AGRONEGÓCIO

Primeira-dama destaca importância do Programa de Auxílio aos Órfãos do Feminicídio durante mostra fotográfica

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A exposição itinerante de fotografias de mulheres vítimas de feminicídio em Cuiabá teve sua sexta edição iniciada nesta quinta-feira (21), no hall de entrada da sede das Procuradorias de Justiça do Ministério Público Estadual (MPE). Neste mês de novembro, alicerçado na campanha dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a Secretaria da Mulher reforça a conscientização sobre as diferentes formas de agressão que ainda assolam meninas e mulheres. O evento contou com a presença da primeira-dama Márcia Pinheiro e da Procuradora de Justiça do Estado de Mato Grosso, Elisamara Portela.

Em sua fala, a primeira-dama lembrou das vítimas e de seus filhos assistidos pela Prefeitura de Cuiabá por meio do Programa de Auxílio aos Órfãos do Feminicídio.

“Estamos promovendo essa ação educativa e de reflexão para toda a sociedade sobre esses casos trágicos. Mas é fundamental lembrar das crianças que ficam e carregam essa perda para toda a vida. O trauma e as condições, muitas vezes adversas, impactam diretamente o seu crescimento”, afirmou Márcia Pinheiro.

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O programa já atendeu mais de 17 crianças e destinou mais de R$ 490 mil em pensões temporárias, contribuindo com os custos de vida das famílias, como despesas com educação, saúde, alimentação e outros itens essenciais.

A representante do MPE, Elisamara Portela, presente em todas as cerimônias de abertura da exposição, também chamou a atenção para a situação das crianças órfãs.

“É importante mostrar quem eram essas mulheres e os filhos que elas deixaram. Atualmente, são mais de 70 órfãos do feminicídio no estado”, destacou Elisamara, que também reforçou o papel do MPE na aplicação da Lei Maria da Penha.

Além disso, a promotora destacou os esforços de conscientização realizados nas escolas municipais, em cumprimento à Lei 14.164/2021, de autoria do deputado Emanuelzinho, que inclui a prevenção à violência doméstica no currículo escolar.

“Precisamos investir na conscientização e na educação, como já vem sendo feito pela Prefeitura, que adequou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para exigir que esse tema seja tratado nas escolas”, apontou.

Exposição

A Mostra Fotográfica de Vítimas de Feminicídio de Cuiabá já passou por diversos locais, como o Goiabeiras Shopping, Pantanal Shopping, Praça Alencastro, Fórum de Cuiabá e Defensoria Pública de Mato Grosso.

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Mais de 15 mil pessoas visitaram a exposição ao longo de mais de 60 dias, consolidando-a como uma das maiores iniciativas de conscientização da Secretaria Municipal da Mulher.

A mostra é composta por 12 painéis: 11 deles homenageiam vítimas de feminicídio em Cuiabá (com autorização das famílias), enquanto o último destaca o caso de Eliza Samudio, cujo assassinato, em 2010, chocou o país.

“As pessoas têm comentado, estão lendo e refletindo sobre a violência doméstica. O propósito da ação está sendo alcançado, e nossa esperança é que essa iniciativa contribua para uma sociedade mais consciente”, afirmou a primeira-dama.

A próxima etapa da exposição será no dia 10 de dezembro, quando será instalada na Rodoviária Estadual de Cuiabá. A previsão é de que alcance mais de 150 mil pessoas neste período de festas de fim de ano.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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