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AgBiTech Consolida Liderança no Mercado de Baculovírus com Alta Pressão de Lagartas

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A AgBiTech Brasil se destaca como líder no mercado de bioinseticidas à base de baculovírus, conforme os dados recentes do levantamento FarmTrak, realizado pela consultoria Kynetec. A companhia, de origem australo-americana e presente no Brasil há sete safras, detém uma participação de 95% no segmento de soja e 71% na produção de milho de segunda safra.

O CEO global da AgBiTech, Adriano Vilas Boas, afirma que, especificamente na soja, a empresa domina 95% do mercado nas regiões em que atua, incluindo estados como Bahia, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins. “Na safra 2023-24, observamos que os baculovírus prevaleceram sobre os biológicos ‘Bt’ (Bacillus thuringiensis) no Brasil”, destaca Vilas Boas. Ele ressalta que, ao chegar ao país, o uso de biológicos para o controle de lagartas estava quase totalmente vinculado à tecnologia Bt. De acordo com a pesquisa Kynetec, na última temporada, os biolagarticidas com baculovírus foram utilizados em 59% das áreas de soja, enquanto os biológicos Bt cobriram 49%.

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Pedro Marcellino, diretor de marketing da AgBiTech, complementa que, além de oferecer um portfólio eficaz para o manejo de lagartas na soja, o negócio da empresa tem sido impulsionado pelo “avanço preocupante” de diversas espécies de pragas. O FarmTrak da Kynetec indica que a alta intensidade de lagartas resultou em um aumento de 46% na área potencial tratada (PAT) com inseticidas nas últimas três safras, totalizando mais de 99 milhões de hectares no ciclo 2023-24. Em termos financeiros, o mercado de inseticidas na sojicultura passou de US$ 423 milhões para US$ 705 milhões, um crescimento de 67%. O estudo também revela um aumento significativo nas pulverizações de inseticidas em estados como Piauí e Pará, onde o número de aplicações subiu de cerca de 2,5 por hectare para até seis.

Milho Safrinha

O levantamento da Kynetec também registrou uma forte pressão de lagartas nas lavouras de milho safrinha no Brasil. Neste ano, a área tratada por inseticidas aumentou em 38%, alcançando 22,5 milhões de hectares, interrompendo uma tendência de estagnação que perdurava há pelo menos três temporadas. Em termos monetários, o mercado de inseticidas na safrinha cresceu de US$ 129 milhões para US$ 198 milhões, representando uma elevação de 54%.

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Marcellino informa que a pressão de lagartas na safrinha impulsionou as vendas do biolagarticida Cartugen® em 53%. O produto demonstrou resultados consistentes, especialmente em áreas onde a presença das pragas foi considerada alarmante, como Mapitobapa. Dados da Kynetec indicam que as pulverizações com lagarticidas nessa região aumentaram 150% em 2024, passando de 2,1 milhões de hectares para 5,3 milhões de hectares.

Efeito de baculovírus de alta qualidade sobre lagarta

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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