AGRONEGÓCIO

Limpurb dá continuidade à instalação de lâmpadas de LED no Pedra 90

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), segue avançando na modernização da iluminação pública da capital com a continuidade da instalação de lâmpadas de LED no bairro Pedra 90, dentro do programa Ilumina + Cuiabá, em parceria com o programa estadual MT Iluminado, do Governo de Mato Grosso.

A modernização da iluminação pública no bairro Pedra 90 avança de forma eficiente. Com a atuação de sete equipes de campo, foram instaladas 630 luminárias de LED em apenas dois dias, evidenciando elevada produtividade operacional. A meta é alcançar 1.959 pontos de LED em todo o bairro e, mantido o ritmo atual de execução, a previsão é de que os trabalhos sejam concluídos em aproximadamente uma semana.

Além de melhorar a segurança e a qualidade da iluminação nas vias, a ação já apresenta impacto financeiro positivo para o município. As 630 luminárias instaladas representam uma economia aproximada de R$ 26 mil por mês, o que equivale a cerca de R$ 314 mil por ano em custos com energia elétrica. Ao final dessa etapa no Pedra 90, a economia anual deverá chegar a aproximadamente R$ 1 milhão.

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De acordo com o diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, o investimento em LED é estratégico para a cidade. “Estamos promovendo uma verdadeira transformação na iluminação pública de Cuiabá. Além de oferecer mais segurança e conforto para a população, a tecnologia LED gera uma economia significativa aos cofres públicos. Isso é gestão responsável, com foco em eficiência, resultados e melhor uso do dinheiro público”, destacou.

O programa MT Iluminado prevê que o Governo do Estado forneça as luminárias, enquanto os municípios ficam responsáveis pela execução do serviço, além da apresentação dos projetos técnicos e das certidões necessárias para a formalização do convênio junto à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra).

Os serviços tiveram início pelo bairro Tijucal, que receberá 850 novos pontos de iluminação em LED, também com cobertura total das vias. A previsão é de que a execução nessa região seja concluída até o dia 29 de outubro, podendo ser finalizada antes, conforme as condições climáticas.

Para garantir segurança e eficiência na execução dos trabalhos, os profissionais atuam devidamente equipados com todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como capacetes, luvas, cintos de segurança, botinas isoladas e uniformes antichama. As equipes trabalham tanto durante o dia quanto à noite, assegurando maior agilidade e alcance no atendimento.

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Os resultados reforçam que o investimento em tecnologia LED combina eficiência energética, redução de custos e melhoria da qualidade da iluminação pública, refletindo uma gestão responsável e orientada a resultados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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