Tribunal de Justiça de MT

Judiciário fortalece gestão de pessoas com terceira palestra do ciclo de mapeamento por competências

Publicado em

O Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) realizou, na tarde desta segunda-feira (4 de maio), a terceira palestra do ciclo de mapeamento por competências, avançando na preparação das equipes para a fase prática do projeto. O encontro reuniu participantes dos 4º e 5º ciclos e destacou o papel dessa etapa preparatória para o início das oficinas.

Durante o encontro, a gestora do Núcleo de Desenvolvimento Organizacional e de Pessoas, Mariely Carvalho Steinmetz, ressaltou a participação ativa das unidades nas próximas etapas.

“Esse encontro é fundamental para alinharmos os conceitos que vão sustentar as próximas etapas do projeto. Estamos trabalhando com um público diverso, e essa etapa é essencial para garantir que todos participem das oficinas com maior clareza sobre o processo. Cada servidor aqui será representante da sua unidade nas oficinas dos dias 18, 19, 21 e 22 de maio. Por isso, é importante utilizar o material, discutir com as equipes e chegar preparado para esse momento, que será essencial para a construção do mapeamento”, pontuou.

Leia Também:  Poder Judiciário promove encontro para preparar adolescentes para o mercado de trabalho

A palestra foi ministrada pelo professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Romariz Barros, que apresentou o panorama geral do projeto e detalhou como as unidades irão atuar na construção do mapeamento. Segundo ele, o trabalho começa pela compreensão dos conceitos e avança para a aplicação prática nas oficinas.

“Vamos explicar por que estamos realizando esse projeto, quais são os conceitos envolvidos e, principalmente, o que cada um de vocês vai fazer para contribuir com esse mapeamento. A ideia é que o Tribunal desenvolva autonomia para conduzir esse tipo de trabalho no futuro, incorporando essa metodologia à sua rotina”, explicou.

Objetivos Estratégicos

Ele reforçou que o mapeamento está diretamente ligado aos objetivos estratégicos do PJMT. A proposta é identificar quais competências são necessárias em cada unidade, comparar com o que já existe e, a partir disso, orientar ações de desenvolvimento. “Esse é um movimento de autoconhecimento institucional. A partir dele, será possível garantir que cada unidade esteja preparada para desempenhar suas funções e contribuir para os resultados do Tribunal”, acrescentou.

Leia Também:  Policial penal é condenado por tráfico de drogas e corrupção em presídio de MT

Com o avanço do ciclo de palestras, o projeto entra em uma fase decisiva, em que as unidades passam a atuar diretamente na construção do mapeamento. Nos próximos dias, os participantes receberão uma planilha para preenchimento com informações sobre suas unidades, material que será levado às oficinas para validação e complementação com apoio da equipe técnica.

A participação dos servidores nesse processo será fundamental para consolidar um diagnóstico alinhado à realidade institucional. A partir das informações coletadas, será possível identificar as necessidades de capacitação e elaborar um relatório que apoiará decisões estratégicas da gestão de pessoas no PJMT.

Autor: Emily Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Juíza auxiliar da Corregedoria participa do I Seminário do Fórum Fundiário Nacional

Published

on

A juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), Myrian Pavan Schenkel, participou do I Seminário do Fórum Fundiário Nacional, em Goiânia (GO). O evento reuniu representantes de instituições públicas, especialistas, gestores e atores envolvidos com a regularização fundiária no país.

Com o tema “Dignidade, Sustentabilidade e Inclusão”, o seminário realizado nos dias 1° e 2 de junho, discutiu os desafios da regularização fundiária no Brasil que exigem providências dos poderes públicos, dos governos e da sociedade civil, além de buscar possíveis soluções em um ambiente plural.

Para a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan a regularização fundiária deve ser compreendida para além da formalização registral da propriedade, pois envolve cidadania, dignidade, segurança jurídica, planejamento territorial e acesso das famílias às políticas públicas.

“Falar de regularização fundiária é falar de cidadania, de inclusão social e de organização responsável do território. O Poder Judiciário tem papel relevante na construção de soluções institucionais que promovam segurança jurídica, sustentabilidade e pacificação social”, destacou a magistrada.

Leia Também:  Banco deve apresentar a cliente valor obtido em leilão de veículo apreendido

A magistrada pontuou ainda que no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a temática possui especial relevância diante da atuação da Corregedoria em iniciativas voltadas à regularização fundiária, ao aprimoramento dos serviços extrajudiciais e ao apoio institucional às ações de prevenção e tratamento adequado dos conflitos coletivos fundiários.

Nos dois dias de eventos foram realizadas oficinas e painéis voltados para sustentabilidade e regularização em áreas sensíveis, a implementação de um pacto em prol da desburocratização, celeridade e economia para a efetivação da regularização fundiária; a transversalidade e a integração da regularização fundiária com as políticas públicas estruturais de urbanização; e as boas práticas de resolução consensual e atuação colaborativa na prevenção e gestão de conflitos fundiários.

Com informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO)

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA