AGRONEGÓCIO

Sine de Cuiabá tem vaga para consultor de vendas com salário até R$ 6 mil

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O Sine Municipal de Cuiabá está oferecendo 449 vagas de emprego nesta sexta-feira, 22 de agosto. O destaque é a ocupação de consultor de vendas que oferece ganhos variáveis médios entre R$ 5.000,00 a R$ 6.000,00 por venda fechada, além de ajuda de custo e comissões.

As vagas sem o requisito da experiência, distribuídas conforme o grau de escolaridade dos candidatos são: 166 para quem possui apenas o ensino fundamental, 134 para candidatos com ensino médio completo ou em andamento, e 8 para quem tem ensino superior completo ou incompleto.

Entre as oportunidades destinadas a candidatos sem experiência e com ensino fundamental, destacam-se cargos com salários atrativos, como pizzaiolo, com remuneração de R$ 2.700,00; empregado doméstico nos serviços gerais, com R$ 2.000,00; operador de máquinas fixas em geral, com R$ 1.800,00; e carregador em armazém, que também paga R$ 1.800,00.

Para quem possui ensino médio, mesmo sem experiência, algumas das vagas com melhor remuneração são para consultor de vendas, com salário de R$ 2.900,00; controlador de pragas, com R$ 1.800,00 mais 30% de periculosidade; supervisor de televendas, com R$ 1.700,00; e ajudante de carga e descarga de mercadoria, com salário de R$ 1.600,00, além de vale-transporte, R$ 303,60 de insalubridade e almoço no local.

Já para quem possui ensino superior, completo ou em andamento, há uma vaga de estágio para auxiliar de serviços jurídicos, com bolsa no valor de R$ 1.200,00. Também estão disponíveis duas vagas exclusivas para pessoas com deficiência (PCD).

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

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O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br
Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:
(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades

Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 18
Ajudante de serralheiro – 05
Assistente administrativo – 04
Assistente comercial de seguro – 02
Assistente de vendas – 03
Atendente balconista – 24
Atendente de farmácia balconista – 20
Atendente de lojas – 08
Auxiliar de desenvolvimento infantil – 02
Auxiliar de estoque – 05
Auxiliar de expedição – 01
Auxiliar de limpeza – 05
Auxiliar de linha de produção – 01
Auxiliar de logística – 08
Auxiliar de produção farmacêutica – 06
Auxiliar de serviços jurídico (estágio) – 01
Carregador (armazém) – 01
Consultor de vendas – 04
Controlador de pragas – 01
Costureira em geral – 02
Cozinheiro geral – 05
Cumim – 03
Eletricista – 11
Eletricista de rede – 18
Eletrotécnico – 01
Empregado doméstico nos serviços gerais – 01
Empregado doméstico arrumador – 01
Farmacêutico – 01
Fiscal de loja – 01
Frentista – 05
Funileiro de automóveis (reparação) – 01
Garçom – 95
Gerente de operações de transportes – 01
Gerente geral de vendas – 01
Instalador reparador de redes e cabos telefônicos – 20
Mecânico – 02
Montador de automóveis – 01
Motorista de caminhão – 23
Motorista de caminhão guindaste – 05
Operador caixa – 07
Operador de máquinas de construção civil e mineração – 03
Operador de máquinas fixa em geral – 01
Pedreiro – 01
Pizzaiolo – 50
Polidor de automóveis – 01
Professor de nível superior na educação infantil (quatro a seis anos) – 01
Profissional de educação física na saúde – 24
Promotor de vendas – 18
Serralheiro de alumínio – 05
Supervisor de manutenção de máquinas operatrizes e de usinagem – 01
Supervisor de televendas – 02
Técnico em análises clínicas – 01
Técnico em atendimento e vendas – 09
Tecnólogo em logística de transporte – 01
Vendedor interno – 01
Vendedor pracista – 01

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#PraCegoVer
A imagem que acompanha a matéria mostra a Van do Sine Itinerante, uma unidade móvel que leva os serviços de intermediação de emprego aos bairros, empresas e eventos da capital, facilitando o acesso da população às oportunidades de trabalho.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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