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Vencedores da Prova de Eficiência Alimentar serão revelados em Bagé no dia 27 de junho

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Encerramento da Prova e próximos passos

A edição 2025 da Prova de Eficiência Alimentar (PEA), desenvolvida em parceria pela Associação Brasileira de Angus e Ultrablack e a Embrapa Pecuária Sul, foi concluída no último dia 9 de junho. O anúncio dos melhores animais está marcado para o próximo dia 27, em evento que será realizado na cidade de Bagé (RS). Atualmente, os touros participantes seguem na Prova de Emissão de Gases (PEG), com término previsto para o dia 23 de junho.

Participação e foco do projeto

Este ano, 35 touros participaram do estudo, sendo 32 do Rio Grande do Sul e seis de Santa Catarina. A prova, iniciada em março, tem como objetivo principal reduzir os custos de produção nas propriedades rurais. Entre os benefícios buscados estão:

  • Menor consumo de ração
  • Redução na emissão de metano
  • Diminuição na geração de dejetos

Esses resultados são obtidos por meio da seleção pelo Consumo Alimentar Residual, uma das medidas de eficiência avaliadas durante a pesquisa. Além disso, o projeto envolveu ultrassonografia da carcaça e coleta de material para genotipagem, reforçando o compromisso com o melhoramento genético e a sustentabilidade na produção animal.

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Posicionamento da Associação Brasileira de Angus e Ultrablack

José Paulo Dornelles Cairoli, presidente da Associação, destacou o papel fundamental da entidade no avanço do melhoramento genético das raças. Segundo ele, “a Prova de Eficiência Alimentar e a Edição Gênica são exemplos concretos de esforços para aprimorar os rebanhos e reduzir os custos de produção, garantindo a sustentabilidade da cadeia produtiva”. Cairoli ressaltou que os resultados alcançados em Bagé refletem uma visão de futuro consolidada há anos.

Parceria com FAESC e SENAR-SC

Uma das principais novidades da edição 2025 é a destinação do sêmen dos touros vencedores para a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (SENAR-SC). Por meio de convênio com a Associação, serão disponibilizadas 15 mil doses de sêmen de touros Angus para produtores participantes do programa Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Pecuária de Corte.

Esse investimento visa aprimorar a genética e a eficiência alimentar dos rebanhos catarinenses, com base nos dados gerados pela PEA.

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Programação do evento de resultados

A apresentação oficial dos vencedores contará com uma programação especial, incluindo:

  • Palestras de Luis Felipe Cassol, presidente do Conselho Deliberativo Técnico da Associação
  • Apresentação do pesquisador e chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Cardoso
  • Mesa redonda sobre “Eficiência Alimentar e o impacto econômico na seleção dos animais”

O evento será encerrado com um almoço de confraternização, que terá como destaque carne Angus certificada.

Participação de parceiros

A Meat Science e o Frigorífico Minerva, parceiros da Associação Brasileira de Angus e Ultrablack, também estarão presentes na divulgação dos resultados, reforçando o compromisso conjunto com a inovação e a qualidade na pecuária brasileira.

A Prova de Eficiência Alimentar 2025 reafirma a importância da pesquisa aplicada para o desenvolvimento sustentável da pecuária, promovendo avanços genéticos e econômicos que beneficiam produtores, indústria e consumidores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão recua na Bolsa de Nova York após sequência de altas e mercado acompanha avanço da safra brasileira

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Após semanas consecutivas de valorização, os preços do algodão passaram a registrar recuo na Bolsa de Nova York. A movimentação foi destacada em análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, que aponta mudanças no cenário climático e no mercado global de commodities como os principais fatores de pressão sobre as cotações da pluma.

Segundo o instituto, o contrato do algodão com vencimento em julho de 2026 chegou a atingir ¢US$ 87,77 por libra-peso no início de maio, acumulando valorização de 33,09% em relação aos níveis observados no começo de março.

No entanto, o movimento perdeu força nos últimos dias, e o contrato encerrou a semana cotado a ¢US$ 77,42 por libra-peso, refletindo uma correção do mercado após a forte alta recente.

Clima nos EUA e petróleo influenciam mercado da pluma

De acordo com o relatório, a valorização observada anteriormente foi impulsionada por fatores como o conflito entre Estados Unidos e Irã, que elevou os preços internacionais do petróleo, além das condições climáticas desfavoráveis durante a semeadura da safra 2026/27 nos Estados Unidos.

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Com a recuperação das condições climáticas nas regiões produtoras norte-americanas, o mercado passou a reavaliar os riscos relacionados à oferta global da fibra.

Outro fator que contribuiu para a retração das cotações foi a queda nos preços do petróleo. Esse movimento aumenta a competitividade das fibras sintéticas derivadas do petróleo em relação ao algodão, reduzindo parte da demanda pela fibra natural no mercado têxtil internacional.

Correções técnicas e safra brasileira ampliam pressão

Além dos fundamentos ligados ao clima e ao petróleo, o mercado também registrou movimentos de realização de lucros e correções técnicas após sucessivas sessões de valorização na Bolsa de Nova York.

O início da colheita da safra brasileira também passou a ocupar o radar dos investidores e agentes do setor.

O avanço da oferta de pluma no Brasil, um dos maiores exportadores mundiais de algodão, tende a ampliar a disponibilidade global da fibra nas próximas semanas, cenário que pode continuar pressionando os preços internacionais.

Mercado segue atento ao comportamento da demanda global

Mesmo com o recente recuo, analistas avaliam que o mercado do algodão ainda permanece sensível a fatores climáticos, geopolíticos e econômicos.

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A evolução da safra norte-americana, o ritmo das exportações brasileiras e o comportamento da demanda da indústria têxtil global continuarão sendo determinantes para a direção das cotações nos próximos meses.

Além disso, o setor acompanha de perto os movimentos do petróleo e das fibras sintéticas, que exercem influência direta sobre a competitividade do algodão no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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