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A nova alternativa energética do agronegócio: entenda o uso do GLP no campo

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No mundo contemporâneo, especialmente a partir da divisão internacional do trabalho, o agronegócio brasileiro mostra-se como um dos setores mais relevantes no que diz respeito à economia. Nesse sentido, dado seu status econômico, o setor encontra-se sempre em busca de soluções mais eficientes, sustentáveis e econômicas.

Nesse contexto, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) tem se destacado como uma grande tendência. Utilizado amplamente em setores industriais e residenciais, o GLP, na atualidade, passa a ganhar destaque nas atividades relacionadas ao campo, como uma excelente alternativa em relação às tradicionais fontes de energia.

Pode-se dizer que o GLP é conhecido por sua versatilidade e seu baixo impacto ambiental, movimento que o torna uma ótima alternativa para a modernização da agricultura em larga escala. Além disso, é importante enfatizar, também, que sua adoção no agronegócio deve-se, majoritariamente, às vantagens econômicas e de segurança que ele oferece.

Este gás, que é armazenado em estado líquido, é convertido em vapor quando utilizado, e é amplamente empregado em processos de secagem de grãos, estufas, aquecimento de instalações, entre outras funções cruciais para a produção agrícola.

Qual é a vantagem no uso do GLP no agronegócio?

Em tese, uma das principais razões para a popularização do GLP no setor agrícola encontra-se atrelada a sua eficiência energética. Esse gás oferece uma queima mais limpa e controlada, contribuindo diretamente para a redução de emissões de poluentes. Em razão disso, por relação de causa e efeito, tem-se práticas mais sustentáveis.

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Por conseguinte, por ser um combustível teoricamente de fácil acesso e manuseio em termos de transporte, o GLP oferece maior segurança, em comparação com as demais fontes de energia comumente utilizadas, como o diesel e a lenha.

Outro ponto de destaque é a estabilidade de fornecimento. Diferentemente da eletricidade, que pode sofrer interrupções devido a problemas climáticos ou falhas na rede, o GLP é independente dessas variáveis.

Esse movimento faz com que os processos elementares, como a secagem de grãos e o controle de temperatura de estufas, não sejam interrompidos. Quando trata-se do agronegócio, cenário no qual a frase “tempo é dinheiro” se manifesta no cotidiano como realidade, essa confiabilidade pode evitar perdas significativas em termos produtivos.

Além disso, o GLP oferece vantagens financeiras. Apesar do investimento inicial na instalação dos sistemas de GLP, o custo-benefício a longo prazo compensa, uma vez que o gás possui rendimento energético relativamente alto, resultando em menor consumo e, consequentemente, em economia nas operações.

Quais são os benefícios das instalações de GLP nos territórios do agronegócio?

No agronegócio, as instalações de GLP seguem padrões rigorosos de segurança, garantindo que o abastecimento e o uso do gás sejam realizados de maneira eficiente e sem riscos. Tanques e botijões de diferentes capacidades podem ser instalados nas propriedades rurais, dependendo das necessidades de cada operação.

Nessa perspectiva, empresas especializadas fornecem todo o suporte técnico tanto para instalação quanto para manutenção desses sistemas, de modo a assegurar o funcionamento adequado nos parâmetros exigidos. É possível dizer que um dos grandes benefícios do uso do GLP no campo é a possibilidade de automatizar processos.

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Em estufas e aviários, por exemplo, o gás pode ser utilizado para controlar a temperatura e a umidade de forma automática, otimizando o uso dos recursos e melhorando as condições de produção. Essa automação aumenta a produtividade e reduz a necessidade de mão de obra para a supervisão dos sistemas de aquecimento e secagem.

No que tange às grandes demandas que orbitam as redes que constituem o agronegócio e o tecido comercial que movimenta a circulação das mercadorias, a modalidade de gás a granel mostra-se aquela com maior potencial.

Ao comprar GLP a granel, o produtor rural adquire o gás em grandes quantidades, armazenado em tanques maiores, diminuindo a frequência de abastecimento e otimizando o uso no dia a dia. Esse processo não somente garante a redução do custo do litro de gás, como também permite maior autonomia do agricultor.

No fim, com as crescentes exigências por eficiência e sustentabilidade no agronegócio, o GLP vem consolidando-se como uma transcendência. À medida que mais fazendas adotam essa tecnologia, o GLP se posiciona como uma solução inovadora para atender às demandas energéticas do campo.

Fonte: Conversion + Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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