Mato Grosso

Mais de 390 mil Carteiras de Identidade Nacionais foram emitidas pela Politec até novembro

Publicado em

Entre janeiro e novembro de 2025, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) emitiu 393.050 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN) e concluiu 30.575 processos de identificação criminal, procedimentos essenciais para a confirmação da identidade de cidadãos e para o registro formal de antecedentes e condenações no âmbito das investigações criminais.

Durante o período, a Politec emitiu 4.701 folhas de antecedentes criminais e 25.874 consultas externas das forças de segurança aos sistemas de identificação para fins de investigações criminais. Nos meses de setembro a novembro a Politec realizou 825 exames necropapiloscópicos para a confirmação e obtenção de identidades de cadáveres encaminhados à Diretoria Metropolitana de Medicina Legal.

Em Mato Grosso, mais de 28% da população já possui o novo modelo de Carteira de Identidade Nacional, totalizando mais 1 milhão de CIN emitidas desde o ano de 2022. No ano de 2025, houve aumento de 16% no número de emissão de CIN em relação a 2024 quando foram emitidos 369.108 documentos.

Mesmo com a absorção da demanda crescente pela nova CIN foi possível manter o prazo de entrega de 20 dias graças à implantação dos projetos de digitalização e automação das etapas de análise e confronto dos processos por meio do Sistema Afis, que usa impressões digitais para identificarpessoas, crucial para segurança pública e resolução de crime. Atualmente, a Politec conta com 55% dos processos e prontuários civis, que são fichas que contêm os dados biográficos e biométricos pertinentes a uma pessoa com o documento de identidade expedido no Estado, já digitalizados.

Leia Também:  Polícia Militar oficializa novo comandante do 6º Comando Regional em Cáceres

Um dos avanços alcançados que contribuiu diretamente na redução do prazo de entrega da CIN e na comodidade e eficiência nos atendimentos foi a integração entre os sistemas da Receita Federal com o Sistema de Identificação Civil, que possibilitou que situação de inconsistências ou divergência nos dados do CPF fossem resolvidos durante o atendimento para a solicitação da CIN, o que viabilizou o andamento das solicitações nestes casos.

O Diretor Geral da Politec, Jaime Trevizan Teixeira, destaca o desempenho positivo da Diretoria Metropolitana de Identificação Técnica que mesmo diante do aumento de 21% na demanda pela emissão da CIN manteve os prazos e a eficiência na entrega dos documentos aos cidadãos.

“Tivemos um ano incrível e chegando à marca de 1.621 documentos entregues diariamente. Esse crescimento só foi possível de ser absorvido sem prejuízo aos prazos de entrega graças ao empenho das equipes da Politec distribuídas nos postos de identificação, à organização dos fluxos de trabalho e aos investimentos em tecnologia, que tornaram os processos mais ágeis e seguros”, apontou o diretor.

Leia Também:  Hospital Metropolitano realiza 29 cirurgias em mutirão com pacientes de vários municípios

Em 2025, a Politec atuou em diferentes frentes, tanto na identificação civil quanto na criminal, por meio de ações estratégicos, como os projetos Lembre de Mim, Pequeno Cidadão, Identifica Servidor e os Mutirões de Cidadania, que ampliaram o acesso à documentação e levaram cidadania a públicos específicos e regiões mais distantes do Estado. Já na identificação criminal, o destaque vai para o fortalecimento e padronização dos procedimentos de identificação criminal no sistema Atena. “Esses resultados refletem apenas parte do trabalho desenvolvido ao longo do ano e demonstram o comprometimento dos servidores que mantiveram a qualidade dos serviços reforçando a missão institucional da Politec de servir à sociedade com eficiência, responsabilidade e respeito ao cidadão”, completou Jaime Trevizan.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

Published

on

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

Leia Também:  Asfaltamento de rodovias redesenha competitividade de Mato Grosso

No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

Leia Também:  Bombeiros combatem incêndio em vegetação

Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA