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Abertas as Inscrições para o 13º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite

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Estão abertas as inscrições para o 13º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL), que acontecerá entre os dias 5 e 7 de novembro, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Este importante evento, promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), é conhecido por sua capacidade de disseminar conhecimento, aprimorar a prática profissional, apresentar novas tecnologias e promover a troca de experiências.

Além do SBSBL, a programação inclui a 8ª Brasil Sul Milk Fair e o 3º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte. Os participantes terão acesso a painéis sobre indústria, qualidade da forragem, saúde, manejo e ambiente, com a presença de renomados especialistas e pesquisadores do setor.

Tiago Mores, presidente do Nucleovet, destaca a importância do evento para o setor. “Nosso objetivo é proporcionar discussões atuais, apresentar novas soluções e facilitar a conexão entre empresas e profissionais. Recebemos veterinários, zootecnistas, técnicos, profissionais de agroindústrias, produtores e estudantes de todo o Brasil e América Latina. Queremos demonstrar a força da bovinocultura brasileira,” afirma Mores.

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Claiton André Zotti, presidente da comissão científica, explica que a programação é desenvolvida por uma equipe experiente que avalia os temas mais relevantes do setor. “Com uma equipe diversificada, conseguimos elaborar um programa abrangente e de alta qualidade. As discussões serão conduzidas por pesquisadores renomados, o que eleva ainda mais a qualidade do evento,” observa Zotti. Ele enfatiza a importância de manter-se atualizado com as novas práticas e técnicas, dado o dinamismo e a complexidade da bovinocultura.

Inscrições

As inscrições para o 13º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite podem ser realizadas pelo site www.nucleovet.com.br. Até 2 de outubro, os preços são de R$ 315,00 para profissionais e R$ 460,00 para estudantes, com acesso total ao SBSBL, 8ª Brasil Sul Milk Fair e 3º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte.

Há também a opção de participar apenas do 3º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e da 8ª Milk Fair, com valores de R$ 150,00 até a mesma data. Para acesso exclusivo à 8ª Brasil Sul Milk Fair, o valor é de R$ 50,00.

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Pacotes com dez ou mais inscrições para o SBSBL oferecem códigos-convites bonificados, e associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários têm condições especiais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia no campo permite ao produtor reduzir impactos do clima e aumentar a previsibilidade da produção agrícola

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A agricultura brasileira vive um cenário de contrastes. Ao mesmo tempo em que registra recordes de produção e reforça sua importância econômica, o setor enfrenta desafios crescentes relacionados à irregularidade climática, custos elevados e à necessidade constante de ganho de produtividade.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o país atingiu uma safra histórica de 346,1 milhões de toneladas em 2025. No entanto, as projeções para 2026 indicam leve retração, influenciada principalmente por condições climáticas adversas e margens mais pressionadas no campo. O contexto reforça uma mudança estrutural no setor: o aumento da produção depende cada vez mais de eficiência, e não apenas de expansão de área.

Produção agrícola no Espírito Santo e Minas Gerais enfrenta desafios climáticos

Esse movimento já é perceptível em polos produtivos estratégicos do país. Na Região Serrana do Espírito Santo, culturas como hortifrúti e gengibre ganham relevância econômica, mas enfrentam desafios ligados à retenção de água no solo e à manutenção do vigor das plantas em períodos de estresse hídrico.

O gengibre, inclusive, se destaca como uma das culturas relevantes da agricultura capixaba, integrando uma cadeia produtiva em expansão no estado.

Já no Alto Paranaíba, em Minas Gerais, a cafeicultura segue como principal atividade. A produção nacional de café deve alcançar cerca de 66,2 milhões de sacas em 2026, um crescimento de 17,1%, impulsionado por condições climáticas mais favoráveis e pela adoção de tecnologias no campo. Ainda assim, o desempenho da cultura permanece altamente dependente da regularidade das chuvas e de um manejo eficiente ao longo do ciclo produtivo.

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Tecnologias agrícolas ampliam eficiência no uso da água e no desenvolvimento das plantas

Diante desse cenário, tecnologias voltadas à gestão hídrica e ao desenvolvimento fisiológico das plantas têm ganhado espaço no campo. Soluções como géis agrícolas e compostos naturais vêm sendo utilizadas para melhorar a disponibilidade de água no solo, reduzir perdas e aumentar o aproveitamento de insumos.

Na prática, produtos como o HyB Plus atuam na retenção e liberação gradual de água na zona radicular, favorecendo o desenvolvimento inicial das culturas e reduzindo os impactos de períodos de estiagem. Já soluções aplicadas à irrigação, como a linha HB 10, têm como foco aumentar a eficiência da água aplicada, reduzindo perdas por percolação e melhorando sua distribuição no solo.

Além disso, produtos naturais como Hapan e Valko atuam no estímulo fisiológico das plantas, contribuindo para maior equilíbrio e melhor resposta produtiva ao longo do ciclo.

Tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia de produção

Segundo o gerente comercial da Hydroplan-EB, Francisco Carvalho, empresa referência na aplicação de gel na agricultura e no uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, o avanço dessas tecnologias reflete uma mudança na forma como o produtor rural gerencia a lavoura.

“O produtor rural hoje precisa produzir mais com menos margem para erro. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser parte da estratégia. Quando falamos de água e desenvolvimento de planta, estamos falando diretamente de produtividade e previsibilidade de resultado”, afirma.

Agricultura mais técnica busca estabilidade e eficiência produtiva

No campo, essa transformação já é perceptível. O foco do produtor deixa de estar apenas no volume produzido e passa a incluir fatores como estabilidade de resultados, qualidade da produção e melhor uso dos recursos disponíveis.

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Em um ambiente cada vez mais técnico e exigente, a capacidade de adaptar o manejo às condições climáticas e do solo pode ser determinante não apenas para o aumento da produtividade, mas também para a viabilidade econômica da atividade.

A tendência indica que essa mudança não é pontual, mas estrutural, consolidando um novo modelo de gestão agrícola baseado em eficiência e previsibilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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