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AGRO: Dia de Campo Copagril abrirá calendário de eventos de 2024

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Um dos primeiros – Conforme o coordenador geral do Dia de Campo, superintendente comercial Enoir José Primon, será um dos primeiros eventos do ano no calendário do agronegócio nacional, posicionando a Copagril como protagonista na difusão de tecnologias agrícolas em 2024. “Teremos a participação de mais de 200 empresas expositoras, parceiras da Copagril, que apresentarão as melhores soluções e tendências do mercado para o público que visitar a Estação Experimental durante os três dias do evento”, declara.

Relevância – Primon analisa que, historicamente, ao longo dos anos, o Dia de Campo Copagril tem contribuído para elevar o nível de conhecimento a respeito dos melhores produtos disponíveis no mercado, assim como de práticas de manejo com potencial para serem mais bem-sucedidas no campo e, consequentemente, tem contribuído para o sucesso de sucessivas safras, bem como para o aumento da rentabilidade de associados e demais produtores rurais visitantes.

Conhecimentos – “Diante da relevância desse acontecimento, convidamos a todos os nossos associados, bem como produtores rurais da região, estudantes e toda a comunidade interessada em ampliar seus conhecimentos sobre as atualidades do agronegócio, que marquem na sua agenda as datas do evento e que se programem para participar”, enfatiza Primon, lembrando que a entrada é gratuita.

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Inovação – A programação do evento que tem como slogan o “Show do Agronegócio” destacará, também, tendências de inovação. A Copagril está abrindo espaço para a agricultura 5.0 e essa característica será enfatizada nesta edição do Dia de Campo.

Drones – “Teremos drones para demonstrar a viabilidade de sua utilização em diversas atividades da agricultura, seja na pulverização (com tanques de 40 litros) ou na semeadura (com tanques de 50 quilos de sementes. Além disso, apresentaremos um sistema inédito e revolucionário de pulverização de alta capacidade, utilizando o sistema pivô de luz (tecnologia de suplementação luminosa no cultivo agrícola por meio da instalação de painéis de iluminação artificial de alta eficiência em pivôs de irrigação)”, expõe Primon.

Ondas de luz – Segundo ele, esse sistema emite ondas de luz à noite com a mesma frequência da luz solar diurna, permitindo que as plantas continuem realizando a fotossíntese durante a noite, como se fosse dia, resultando em maior produtividade na lavoura.

Empresas parceiras – Outras inovações que serão apresentadas pelos parceiros comerciais da Copagril referem-se à tecnologia de biológicos, com a participação de empresas que já testaram e obtiveram aprovação para seus produtos. A presença dessas empresas evidencia o foco da Copagril em oferecer alternativas de manejo biológico com qualidade para seus associados

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Estrutura – No que diz respeito à estrutura do ambiente onde o evento ocorre, algumas melhorias já estão planejadas. “Os corredores laterais serão cobertos e interligados, permitindo que os visitantes circulem por toda a estação protegidos por corredores cobertos. Além disso, novas medidas de segurança estão sendo implementadas no Salão do Agronegócio, visando proporcionar tranquilidade aos visitantes”, enfatiza o coordenador. Na área de exposição de máquinas será ampliado o espaço disponibilizado para os parceiros. “Há muitas novidades e aspectos distintos a serem apresentados e nosso objetivo é que o Show do Agronegócio seja uma grande vitrine, exibindo as tendências mais modernas da agricultura, tanto nacional quanto mundial”, finaliza Primon.

Fonte: Assessoria de Imprensa Copagril

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Etanol no Centro-Sul cresce em 2026: demanda interna forte, mix favorece biocombustível e CBios avançam no Brasil

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O setor sucroenergético do Centro-Sul registrou avanço relevante na comercialização de etanol na segunda quinzena de abril da safra 2026/27, impulsionado pela maior competitividade do biocombustível frente à gasolina, aumento da demanda interna e maior ritmo de operação das usinas.

De acordo com dados consolidados do setor, o volume total de etanol comercializado pelas unidades produtoras em abril atingiu 2,74 bilhões de litros, sendo 985,68 milhões de litros de etanol anidro e 1,76 bilhão de litros de etanol hidratado.

