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MBRF avança no BBFAW e está entre as 12 empresas mais bem avaliadas do mundo em bem-estar animal

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A companhia é a única entre os frigoríficos a subir de posição neste que é o principal índice global que analisa práticas de bem-estar de animais de fazenda
A companhia é a única entre os frigoríficos a subir de posição neste que é o principal índice global que analisa práticas de bem-estar de animais de fazenda

A MBRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, evoluiu no Business Benchmark on Farm Animal Welfare (BBFAW), principal índice global que analisa práticas e compromissos de gestão voltados ao bem-estar de animais de fazenda. Em sua primeira avaliação após a fusão de Marfrig e BRF em 2025 e boas práticas somadas, a companhia está entre as 12 empresas mais bem avaliadas do mundo, em um universo de 149 companhias. A MBRF é também a única entre os frigoríficos a avançar de posição na avaliação mais recente.

O BBFAW avalia empresas de diferentes portes do setor de alimentos com base em pilares como políticas, governança, gestão, definição de metas, evolução das práticas de criação, impactos na cadeia de fornecimento e iniciativas de diversificação de proteínas, tanto animal quanto vegetal.

“A evolução no reflete a consistência da nossa atuação em bem-estar animal e a trajetória de liderança da MBRF, construída com visão de longo prazo, capacidade de execução e responsabilidade. Estar entre as companhias mais bem avaliadas do mundo e avançar de posição nesta edição é um reconhecimento da seriedade com que tratamos o tema, que abrange diferentes espécies e proteínas ao longo de toda a cadeia produtiva. Seguimos avançando com transparência e com a convicção de que competitividade, e práticas cuidadosas com os animais precisam caminhar juntos”, afirma Paulo Pianez, diretor global de assuntos corporativos e sustentabilidade da MBRF.

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Bem-estar animal na cadeia

O compromisso da MBRF com o bem-estar animal está integrado a toda a sua cadeia produtiva e se baseia no reconhecimento dos animais como seres sencientes, reforçando a responsabilidade da companhia em assegurar condições adequadas de manejo desde o campo até o frigorífico, em conformidade com princípios éticos e científicos amplamente reconhecidos em âmbito global.

Todas as unidades industriais de abate de bovinos e suínos são auditadas segundo os padrões do North American Meat Institute (NAMI), enquanto as operações de aves seguem referenciais internacionais como o National Chicken Council para frangos de corte e a National Turkey Federation para perus.

A companhia também avança em frentes de inovação do campo à indústria e fortes campanhas e disseminação das práticas de bem-estar animal através de treinamentos ao longo da cadeia.

Entre os principais resultados recentes, a MBRF manteve 100% das unidades de abate auditadas em bem-estar animal no Brasil e no exterior, alcançou 100% de uso de ovos cage-free em produtos industrializados globalmente e avançou no enriquecimento ambiental.

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Sobre a MBRF

A MBRF é uma das maiores empresas globais de alimentos, presente em 117 países e com um portfólio multiproteína que inclui carne bovina, suína e de aves, produtos industrializados, pratos prontos e pet food. Com marcas reconhecidas como Sadia, Perdigão, Sadia Bassi, Perdigão Montana, Perdigão na Brasa, Qualy, Banvit e Paty, a companhia reúne 130 mil colaboradores pelo mundo e produz cerca de 8,2 milhões de toneladas de alimentos por ano, atendendo mais de 425 mil clientes e milhões de consumidores em todo o mundo.

A MBRF combina expertise, inovação e eficiência em uma plataforma 100% integrada, guiada por simplicidade, excelência e práticas sustentáveis. A empresa acompanha tendências e hábitos dos consumidores para oferecer o portfólio mais completo do mercado, com qualidade, competitividade e responsabilidade socioambiental.

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AGRONEGÓCIO

Preço do milho recua no Brasil com início da colheita da safrinha e pressão do mercado internacional

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O mercado brasileiro de milho iniciou junho sob forte pressão baixista, refletindo o avanço da colheita da segunda safra, a retração dos compradores no mercado físico e o cenário internacional desfavorável. A combinação entre expectativa de maior oferta, recuo das cotações em Chicago e enfraquecimento da paridade de exportação tem mantido os preços em queda em diversas regiões produtoras do país.

Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) aponta que os preços do cereal voltaram a recuar na maior parte das praças acompanhadas, influenciados principalmente pela ausência de compradores ativos no mercado spot e pela expectativa de entrada mais intensa da safrinha nas próximas semanas.

