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Prefeitura de Cuiabá convoca aprovados em processo seletivo e reforça zeladoria urbana

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), convocou candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026. A convocação foi publicada nesta terça-feira (10), na edição suplementar da Gazeta Municipal.

O chamamento contempla candidatos classificados para os cargos de agente de conservação e operador de roçadeira, que irão reforçar as equipes responsáveis pelos serviços de limpeza urbana, manutenção e conservação dos espaços públicos da capital.

Os convocados devem comparecer até quinta-feira (12), na sede da Limpurb, localizada na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 433, bairro São Francisco, em Cuiabá, durante o horário de expediente, para apresentação da documentação exigida e assinatura do contrato de trabalho.

Entre os documentos necessários estão: RG, CPF, título de eleitor, PIS ou Pasep, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), comprovante de endereço atualizado, certidões negativas civil e criminal da Justiça Estadual e Federal, declaração de bens e valores, comprovante de escolaridade, dados bancários do Banco do Brasil, além de certidão de casamento e documentos dos dependentes, quando houver. Para os cargos que exigem, também é necessário apresentar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e certificado de reservista.

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As convocações fazem parte do Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026, cujo edital de abertura foi publicado anteriormente na Gazeta Municipal e atende a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso. O objetivo é reforçar, de forma emergencial e temporária, a execução dos serviços essenciais de zeladoria urbana.

As contratações têm prazo inicial de seis meses, podendo ser prorrogadas por igual período, conforme a necessidade da administração pública. As vagas integram a formação de cadastro reserva para os cargos de agente de conservação, operador de roçadeira e coveiro.

Os profissionais atuarão em jornada semanal de 44 horas ou em escala 12×36, dependendo da função. A remuneração segue a Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026, com benefícios como vale-transporte, vale-alimentação, vale-lanche, além de adicional de insalubridade ou periculosidade e adicional de assiduidade.

A medida integra as ações da gestão municipal para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços de limpeza urbana, zeladoria e conservação dos espaços públicos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população cuiabana.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Tecnologia no campo permite ao produtor reduzir impactos do clima e aumentar a previsibilidade da produção agrícola

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A agricultura brasileira vive um cenário de contrastes. Ao mesmo tempo em que registra recordes de produção e reforça sua importância econômica, o setor enfrenta desafios crescentes relacionados à irregularidade climática, custos elevados e à necessidade constante de ganho de produtividade.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o país atingiu uma safra histórica de 346,1 milhões de toneladas em 2025. No entanto, as projeções para 2026 indicam leve retração, influenciada principalmente por condições climáticas adversas e margens mais pressionadas no campo. O contexto reforça uma mudança estrutural no setor: o aumento da produção depende cada vez mais de eficiência, e não apenas de expansão de área.

Produção agrícola no Espírito Santo e Minas Gerais enfrenta desafios climáticos

Esse movimento já é perceptível em polos produtivos estratégicos do país. Na Região Serrana do Espírito Santo, culturas como hortifrúti e gengibre ganham relevância econômica, mas enfrentam desafios ligados à retenção de água no solo e à manutenção do vigor das plantas em períodos de estresse hídrico.

O gengibre, inclusive, se destaca como uma das culturas relevantes da agricultura capixaba, integrando uma cadeia produtiva em expansão no estado.

Já no Alto Paranaíba, em Minas Gerais, a cafeicultura segue como principal atividade. A produção nacional de café deve alcançar cerca de 66,2 milhões de sacas em 2026, um crescimento de 17,1%, impulsionado por condições climáticas mais favoráveis e pela adoção de tecnologias no campo. Ainda assim, o desempenho da cultura permanece altamente dependente da regularidade das chuvas e de um manejo eficiente ao longo do ciclo produtivo.

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Tecnologias agrícolas ampliam eficiência no uso da água e no desenvolvimento das plantas

Diante desse cenário, tecnologias voltadas à gestão hídrica e ao desenvolvimento fisiológico das plantas têm ganhado espaço no campo. Soluções como géis agrícolas e compostos naturais vêm sendo utilizadas para melhorar a disponibilidade de água no solo, reduzir perdas e aumentar o aproveitamento de insumos.

Na prática, produtos como o HyB Plus atuam na retenção e liberação gradual de água na zona radicular, favorecendo o desenvolvimento inicial das culturas e reduzindo os impactos de períodos de estiagem. Já soluções aplicadas à irrigação, como a linha HB 10, têm como foco aumentar a eficiência da água aplicada, reduzindo perdas por percolação e melhorando sua distribuição no solo.

Além disso, produtos naturais como Hapan e Valko atuam no estímulo fisiológico das plantas, contribuindo para maior equilíbrio e melhor resposta produtiva ao longo do ciclo.

Tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia de produção

Segundo o gerente comercial da Hydroplan-EB, Francisco Carvalho, empresa referência na aplicação de gel na agricultura e no uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, o avanço dessas tecnologias reflete uma mudança na forma como o produtor rural gerencia a lavoura.

“O produtor rural hoje precisa produzir mais com menos margem para erro. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser parte da estratégia. Quando falamos de água e desenvolvimento de planta, estamos falando diretamente de produtividade e previsibilidade de resultado”, afirma.

Agricultura mais técnica busca estabilidade e eficiência produtiva

No campo, essa transformação já é perceptível. O foco do produtor deixa de estar apenas no volume produzido e passa a incluir fatores como estabilidade de resultados, qualidade da produção e melhor uso dos recursos disponíveis.

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Em um ambiente cada vez mais técnico e exigente, a capacidade de adaptar o manejo às condições climáticas e do solo pode ser determinante não apenas para o aumento da produtividade, mas também para a viabilidade econômica da atividade.

A tendência indica que essa mudança não é pontual, mas estrutural, consolidando um novo modelo de gestão agrícola baseado em eficiência e previsibilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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