No mercado doméstico, o desempenho também foi positivo. O volume médio diário comercializado cresceu 15,26% em relação a março, totalizando 1,75 bilhão de litros no mês. Na segunda quinzena de abril, as vendas atingiram 91,2 milhões de litros por dia útil, alta de 26,1% frente ao início do período analisado.

Etanol ganha competitividade e amplia participação no consumo de combustíveis

O aumento da demanda também foi confirmado pelos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em abril, o Brasil consumiu 1,83 bilhão de litros de etanol hidratado, enquanto a participação do biocombustível na frota leve chegou a 24,6%, acima dos 23,2% registrados em março.

Em São Paulo, principal mercado consumidor do país, a participação do etanol hidratado atingiu 44%, o maior nível desde fevereiro de 2025.

Segundo o diretor de Inteligência Setorial, Regulação e Competitividade da UNICA, Luciano Rodrigues, o cenário reflete a competitividade do biocombustível nas bombas.

“A diferença entre o preço do etanol hidratado e da gasolina está em 64,5% na média nacional, chegando a 61,7% em São Paulo. Isso garante uma alternativa real de economia e descarbonização ao consumidor brasileiro”, afirmou.

Dados da ANP mostram ainda que, na semana de 17 a 23 de maio de 2026, o etanol foi economicamente mais vantajoso que a gasolina em 232 dos 387 municípios analisados.

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Moagem avança e número de usinas em operação cresce no Centro-Sul

Na segunda quinzena de abril, o Centro-Sul processou 40,06 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, volume muito superior ao registrado no mesmo período da safra anterior.

No acumulado até 1º de maio, a moagem somou 60,46 milhões de toneladas, indicando ritmo acelerado de processamento na safra 2026/27.

O número de unidades produtoras em operação também aumentou, com 238 usinas ativas na região. Desse total, 219 são unidades de cana, 10 produzem etanol de milho e 9 são usinas flex.

A qualidade da matéria-prima apresentou melhora significativa. O Açúcar Total Recuperável (ATR) atingiu 116,89 kg por tonelada na segunda quinzena de abril, alta de 6,34% em relação ao ciclo anterior. No acumulado da safra, o indicador chegou a 112,58 kg por tonelada, avanço de 5,40%.

Produção de etanol cresce mais de 70% e mix favorece biocombustível

A produção industrial também reforça o momento positivo do setor. Na segunda metade de abril, a fabricação de açúcar totalizou 1,80 milhão de toneladas, enquanto o foco das usinas seguiu majoritariamente voltado ao etanol.

Na quinzena, 59,66% da cana processada foi destinada à produção de etanol, acima dos 54,31% registrados no ciclo anterior. No acumulado da safra, o mix alcançou 61,84%, ante 54,77% na safra 2025/26.

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Como resultado, a produção de etanol na segunda quinzena de abril chegou a 2,04 bilhões de litros, sendo 1,41 bilhão de hidratado e 628,64 milhões de anidro.

No acumulado da safra, a produção total de etanol cresceu 71,84%, alcançando 3,29 bilhões de litros.

O etanol de milho também ganhou espaço, representando 19,25% da produção na quinzena, com 392,48 milhões de litros. No acumulado do ciclo, o volume chegou a 804,42 milhões de litros, alta de 12,21%.

Mercado de CBios avança e reforça compromisso com descarbonização

No programa RenovaBio, dados da B3 até 25 de maio mostram que foram emitidos 16,93 milhões de CBios em 2026 pelos produtores de biocombustíveis.

O volume disponível para negociação, somando emissores, parte obrigada e agentes não obrigados, totaliza 26,79 milhões de créditos de descarbonização.

Com a soma dos CBios disponíveis e os já aposentados para cumprimento da meta de 2026, o setor já dispõe de cerca de 66% dos créditos necessários para o atendimento integral das exigências do programa até o fim do ano.

O desempenho reforça o papel do etanol como vetor estratégico da transição energética no Brasil, ao mesmo tempo em que amplia a relevância do setor sucroenergético na agenda de sustentabilidade e competitividade do agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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