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Agrodefesa Promove Oficina Técnica sobre Citros e Curso para Emissão de Certificados Fitossanitários

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A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) realizará, entre os dias 19 e 22 de novembro, uma oficina técnica voltada à cultura de citros e o 28º Curso de Habilitação de Responsáveis Técnicos para a Emissão de Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC). As atividades ocorrerão das 8h às 18h, na sede da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), em Goiânia. O evento conta com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus), do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) e da própria Emater.

O objetivo principal dos encontros é promover maior conhecimento sobre o cultivo de citros, abordando temas como implantação de pomares, nutrição das plantas e os principais problemas fitossanitários que afetam a cultura. Além disso, a ação busca qualificar engenheiros agrônomos para a emissão de certificados necessários ao controle de pragas quarentenárias nas culturas da banana e citros.

De acordo com Daniela Rézio, gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, a capacitação é fundamental para garantir a qualidade técnica na emissão dos certificados, que possibilitam o comércio e o trânsito seguro de vegetais, assegurando que a produção esteja livre de pragas. “Os Certificados CFO e CFOC são essenciais para a rastreabilidade da produção, contribuindo diretamente para o controle fitossanitário e a prevenção de pragas”, explicou.

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Os Certificados Fitossanitários de Origem (CFO) e de Origem Consolidado (CFOC) são documentos obrigatórios para atestar a sanidade de vegetais, como frutas e mudas, que precisam ser certificados desde a origem dentro de um mesmo Estado. Esses certificados também são exigidos para a emissão da Permissão de Trânsito de Vegetais, conforme a Instrução Normativa n° 33, de 24 de agosto de 2016, do Mapa.

Para realizar as inscrições, os interessados devem acessar o link: https://goias.gov.br/agrodefesa/programas-da-sanidade-vegetal/ e clicar na opção “Solicitar o curso de Certificação Fitossanitária”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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