AGRONEGÓCIO
Agrodefesa capta mais de R$ 2,2 milhões em recursos federais para serem utilizados na prevenção e controle à gripe aviária
Publicado em
11 de janeiro de 2024por
Da RedaçãoA Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) captou junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mais de R$ 2,2 milhões para serem utilizados em ações preventivas contra a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em Goiás. Esse é o primeiro convênio firmado em 2024 entre a Agência e o Mapa, que contemplou ainda estados afetados pela presença do vírus. O foco são medidas para mitigar a entrada da doença em Goiás, já que é importante ressaltar que até o momento o estado não identificou gripe aviária nos planteis goianos, enquanto outros locais, como Mato Grosso do Sul, já registraram casos.
Atualmente, o Brasil vive o status de emergência sanitária em relação à doença, o que levou o Mapa a liberar recursos para prevenção e combate à influenza aviária em território nacional. “Entendemos a gravidade da entrada de um vírus com esse poder de letalidade de nossos planteis em solo goiano. Ocupamos a quinta posição em produção comercial da carne de frango. E a preservação da sanidade dos nossos planteis, bem como a manutenção financeira dos produtores, fazem parte dos nossos objetivos”, explica o diretor de Defesa Agropecuária, Augusto Amaral.
Vale reforçar que no acumulado dos últimos três trimestres mapeados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – 1º ao 3º trimestre de 2023 – foram abatidas para comercialização 371,8 milhões de cabeças de frango em Goiás, o que representa um aumento de 9,8%; e corresponde a 7,8% de toda produção nacional. Na produção de ovos, foram contabilizadas 57,3 milhões de dúzias, alçando Goiás ao 8º lugar no ranking nacional, no terceiro trimestre de 2023. “É uma cadeia produtiva extremamente importante para a economia goiana e por isso é necessário a adoção de medidas para mitigar a introdução da influenza aviária em Goiás”, enfatiza Augusto.
Plano de ação
Conforme explica o diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, a destinação do recurso federal tem duas vertentes, sendo a primeira para ações preventivas, enquanto a segunda é reservada para caso o vírus adentre as fronteiras goianas, o que requer agilidade máxima na sua identificação e mitigação. “Neste primeiro momento, vamos direcionar recursos para aquisição de equipamentos de proteção individual, veículos modelo pickups que facilitam o transporte de profissionais e equipamentos nas ações em campo, tendas para montar barreiras sanitárias e equipamentos que protejam de forma mais eficiente nossa equipe laboratorial que faz a triagem das amostras suspeitas para enviar ao laboratório autorizado pelo Mapa para serem testadas”, detalha Augusto.
Há a intenção de se adquirir o equipamento que faz o diagnóstico da Influenza Aviária via PCR para que o Laboratório de Análises Veterinárias da Agrodefesa (Labvet) possa realizar a testagem em solo goiano, e otimizar o tempo de resposta dos testes. Atualmente, essa análise é feita em laboratório oficial de referência do Mapa. “A rapidez na análise das amostras fará toda a diferença diante da identificação do vírus, porque quanto mais rápido agirmos no seu combate, menor será o seu poder de disseminação entre outras aves”, destaca.
O diretor de Defesa Agropecuária explica ainda que antes mesmo de o recurso chegar, a Agência já se dedicava a ações de vigilância ativa tanto em propriedades de subsistência quanto de criação comercial. Trabalho de visitação em granjas cadastradas para constatar o nível de estrutura física e de procedimentos de biossegurança adotados já estavam na rotina dos fiscais agropecuários. “Enviamos para a Casa Civil o pedido de prorrogação do estado de emergência estadual contra a gripe aviária que acaba no final de janeiro. Pedimos a prorrogação por mais 180 dias”, adianta.
Todos os casos suspeitos mapeados pela Agrodefesa foram descartados até agora. E mesmo com todo trabalho preventivo realizado, o diretor alerta que as rotas migratórias de aves selvagens podem fazer com que o vírus seja inserido em solo goiano a qualquer momento. “Estar vigilante e preparado para enfrentá-lo é a melhor solução neste caso”, defende. Mesmo representando uma grande perda financeira aos produtores de aves, quando o vírus é identificado, o resultado é a eliminação de todo o plantel.
Situação atual
Até o dia 8 de janeiro de 2024, 151 investigações realizadas pelo Mapa tiveram resultado laboratorial positivo para vírus da Influenza Aviária no País, conforme definição de caso da Ficha Técnica da Influenza Aviária. Cada foco é uma unidade epidemiológica na qual foi confirmado pelo menos um caso da doença.
Desse total de 151, 148 foram em animais silvestres e três em aves de subsistência. Os registros positivos ocorreram nos estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.
Fonte: Comunicação Setorial da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Etanol de cana pode reduzir emissões em até 19% até 2030 e fortalecer transição energética no Brasil
Published
43 minutos agoon
20 de maio de 2026By
Da Redação
O avanço da produção de etanol de cana-de-açúcar no Brasil pode reduzir em até 19% as emissões de gases de efeito estufa até 2030, além de fortalecer a segurança energética, estimular o crescimento econômico e ampliar a segurança alimentar. A conclusão faz parte de um estudo da Agroicone, obtido com exclusividade pela CNN, que analisa os impactos da expansão dos biocombustíveis no país.
A pesquisa avaliou de forma integrada os efeitos da indústria sucroenergética sobre agricultura, energia, uso da terra, renda, consumo e comércio internacional. O levantamento reforça que a ampliação da produção de biocombustíveis não compete com a produção de alimentos e pode gerar impactos positivos tanto no campo econômico quanto ambiental.
Segundo o estudo, a substituição gradual de combustíveis fósseis pelo etanol de cana será decisiva para que o Brasil avance nas metas de descarbonização e na consolidação da transição energética.
Expansão do etanol pode impulsionar PIB, renda e consumo
A análise da Agroicone destaca que o crescimento do setor sucroenergético contribui diretamente para a geração de empregos, aumento da renda e fortalecimento do consumo interno.
De acordo com a pesquisadora Luciane Chiodi Bachion, os cenários de mitigação climática avaliados no estudo apontam impactos positivos sobre a economia e o acesso à alimentação.
“Os resultados indicam tendência de aumento de até 6% no consumo de alimentos e crescimento de 2% a 3,5% no PIB per capita até 2030”, afirma a pesquisadora.
O estudo defende que a segurança alimentar deve ser analisada não apenas sob a ótica dos preços, mas também considerando renda, acesso aos alimentos e desenvolvimento socioeconômico.
Outro ponto destacado é que a expansão da cana-de-açúcar ocorre, em grande parte, sobre áreas degradadas, reduzindo a pressão sobre novas áreas agrícolas e minimizando a competição com outras culturas alimentares.
Biocombustíveis ganham força na agenda climática
Além dos ganhos econômicos, a pesquisa aponta que o etanol de cana desempenha papel estratégico na redução das emissões de carbono e no cumprimento dos compromissos climáticos assumidos pelo Brasil.
Segundo Sofia Arantes, pesquisadora da Agroicone, cenários mais ambiciosos de descarbonização podem ampliar significativamente os ganhos ambientais do setor.
“Em cenários de maior participação da bioenergia, a substituição de combustíveis fósseis por etanol pode levar a reduções de emissões em aproximadamente 19% até 2030”, destaca.
A pesquisa ressalta ainda que o setor sucroenergético brasileiro apresenta elevada eficiência energética, circularidade no sistema produtivo e autossuficiência energética na cadeia industrial, fatores que fortalecem sua importância na matriz energética nacional.
Cana-de-açúcar avança como peça-chave da transição energética
O estudo conclui que a expansão do etanol de cana-de-açúcar representa uma solução estratégica para o Brasil ao unir segurança energética, desenvolvimento socioeconômico e mitigação das mudanças climáticas.
Com a crescente demanda global por combustíveis renováveis e pela redução das emissões de carbono, o setor sucroenergético brasileiro ganha protagonismo como uma das principais alternativas sustentáveis para a transição energética mundial.
A análise também reforça que não há conflito entre produção de alimentos e biocombustíveis, contrariando uma das principais críticas historicamente associadas à expansão da cana-de-açúcar.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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