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A illycaffè, líder global em cafés premium, anuncia parceria com a marca Havanna e lança bebidas para o verão

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A illycaffè, empresa italiana familiar fundada em 1933, em Trieste, e marca líder global de café reconhecida pela sua qualidade sustentável e comprometimento em oferecer o melhor café ao mundo, acaba de fechar uma parceria com marca Havanna, que desde 1939 é referência na produção dos tradicionais alfajores e o doce de leite argentinos.

Em clima de verão, as lojas da Havanna oferecerão o illycrema, o creme gelado de café illy, com sabor e textura únicos, preparado com espresso illy 100% Arábica e micro cristais de gelo, o que lhe confere uma sensação agradável e aveludada, podendo também ser harmonizado com chantilly e com o tradicional doce de leite Havanna.

Sem gordura hidrogenada, corantes nem conservantes, a bebida refrescante é uma ótima e diferenciada pedida como sobremesa, ideal para uma pausa agradável aos que não dispensam um doce e ainda amam café. A novidade já está disponível nas lojas Havanna espalhadas pelo país a partir de R$15.

Neste mês de janeiro, a Havanna também lança duas novas bebidas: illycrema com essência de morango e cobertura de granulé de chocolate e illycrema com calda de chocolate, chantilly e doce de leite Havanna, com venda a partir de R$15.

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“illycrema, uma de nossas bebidas geladas à base de café, é o item mais pedido em nossa cafeteria depois do nosso tradicional espresso illy, um blend único composto por 9 das melhores variedades de Arábica do mundo. A parceria com uma grande empresa como a Havanna, conhecida por sua qualidade, é mais uma oportunidade de ampliarmos nosso público apaixonado por café”, explica Frederico Canepa, diretor-geral da illycaffè Sud America.

Camila Akutsu, Gerente-geral de Marketing da Havanna Brasil, destaca a inovação do cardápio. “Com a parceria da illycaffè diversificamos nossa experiência em loja ao oferecer mais sabores e bebidas deliciosas que reforçam nosso cardápio de bebidas geladas, principalmente que para o consumo nos dias quentes”, conta.

Fonte: illycaffè

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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