AGRONEGÓCIO

YPF Lubrificantes Apresenta Hidro 19 Plus: Nova Geração de Lubrificante Premium para Máquinas Agrícolas

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YPF lança solução de alto desempenho para o agronegócio

A YPF Lubrificantes anunciou o lançamento do Hidro 19 Plus, seu novo lubrificante multifuncional premium voltado ao setor agrícola. O produto foi desenvolvido para elevar o desempenho, a proteção e a disponibilidade operacional das máquinas off-highway, com foco em tratores e equipamentos de alta exigência.

O Hidro 19 Plus já está sendo produzido na planta da Usiblend, em Diadema (SP), ampliando o portfólio de fluidos funcionais da companhia no mercado brasileiro.

“O agronegócio vive um salto tecnológico, com operações mais eficientes, conectadas e robustas. Isso exige lubrificantes à altura desse novo patamar de desempenho”, afirma Erika Guedes, analista de Produtos da YPF Lubrificantes. “O Hidro 19 Plus foi desenvolvido com formulação moderna, capaz de manter o sistema limpo, eficiente e protegido, com menor formação de depósitos e maior estabilidade térmica.”

Lubrificante multifuncional para diferentes sistemas

O Hidro 19 Plus representa a nova geração dos UTTO (Universal Tractor Transmission Oil), ou óleos universais para transmissões de tratores. O produto foi projetado para atender às demandas reais das operações agrícolas modernas, oferecendo proteção superior em condições de alta carga e temperatura.

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Trata-se de um fluido multifuncional que atua simultaneamente na transmissão, no sistema hidráulico e nos freios e embreagens imersas, sistemas que, na maioria dos tratores, compartilham o mesmo reservatório.

Essa configuração exige um lubrificante com alta capacidade de carga, capaz de formar uma película resistente e estável entre superfícies metálicas, mesmo sob forte pressão. Com isso, o produto reduz o desgaste prematuro, minimiza falhas mecânicas e prolonga a vida útil dos componentes, especialmente das engrenagens de transmissão.

Ganhos em eficiência e confiabilidade no campo

De acordo com a YPF, o Hidro 19 Plus oferece uma operação mais suave e eficiente, além de tornar a manutenção mais previsível e reduzir custos ao longo da vida útil das máquinas.

Entre os principais benefícios, destacam-se:

  • Maior proteção da transmissão e do sistema hidráulico;
  • Operação mais estável sob altas cargas;
  • Menor risco de falhas e travamentos;
  • Maior confiabilidade operacional durante toda a safra.

Essas características tornam o produto ideal para equipamentos agrícolas de alto desempenho, que operam sob condições severas e exigem máxima durabilidade dos sistemas mecânicos.

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Linha de fluidos funcionais da YPF

O portfólio de fluidos funcionais da YPF Lubrificantes inclui soluções desenvolvidas para proteger sistemas essenciais além do motor, como caixas de câmbio, diferenciais e circuitos hidráulicos, além de aplicações industriais que demandam lubrificação específica.

O lançamento do Hidro 19 Plus reforça a atuação da YPF no segmento off-highway, com um produto UTTO premium projetado para atender aos mais altos padrões técnicos e às necessidades do agronegócio moderno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo no Brasil fecha primeiro semestre de 2026 em alta, mas junho registra desaceleração nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o primeiro semestre de 2026 com tendência de valorização nos preços, apesar da desaceleração observada nas negociações em junho. O cenário foi sustentado principalmente pela baixa disponibilidade de produto da safra velha, estoques internos apertados e maior necessidade de importação para suprir a demanda doméstica.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o comportamento dos preços reflete um equilíbrio ainda frágil entre oferta e demanda.

“O primeiro semestre foi marcado pela recomposição dos preços. A menor disponibilidade de trigo no mercado interno e a necessidade de importação deram sustentação às cotações, mesmo em um ambiente de liquidez bastante limitada”, destacou.

Mercado do trigo acumula altas expressivas no semestre

Apesar da pressão de baixa registrada em junho, o desempenho acumulado do semestre foi positivo nas principais praças do país.

No Paraná, a média dos preços FOB interior encerrou junho em R$ 1.407 por tonelada, com alta acumulada de 19,9% em relação ao fechamento de 2025. No entanto, o mês registrou recuo de 1,6%, influenciado pela menor demanda dos moinhos e pelo enfraquecimento das referências internacionais.

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No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais intenso no semestre, com avanço de 24,9%. Em junho, porém, houve queda de 5,1%, levando a média para R$ 1.290 por tonelada FOB. Mesmo com a correção, o estado segue sustentado pela escassez de trigo remanescente da safra anterior e pelo forte ritmo de exportações ao longo do período.

Ajuste em junho não muda tendência de alta, diz analista

De acordo com Elcio Bento, a retração observada em junho não representa mudança estrutural no mercado, mas sim um ajuste técnico após meses de valorização.

“O que vimos em junho foi muito mais um ajuste técnico do que uma mudança de tendência. A oferta continua limitada, os estoques seguem apertados e isso impede uma queda mais acentuada dos preços”, analisou.

O ambiente de baixa liquidez continua sendo uma característica marcante do mercado físico brasileiro de trigo. Produtores seguem retendo parte do produto, aguardando melhores condições de preços na entressafra, enquanto os moinhos realizam compras pontuais devido à dificuldade de repasse dos custos ao preço da farinha.

Esse desalinhamento entre oferta e demanda mantém o mercado travado e com negociações limitadas.

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Mercado internacional sustenta cenário de preços no Brasil

No mercado externo, o trigo negociado em Kansas acumulou valorização de 15,5% no primeiro semestre de 2026, mesmo com correções pontuais registradas em junho. Já o trigo argentino, referência importante para a paridade de importação brasileira, avançou 6,7% no período.

Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ao longo do semestre contribuiu para reduzir parte da pressão altista que poderia ter sido transmitida ao mercado doméstico.

Perspectivas para o segundo semestre seguem atreladas ao clima e ao câmbio

Para os próximos meses, o mercado brasileiro de trigo deve permanecer sensível a fatores externos e internos. Entre os principais vetores de atenção estão o desenvolvimento da safra nacional, as condições climáticas na Argentina, o comportamento das bolsas internacionais e as oscilações cambiais.

Segundo o analista, esse conjunto de variáveis continuará sendo determinante para a formação de preços no mercado.

“Esse conjunto de fatores continua oferecendo sustentação estrutural aos preços”, concluiu Elcio Bento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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