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Estimativa de produção de algodão cresce em Mato Grosso com impacto das chuvas tardias

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A safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso deve alcançar um novo recorde, segundo atualização divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (2). A projeção de produção de algodão em pluma foi revisada para 2,76 milhões de toneladas, o que representa o maior volume já registrado na série histórica do instituto.

Produtividade apresenta crescimento

A produtividade média estimada subiu para 297,04 arrobas por hectare, indicando um aumento de:

  • 2,73% em relação à estimativa anterior;
  • 1,83% acima da produtividade da safra 2023/24.

De acordo com o Imea, esse avanço é resultado do bom desenvolvimento das lavouras, especialmente nos talhões semeados fora da janela ideal. O instituto destaca que as chuvas tardias tiveram papel fundamental para o desempenho das áreas plantadas mais tardiamente.

Área plantada permanece em alta

A área cultivada com algodão permanece estimada em 1,51 milhão de hectares, mantendo a projeção anterior e representando um crescimento de 2,97% na comparação com a safra passada.

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Produção total em caroço também sobe

Combinando uma maior área plantada e aumento na produtividade, a produção de algodão em caroço foi ajustada para 6,71 milhões de toneladas. Isso representa:

  • Alta de 2,73% em relação à projeção de maio;
  • Crescimento de 4,85% frente à safra 2023/24.
Recorde histórico

A nova estimativa para a produção de algodão em pluma — 2,76 milhões de toneladas —, caso se confirme, será a maior da história do estado de Mato Grosso desde o início da série de acompanhamento realizada pelo Imea.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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