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Prefeitura de Cuiabá amplia equipes  e tapa 2.400 buracos  em 10 dias

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, intensificou as ações de tapa-buracos em abril, mobilizando 12 equipes na operação, o que já resulta em 2.400 buracos solucionados e mais de 60 vias atendidas nesses primeiros 10 dias do mês. O reforço implementado representa mais que o dobro do efetivo anteriormente mantido na operação, que tinha como máximo seis equipes. Em algumas vias públicas, os trabalhos prosseguem devido às demandas ou, no caso das vias estruturantes (de grande movimento), principalmente em situações emergenciais.

A ação de tapa-buracos é contínua e ocorre diariamente em diferentes pontos da cidade, além da atuação com massa fria. Nesta sexta-feira (10), as equipes estão nos seguintes locais e regiões: região do bairro Imperial/Rios Condomínios, Av. Miguel Sutil (do retorno de Várzea Grande, sentido Carmindo de Campos), Avenida Principal do Parque Ohara/São José, Av. Vicente Vuolo/Av. Professora Alice Freire, Grande Terceiro/Jardim Paulista, Boa Esperança, região do bairro Porto (diversas vias), Bosque da Saúde/Dr. Hélio Ribeiro, Jardim Mariana/General Melo, Estrada do Moinho, Av. Itália, Av. Brasil/Milton Figueiredo, Tijucal, Recanto dos Pássaros, além da Av. Miguel Sutil/Av. das Torres, com aplicação de massa fria.

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“Ainda há muito a fazer, mas o ritmo dos reparos nas ruas e avenidas acontece sem parar, enquanto muita gente ainda questiona. Além das 12 equipes de tapa-buracos, temos ainda as de microrrevestimento e duas de hidrojato executando a limpeza de bocas de lobo”, pontuou o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira.

Para se ter uma ideia da dimensão do trabalho, entre os dias 1º e 9 de abril, o tapa-buracos ocorreu nas seguintes localidades e bairros, em alguns casos de forma emergencial:
Pedra 90, Sonho Meu, Flor de Liz, Nova Canaã, Osmar Cabral/Brasil 21 (linha de ônibus), Industriário II, Araés, CPA I, II, III e IV, Residencial Aricá, Mirante do Parque, Nico Baracat, Consil, Despraiado e Alvorada, Dante de Oliveira, Jurumirim (Escola Tiradentes e Boa Esperança), Monte Líbano, Miguel Sutil, Fernando Corrêa, Av. Antártica, Av. das Torres, Av. do CPA, Estrada do Moinho, General Melo e Carmindo de Campos.

E nas seguintes vias, em todo o trecho, do início ao fim:
Av. Monte Líbano – início na Rodoviária
Av. Miguel Sutil – início na Carmindo de Campos
Av. Fernando Corrêa – início no Colégio Master
Av. Antártica – início na rotatória do bairro Santa Rosa
Av. das Torres – início na Av. Jurumirim
Av. do CPA – início no Colégio São Gonçalo
Estrada do Moinho – início no Atacadão da Fernando Corrêa
Av. General Melo – início na Santa Casa
Av. Jurumirim – início na Av. Miguel Sutil
Bairro Boa Esperança
Av. Carmindo de Campos – início no Camelô
Região Tia Nair – Florais Itália até Recanto dos Pássaros
Av. Fernando Corrêa – do fundo do Fort Atacadista até o trevo do Tijucal
Av. Vicente Vuolo e Av. Professora Alice Freire
Av. Beira Rio
Av. Senador Metelo – região do Porto e entorno
Av. Brasil e Residencial Milton Figueiredo – início no Atacadão da Fernando Corrêa
Jardim Mariana e General Melo – início atrás do Atacadão
Av. Isaac Póvoas
Grande Terceiro
Estrada do Moinho

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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