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Soja em Chicago tem estabilidade nesta 4ª feira com clima ainda adverso no BR

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As cotações cediam de 1,75 a 3 pontos nos principais vencimentos, por volta de 7h20 (horário de Brasília), com o novembro sendo cotado a US$ 12,85 e o maio, US$ 13,35 por bushel.

Os preços continuam caminhando de forma lateralizada diante do desenvolvimento irregular da safra 2023/24 no Brasil. Com cerca de 40% do plantio já concluído no país, as condições de tempo ainda são adversas em regiões importantes de produção, o que deixa bastante nebuloso para a definição do tamanho da oferta 2023/24.

“Com as dificuldades climáticas no Sul, diferentes das dificuldades do Centro-Oeste, certamente teremos muito o que pesquisar em todas as regiões produtoras pra ter o menor erro possível. Assim, diria que o momento não é o mais ou adequado para palpites assertivos neste momento tão nebuloso da futura produção nacional”, explica o diretor da Novo Rumo e da Agrosoya, Mário Mariano.

Assim, os modelos climáticos que são acompanhados pelo mercado continuarão a ser combustível para a volatilidade dos preços, mesmo que eles apresentem oscilações tímidas. Para os próximos dias, ainda são esperadas muitas chuvas para o Sul do Brasil, com a possibilidade, inclusive, de um novo ciclone podendo ser registado no feriado, mas também com precipitações podendo ser observadas em mais partes do Brasil.

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Ainda nesta quarta, o mercado também observa a estabilidade dada entre os futuros do óleo de soja e de leves baixas que se observam no farelo, de menos de 0,5% na CBOT.

Fonte: Notícias Agrícolas

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção deve atingir 4 milhões de toneladas e recorde nas exportações

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O Brasil deve consolidar em 2025/26 uma produção de algodão próxima de 4 milhões de toneladas, segundo nova revisão da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), reforçando a posição do país entre os maiores fornecedores globais da pluma e ampliando a dependência do mercado externo para absorção do excedente.

O volume projetado reflete um avanço da produtividade, especialmente em Mato Grosso — responsável pela maior parte da produção nacional — e na Bahia, com o ciclo favorecido por condições climáticas mais regulares. O país mantém uma área cultivada estimada em pouco mais de 1,6 milhão de hectares, concentrada em sistemas de segunda safra integrados à soja e ao milho.

Do total produzido, mais de 70% do algodão brasileiro é destinado ao mercado externo, o que transforma as exportações no principal eixo de sustentação da cadeia. Em 2026, os embarques devem superar 3,3 milhões de toneladas, o que coloca o país novamente entre os líderes mundiais ao lado de Estados Unidos e Austrália.

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A receita gerada pelo setor acompanha o ritmo do volume exportado e das cotações internacionais. Nos últimos ciclos, o algodão brasileiro tem movimentado algo próximo de US$ 6 bilhões a US$ 8 bilhões por ano em exportações, variando conforme preço da pluma e custo logístico. O desempenho reforça o peso do produto na balança comercial do agronegócio, especialmente em momentos de demanda aquecida pela indústria têxtil asiática.

A Anea também revisou para cima as projeções de safra para o ciclo seguinte, agora estimado em 3,96 milhões de toneladas em 2026/27. A entidade atribui o ajuste à combinação de preços ainda atrativos no mercado internacional e estabilidade relativa nos custos de produção, sobretudo fertilizantes, que vinham pressionando margens em anos anteriores.

Para o médio prazo, o setor projeta manutenção de patamares elevados de exportação, com volumes acima de 3 milhões de toneladas anuais, sustentados pela competitividade do algodão brasileiro em produtividade e escala.

Se confirmados os números, o país deve repetir um dos maiores ciclos da história recente do algodão, com forte dependência do comércio externo e crescente centralidade de Mato Grosso na formação da oferta nacional.

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Fonte: Pensar Agro

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