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Prefeitura de Cuiabá investe na infraestrutura de 14 escolas

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A Prefeitura de Cuiabá realiza obras de manutenção em 14 escolas para melhorar a infraestrutura aos alunos e servidores. Na tarde desta quarta-feira (5), o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, fez uma inspeção técnica com a equipe de engenheiros civis na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Osmar José do Carmo Cabral, localizada no bairro Osmar Cabral. Em seguida, foi visitada à Creche Municipal Maria Nery Batista Ribeiro, localizada no mesmo bairro.

Em ambas às unidades, são realizados serviços de reparos na parte elétrica, pintura, telhado e troca de portas. Há também a programação de entrega de novos equipamentos para cozinha e refrigeração nas escolas.

“Estamos trabalhando, a pedido do prefeito Abilio Brunini, para levar estes serviços em mais de 20 escolas somente este ano. Uma das preocupações é garantir a refrigeração nas unidades. Essas reformas também melhoram o forro, telhado, visando boas condições de estudo aos alunos e de trabalho aos professores e demais servidores”, afirma o secretário Amauri.

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A diretora da Escola Osmar José do Carmo Cabral, professora Simone Aparecida da Silva, elogiou a iniciativa do secretário Amauri Monge em acompanhar de perto o atendimento das demandas e o diálogo permanente com servidores.

“Estamos orgulhosos e satisfeitos em ver essa reforma chegando na escola. Em anos anteriores, tivemos apenas pequenos reparos. Com o ambiente escolar renovado em infraestrutura, teremos mais produtividade. Agradeço ao secretário Amauri e a equipe da Prefeitura em ter disposição de atender e acompanhar nossos pedidos”, disse.

A diretora do Centro Educacional Maria Nery, professora Iraneiva Paixão, ressaltou que a unidade foi inaugurada no começo dos anos 2000. E, somente agora, está recebendo a reforma necessária para melhor atender as crianças. Atualmente, são mais de 60 crianças matriculadas nas séries iniciais – Pré I e II.

“Encaminhamos essa demanda à Secretaria de Educação e já estamos sendo atendidos com a devida atenção. A vinda do secretário Amauri mostra o compromisso que tem de nos bem atender. Estamos há 20 anos aguardando. Graças a essa gestão iluminada somos atendidos”, destaca.

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#PraCegoVer

A foto ilustra o secretário Amauri Monge Fernandes em um pátio de uma escola dialogando com uma servidora pública. Ele é um homem de pele branca que veste calça social cinza e camisa azul de manga longa. Ao seu lado, estão dois servidores da Secretaria Municipal de Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Confronto armado e feridos em colheita judicial reforçam urgência por segurança jurídica

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O cumprimento de uma ordem judicial para a colheita de safra em uma propriedade rural de Feliz Natal (cerca de 510 km da capital, Cuiabá) em Mato Grosso, na última sexta-feira (26.06), terminou em um confronto armado que deixou feridos e expôs a fragilidade dos protocolos atuais para a execução de mandados no meio rural.

O produtor rural Maikel Alan Tespesel, que estava acompanhado pela esposa e pelos dois filhos menores no momento da ocorrência, foi atingido por disparos de arma de fogo. O prestador de serviços contratado pela empresa credora também ficou ferido após ser atingido pela caminhonete do produtor. Ambos estão internados num hospital de Sorriso e passam bem.

O caso, que está sob investigação da Polícia Civil, coloca em debate o modelo adotado para o cumprimento de decisões judiciais que envolvem ativos agrícolas. A presença de empresas de segurança privada em diligências de alto risco, em vez de um aparato ostensivo das forças de segurança do Estado, é apontada por especialistas como um dos fatores que transformaram uma ação de natureza cível em um episódio de violência física.

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A empresa credora da produção, contratou serviços de terceiros para realizar a colheita autorizada pela Justiça. Segundo informações da Polícia Militar, o conflito teve início quando houve uma tentativa de bloqueio do veículo do produtor. Os homens contratados pela empresa teriam efetuado disparos contra a caminhonete do produtor rural.

O episódio repercutiu negativamente no setor. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) divulgou nota oficial repudiando a violência e defendendo uma investigação rigorosa. Para a entidade, disputas comerciais e execuções de ordens judiciais precisam observar protocolos estritos de legalidade, sendo inaceitável que o ambiente de produção se torne palco de confrontos que coloquem em risco a vida de produtores e suas famílias.

O incidente em Mato Grosso reforça um pleito antigo do setor agropecuário: a necessidade de garantir que decisões judiciais sejam executadas de forma técnica e segura. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende sistematicamente que o cumprimento de mandados judiciais em áreas rurais ocorra com apoio das forças de segurança pública, evitando que produtores e credores sejam submetidos a situações de risco iminente.

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O episódio reflete um cenário de crescente tensão na zona rural brasileira. Dados do relatório ‘Conflitos no Campo Brasil 2025’, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), apontam a ocorrência de 1.408 episódios de conflito no último ano, atingindo mais de 715 mil pessoas.

Estados como Mato Grosso, Pará e o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) concentram as áreas de maior atrito, onde a expansão da fronteira agrícola e a complexidade na regularização de terras têm transformado disputas comerciais e possessórias em confrontos diretos.

Para a bancada do agronegócio, esses números evidenciam um vácuo de autoridade que exige solução urgente. A FPA sustenta que a insegurança jurídica e a falta de protocolos estaduais eficientes para o cumprimento de mandados judiciais impedem a pacificação no campo, transformando a resolução de litígios — que deveriam ser estritamente técnicos — em cenários de risco iminente para produtores, trabalhadores e seus familiares.

Fonte: Pensar Agro

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