AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá avança na melhoria da infraestrutura de 18 escolas

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A Prefeitura de Cuiabá mantém 18 obras de reforma em escolas públicas. Em todas essas unidades, são realizados serviços de reparos na parte elétrica, pintura, telhado e troca de portas. Há também a programação de entrega de novos equipamentos para cozinha e refrigeração nas escolas.

“Estamos trabalhando, a pedido do prefeito Abilio Brunini, para melhorar a qualidade da infraestrutura nas escolas. Uma das missões é garantir a refrigeração nas unidades. Essas reformas também melhoram o forro, telhado, visando boas condições de estudo aos alunos e de trabalho aos professores e demais servidores”, detalha o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.

Já estão com obras iniciadas a Escola Nossa Senhora Aparecida, Orzina de Amorim Soares, Osmar José do Carmo Cabral, Padre Raimundo Pombo, Rita Caldas Castrillon, Tereza Lobo, Prof.ª Zeferino Leite de Oliveira e Rafael Rueda.

Também estão recebendo reforma as escolas Tenente Octacílio Silva da Cruz, Marechal Rondon, Cândido Mariano Rondon, Francisco Pedroso da Silva, Gláucia Maria Borges Garcia, Jesus Criança, Joana Dark da Silva, Maria Tomich, Moacyr Gratidiano.

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A diretora da Escola Osmar José do Carmo Cabral, professora Simone Aparecida da Silva, elogia à iniciativa da Prefeitura de Cuiabá, via Secretaria Municipal de Educação, em iniciar um ciclo de reformas nas unidades escolares.

“Estamos orgulhosos e satisfeitos em ver essa reforma chegando na escola. Em anos anteriores, tivemos apenas pequenos reparos. Com o ambiente escolar renovado em infraestrutura, teremos mais produtividade. Agradeço ao secretário Amauri e a equipe da Prefeitura em ter disposição de atender e acompanhar nossos pedidos”, disse.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Brasil soma 700 novos mercados e R$ 20 bilhões em negócios mesmo sob pressão de tarifas

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As novas autorizações para vender produtos do agro brasileiro no exterior já geraram mais de R$ 20 bilhões em negócios desde janeiro de 2023, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O balanço, anunciado nesta terça-feira (13.10), acompanha a marca de 700 aberturas de mercado. Para produtores e empresas, o avanço amplia as opções de compradores num momento em que tarifas e outras restrições encarecem as vendas internacionais.

O número exige uma distinção: são 700 autorizações para produtos em diferentes destinos, e não 700 países. Um mesmo país pode liberar a compra de carnes, frutas e sementes, por exemplo, e aparecer várias vezes na conta. Cada aprovação permite disputar um mercado, mas ainda é preciso encontrar comprador e acertar preço, frete e condições de entrega.

Os R$ 20 bilhões mostram que parte dessas oportunidades já virou negócio. O valor, porém, não permite calcular quanto as aberturas acrescentaram às exportações totais do Brasil. Uma venda a um novo destino pode representar produção adicional ou substituir um embarque antes enviado a outro comprador. O balanço também reúne negócios de quase quatro anos; não é o resultado apenas de 2026.

Entre as liberações recentes está a venda de pescado brasileiro aos Emirados Árabes Unidos, tanto de captura quanto de criação. Também foram autorizados o mamão fresco para o Kuwait e o milho em grãos para a Síria. São oportunidades para cadeias diferentes, cujo retorno dependerá do tamanho das encomendas e do custo de atender cada comprador.

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A busca por alternativas ganha peso porque um aumento de tarifa pode interromper pedidos mesmo quando há produto disponível. Entre os efeitos estão o adiamento de compras, a renegociação de contratos e a redução do ganho das empresas. Para quem produz, o risco é ter mercadoria pronta e encontrar condições de venda piores do que as previstas.

Ter mais compradores ajuda a reduzir esse risco e dá alternativas quando um destino restringe as compras. A concentração ainda é relevante: em 2025, a China respondeu por 32,7% das exportações do agronegócio brasileiro, quase um terço do total, segundo o Mapa.

Produtos do agro com muitos compradores internacionais tendem a encontrar alternativas com mais facilidade do que mercadorias feitas para clientes específicos. Ainda assim, trocar de destino não assegura a manutenção do preço. Um novo comprador pode pagar menos, exigir outro padrão de produto ou estar mais longe, aumentando a conta do transporte.

Embora a tarifa seja cobrada no país importador, o exportador brasileiro também pode pagar parte dessa conta. Se houver fornecedores concorrentes, o comprador pode exigir um desconto para manter o pedido. O negócio continua, mas sobra menos dinheiro para a cadeia que produziu e entregou a mercadoria.

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Por isso, o efeito sobre o campo precisa ser medido também pelo preço recebido e pelos custos, além do volume exportado. Vender mais toneladas não garante maior renda: frete caro, descontos e despesas de produção podem consumir o ganho. Os R$ 20 bilhões anunciados são negócios realizados, não lucro dos produtores.

Há despesas antes mesmo do primeiro embarque. Certificações, comprovação da origem, adaptação de embalagens e transporte precisam entrar na conta. No pescado e nas frutas, por exemplo, a conservação durante a viagem pesa na viabilidade da venda. A autorização sanitária elimina uma barreira, mas não resolve toda a operação.

Produtores, cooperativas e agroindústrias também precisam manter registros que comprovem de onde vem o produto e como foi produzido. Essas informações podem ser condição para entrar e continuar no mercado. Organizar a documentação antes de negociar ajuda a evitar que uma oportunidade seja perdida por falta de comprovação.

Para 2027, a ampliação dos destinos oferece alternativas diante de novas restrições comerciais. O resultado para o produtor dependerá de transformar essas permissões em pedidos regulares, com preços que cubram os custos. A próxima medida do avanço será quanto cada mercado compra — e quanto dessa venda chega à renda de quem produz.

Fonte: Pensar Agro

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