A colheita ainda está concentrada nos estados de Mato Grosso e Paraná, mas já exerce impacto relevante sobre as negociações. Em Sorriso (MT) e no Norte do Paraná, as médias parciais de maio registraram quedas de 11% e 8%, respectivamente, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Safrinha aumenta oferta e amplia pressão sobre os preços

Segundo analistas de mercado, a perspectiva de uma safra volumosa reforça a postura cautelosa dos compradores, que aguardam preços ainda mais baixos com o avanço dos trabalhos de campo entre junho e julho.

Nem mesmo os episódios climáticos observados em algumas regiões produtoras foram suficientes para interromper o movimento de baixa. Temperaturas elevadas e falta de chuvas em áreas de Goiás e Mato Grosso do Sul, além de geadas registradas no Paraná, seguem sendo monitoradas, mas não alteraram significativamente a percepção de oferta abundante.

As exceções ficaram por conta de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde os preços apresentaram maior firmeza. No território gaúcho, a colheita da safra de verão está praticamente concluída, reduzindo a disponibilidade imediata do cereal.

Mercado futuro acumula perdas em maio

Na B3, os contratos futuros do milho encerraram maio em queda, acompanhando o comportamento observado na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em setembro acumulou recuo de 5,44% no mês, enquanto a média Cepea registrou desvalorização de 2,99%.

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O movimento foi impulsionado pela retirada dos prêmios de risco geopolítico nos mercados internacionais, pelo avanço do plantio norte-americano e pela manutenção de estoques considerados confortáveis, fatores que ampliam o poder de negociação dos compradores.

Em Chicago, os contratos também encerraram maio no vermelho. O vencimento julho acumulou perda superior a 5% no mês, refletindo o bom desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos e a menor preocupação com riscos climáticos no curto prazo.

Comercialização segue lenta nas principais regiões produtoras

O mercado físico permanece marcado pela baixa liquidez. Em diversas regiões, compradores e vendedores seguem distantes nas negociações.

No Rio Grande do Sul, as indicações variam entre R$ 56,00 e R$ 65,00 por saca. Em Santa Catarina, produtores pedem valores próximos de R$ 70,00 por saca, enquanto a demanda trabalha em torno de R$ 65,00.

No Paraná, os elevados estoques limitam reações nos preços, com negócios próximos de R$ 60,00 a R$ 65,00 por saca. Já em Mato Grosso do Sul, o avanço da colheita da segunda safra mantém as cotações entre R$ 50,69 e R$ 52,17 por saca.

Nos portos, a situação também não favorece os vendedores. Em Santos, as indicações variam entre R$ 65,00 e R$ 69,00 por saca. Em Paranaguá, os preços oscilam entre R$ 65,00 e R$ 68,00.

Especialistas recomendam intensificar vendas e proteger margens

Diante do atual cenário, analistas recomendam cautela aos produtores e maior disciplina comercial. A orientação é aproveitar eventuais repiques de preços para avançar nas vendas do milho disponível, evitando retenção excessiva na expectativa de recuperação imediata das cotações.

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A avaliação predominante é de que os fundamentos seguem baixistas no curto prazo. A entrada da safrinha, combinada com a pressão internacional e o dólar mais fraco frente ao real, reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.

Para a safra 2025/26, especialistas defendem a comercialização escalonada e a utilização de ferramentas de proteção de preços, como operações de hedge, especialmente para volumes ainda não negociados.

Cooperativas e cerealistas também encontram oportunidades no atual ambiente de mercado, aproveitando a pressão sazonal para ampliar posições de compra e fortalecer operações de armazenagem, enquanto as indústrias consumidoras podem manter aquisições graduais sem necessidade de antecipação agressiva.

Mercado internacional mantém viés negativo

No cenário global, o milho continua pressionado pelo bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas, pela desaceleração das exportações semanais dos Estados Unidos e pela ausência de compras expressivas por parte da China.

Apesar disso, alguns fatores limitam quedas mais acentuadas. Entre eles estão a persistência da seca em Nebraska, um dos principais estados produtores dos EUA, e o desempenho acumulado das exportações norte-americanas ao longo da temporada.

Os investidores também acompanham atentamente os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio e seus possíveis reflexos sobre os mercados de energia e commodities agrícolas.

Perspectiva para junho

A tendência para as próximas semanas permanece de pressão sobre os preços do milho no Brasil. O avanço da colheita da safrinha deverá aumentar significativamente a disponibilidade do cereal no mercado interno, enquanto a demanda segue cautelosa.

Com compradores aguardando melhores oportunidades e exportações enfrentando dificuldades de competitividade, o setor deve continuar monitorando o ritmo da colheita, as condições climáticas e o comportamento das bolsas internacionais, fatores que serão determinantes para a formação dos preços durante junho e julho.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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