiros e operacionais é apontada como um dos principais riscos para empresas exportadoras.
“A empresa que opera no exterior sem visibilidade de ponta a ponta está exposta. Pequenas variações de custo ou câmbio já são suficientes para transformar lucro em prejuízo”, afirma Oliveira.
Cinco estratégias para proteger margens no comércio exterior
Especialistas destacam um conjunto de decisões estruturais adotadas por empresas que conseguem preservar rentabilidade mesmo em cenários de pressão:
1. Gestão cambial estruturada
A volatilidade do dólar segue como um dos principais riscos do comércio exterior. O uso de instrumentos como hedge, contratos a termo e contas em moeda estrangeira ajuda a reduzir exposição e aumentar previsibilidade.
“O câmbio não pode ser tratado como uma variável passiva”, afirma o especialista.
2. Diversificação de mercados e moedas
A concentração em poucos destinos aumenta riscos comerciais. A ampliação para diferentes regiões reduz impactos de barreiras comerciais e instabilidades geopolíticas.
3. Revisão de custos logísticos e tributários
Frete internacional, armazenagem e carga tributária continuam entre os principais fatores de pressão. Regimes especiais e estratégias fiscais podem reduzir custos operacionais.
4. Integração de dados financeiros e operacionais
A centralização de informações permite melhor leitura de riscos e decisões mais rápidas, especialmente em operações globais complexas.
5. Uso de assessoria especializada
O suporte técnico contribui para negociações mais eficientes, acesso a incentivos fiscais e estruturação adequada das operações internacionais.
Reorganização global abre oportunidades, mas exige eficiência
Apesar dos desafios, o processo de reorganização das cadeias globais de comércio cria novas oportunidades para países exportadores como o Brasil.
No entanto, especialistas reforçam que o aproveitamento desse cenário depende de controle operacional e estratégia financeira.
“A oportunidade existe, mas não é automática. Quem tiver controle, inteligência financeira e capacidade de adaptação vai capturar valor. Quem operar no automático tende a perder margem, mesmo com crescimento de vendas”, conclui Oliveira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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