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Vacinação contra meningite está disponível nas Unidades de Saúde de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, alerta a população sobre a importância da vacinação contra a meningite. As vacinas estão disponíveis gratuitamente em todas as 68 Unidades de Saúde da Família (USF) da capital. A rede municipal oferta as doses das vacinas Meningocócica C e Meningocócica ACWY, que protegem contra os principais tipos da doença.
De acordo com dados da Vigilância Epidemiológica de Cuiabá, atualizados em 21 de outubro de 2025, o município registrou um aumento de 40% nos casos de meningite neste ano, em comparação com o mesmo período de 2024.

Entre janeiro e outubro de 2024, foram 10 casos confirmados, com 3 óbitos. No mesmo período de 2025, já são 14 casos confirmados, com 2 óbitos.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Também existem formas não infecciosas da doença, associadas a condições como câncer, lúpus, reações a medicamentos ou traumatismos cranianos. As meningites bacterianas são mais comuns nos meses de outono e inverno, enquanto as virais predominam na primavera e no verão.

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A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destaca que, apesar do aumento no número de casos, o total de óbitos diminuiu em relação ao ano passado. “Neste ano, tivemos uma redução no número de mortes por meningite em comparação com 2024, o que é um dado positivo. No entanto, isso não significa que devemos relaxar. A vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenção e deve ser prioridade para todas as faixas etárias contempladas no calendário vacinal”, reforça.

Vacinas disponíveis na rede municipal

Meningocócica C (Conjugada)
Protege contra a doença meningocócica causada pela bactéria Neisseria meningitidis do sorotipo C. No Sistema Único de Saúde (SUS), é aplicada aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 12 meses. Adolescentes e adultos que não completaram o esquema vacinal podem procurar uma unidade de saúde para se imunizar.

Meningocócica ACWY (Conjugada)
Protege contra os sorogrupos A, C, W e Y da Neisseria meningitidis. É aplicada a partir dos 3 meses, com doses de reforço aos 5 e 12 meses, além de novas doses aos 5 e 11 anos. No SUS, está disponível para adolescentes de 11 a 14 anos como reforço da vacina Meningocócica C.

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A secretária-adjunta de Atenção Primária, Cinara Brito, ressalta que todas as unidades de saúde da capital estão abastecidas com as vacinas e prontas para atender a população. “Temos doses disponíveis nas 68 Unidades de Saúde da Família, e é importante que pais, responsáveis e adolescentes procurem o posto mais próximo para se vacinar, conforme a faixa etária indicada. A prevenção é fundamental para evitar casos graves da doença”, orienta.

As vacinas estão disponíveis nas 68 Unidades de Saúde da Família (USF) de Cuiabá, de segunda a sexta-feira, conforme o horário de funcionamento de cada unidade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cevada australiana pode reduzir espaço do milho brasileiro no mercado chinês

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A disputa pelo mercado chinês de grãos para alimentação animal pode ganhar um novo capítulo nos próximos anos. Enquanto as atenções do mercado global seguem voltadas para as safras de milho do Brasil, dos Estados Unidos e da própria China, a retomada da cevada australiana no país asiático surge como um fator capaz de alterar o equilíbrio das importações e influenciar a demanda pelo cereal brasileiro.

A avaliação é de Jardel Oliveira de Paula, gerente comercial do setor, que destaca a normalização das relações comerciais entre Austrália e China como um movimento estratégico para o mercado global de grãos. Com a retirada de barreiras comerciais e a retomada dos embarques, a cevada australiana voltou a ganhar relevância na composição das rações utilizadas pela indústria pecuária chinesa.

Competição direta nas formulações de ração

A principal preocupação para o mercado do milho está na capacidade da cevada de substituir parte do cereal nas formulações de ração animal. A decisão dos fabricantes depende, sobretudo, da relação entre preços, disponibilidade e qualidade dos produtos oferecidos ao mercado.

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Quando a cevada apresenta maior competitividade econômica, sua participação nas dietas animais tende a crescer rapidamente. Por outro lado, em cenários de preços mais elevados ou de menor disponibilidade do grão australiano, o milho volta a ganhar espaço como alternativa mais atrativa para a indústria de nutrição animal.

Esse comportamento torna a disputa entre os dois produtos um dos fatores mais relevantes para a definição da demanda chinesa nos próximos ciclos agrícolas.

China pode reduzir necessidade de importação de milho

A grande questão observada pelo mercado é até que ponto o aumento das compras de cevada australiana poderá reduzir a necessidade de importação de milho pela China.

Embora parte da demanda potencial pelo cereal possa ser substituída, especialistas destacam que o cenário não é automático. Problemas climáticos que afetam a produção agrícola chinesa e limitações na oferta global de cevada de qualidade premium podem manter a necessidade de aquisição dos dois grãos simultaneamente.

Nesse contexto, a China poderá continuar ampliando suas importações totais de matérias-primas para ração, distribuindo a demanda entre milho e cevada de acordo com as condições de mercado.

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Safra 2026/27 exigirá atenção dos exportadores

Para a temporada 2026/27, produtores, tradings e exportadores deverão monitorar não apenas os volumes totais importados pela China, mas também a participação de cada grão nas formulações de ração, nos contratos comerciais e nas estratégias de abastecimento adotadas pelo país.

O comportamento do mercado chinês será determinante para a formação dos fluxos globais de comércio e poderá influenciar diretamente as oportunidades de exportação do milho brasileiro.

Diante desse cenário, acompanhar a evolução da competitividade entre milho e cevada será fundamental para identificar tendências e antecipar movimentos que poderão impactar os preços e a demanda internacional nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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