POLÍCIA

Polícia Civil prende suspeito de aplicar golpe envolvendo campanha solidária

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Um homem suspeito de utilizar indevidamente a imagem e história de uma pessoa com problemas de saúde para prática de estelionato digital foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (26.5), em investigação realizada pelos policiais da Delegacia de Juscimeira.

As investigações que levaram à prisão o suspeito, de 25 anos, iniciaram após a mãe da vítima procurar a Delegacia de Juscimeira, relatando que o seu filho, de 14 anos, enfrenta graves problemas de saúde no quadril e necessita de uma cirurgia de alto custo.

Diante da situação, a família iniciou uma campanha solidária, incluindo a realização de uma rifa, com o objetivo de arrecadar recursos financeiros para custear o procedimento médico.

O adolescente gravou um vídeo pedindo apoio da população, que rapidamente passou a circular entre moradores da região de Santa Elvira e de municípios vizinhos. Durante uma mobilização para divulgar a campanha em Juscimeira, a vítima foi alertada por populares de que uma chave Pix já estava sendo compartilhada em nome da arrecadação.

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Ao analisar o material compartilhado, a família constatou que uma pessoa estava utilizando indevidamente a imagem e a história do adolescente para solicitar transferências bancárias, vinculando uma chave Pix desconhecida e se passando falsamente pelo pai da vítima.

Diante da gravidade dos fatos, os policiais civis iniciaram imediatamente diligências investigativas e levantamentos de inteligência para identificar o responsável pelo golpe digital. Com base nas informações reunidas durante a investigação, a equipe conseguiu localizar e prender o suspeito nesta terça-feira, no distrito de Santa Elvira, pertencente ao município de Juscimeira.

O investigado foi conduzido à Delegacia de Polícia, onde após ser interrogado pelo delegado Dario Ferreira, foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato digital.

“A população deve estar atenta sobre a importância de adotar cuidados ao realizar transferências financeiras por meio de campanhas divulgadas em redes sociais e aplicativos de mensagens, sempre verificando a autenticidade das informações e das chaves Pix utilizadas para arrecadações solidárias”, orientou o delegado.

As investigações continuam com o objetivo de identificar outras possíveis pessoas envolvidas no esquema criminoso e apurar eventual participação de terceiros na fraude.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil apura suposta atuação de advogada em entrega de ilícitos em cadeia de Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (27.5), três ordens judiciais tendo como alvo uma advogada, investigada por envolvimento em um suposto esquema de ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão na residência e escritória da advogada e um de quebra de dados telefônicos e telemáticos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Campo Novo do Parecis e os mandados foram cumpridos na cidade de Sapezal, com apoio da equipe de policiais da Delegacia do município.

Para garantir a legalidade e a regularidade dos atos, a Polícia Civil solicitou o acompanhamento de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante o cumprimento das medidas.

O inquérito policial para apuração dos fatos foi instaurado após registro de ocorrência no início deste ano, do ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis. Na ocasião, durante procedimento de revista promovido por policiais penais, foram localizados uma porção de maconha e dois carregadores de telefone celular em posse de um reeducando.

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O material ilícito foi encontrado com o reeducando logo após atendimento jurídico realizado pela advogada, residente na cidade de Sapezal, levantando a suspeita de, supostamente, os produtos terem sido entregues por ela durante a visita.

Com base nas informações reunidas durante as diligências investigativas, foi representado pelas ordens judiciais contra a advogada, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. As buscas foram realizadas no escritório profissional e na residência da investigada, localizados em Sapezal. Durante as diligências, foram apreendidos um aparelho celular, um notebook e dispositivos de armazenamento digital.

As investigações seguem em andamento para completa apuração dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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