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Unidades de saúde de Cuiabá recebem vistoria em fase final de obras

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A secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena Barboza, realizou uma série de visitas técnicas a unidades de saúde que estão em fase final de obras e que deverão ser entregues em breve. Entre os locais visitados, na quarta-feira (14), estão o Centro Médico Infantil (CMI) e a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Passaredo, ambas prestes a entrarem em funcionamento.

A UBS do Passaredo, segundo a secretária, já está com a estrutura física finalizada. No momento, a Secretaria aguarda a aquisição de insumos e equipamentos essenciais para o pleno funcionamento da unidade, como estetoscópios, otoscópios, negatoscópios, oxímetros e balanças, todos já listados em processo de licitação. A unidade contará com três equipes de Saúde da Família e poderá operar em horário estendido, desde que haja recursos humanos suficientes.

“A estrutura está muito bonita. Agora precisamos garantir as equipes completas, inclusive com a saúde bucal. Estamos avaliando se já temos profissionais suficientes ou se será necessário convocar mais servidores por meio do concurso em andamento”, explicou Lúcia Helena.

Durante a agenda, a secretária também esteve no Pronto-Socorro de Cuiabá, onde acompanhou de perto as necessidades de reforma nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), que foram recentemente fiscalizadas pela Vigilância Sanitária. A equipe de obras já iniciou os levantamentos técnicos, com participação do médico Dr. Eduardo Andraus na avaliação da reformulação do espaço.

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No mesmo local, foi avaliada a proposta do prefeito Abilio Brunini de transferir a UTI Pediátrica para o prédio da frente, conhecido como “piso branco”. A mudança permitiria concentrar o atendimento pediátrico em uma área específica.

A secretária também destacou que, com a futura inauguração do novo Centro de Especialidades no prédio da Unic Barão, será possível transferir os ambulatórios que hoje funcionam no antigo pronto-socorro. Isso abriria espaço para transformar essas áreas em novas enfermarias e até retomar antigos leitos de UTI da época da pandemia.

A visita ao CMI também trouxe boas expectativas. Segundo o responsável pela obra, a previsão é que a unidade seja concluída em até 45 dias. Paralelamente, a Secretaria trabalha na aquisição dos equipamentos e mobiliários hospitalares necessários, como camas, respiradores e monitores. Os itens estão em fase de definição quanto ao processo de compra, podendo ser adquiridos por adesão a atas já existentes ou por meio de nova licitação. Está prevista ainda uma pequena reforma no terceiro andar do CMI, que abrigará a nova UTI Pediátrica, com recursos que deverão ser viabilizados pela Assembleia Legislativa.

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Lúcia Helena destacou que os processos seletivos para a contratação de médicos pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem já estão em andamento. A expectativa é que os profissionais da Santa Casa, que será desativada, possam ser aproveitados na nova estrutura de atendimento da rede municipal.

A agenda de visitas da secretária foi concluída com uma visita à UPA Pascoal Ramos, onde também foram realizadas vistorias estruturais e levantamentos de demandas para melhorias nos serviços.

#PraCegoVer

A imagem mostra a secretária de Saúde de Cuiabá realizando uma visita técnica às obras do Centro Médico Infantil (CMI). Ela está acompanhada de outros três servidores, e todos estão no canteiro de obras da unidade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do milho recua no Brasil com avanço da safrinha e demanda fraca; exportações seguem em ritmo positivo em junho

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O mercado brasileiro de milho encerrou a semana com viés de baixa nas cotações, refletindo um ambiente de demanda mais cautelosa e expectativas de aumento da oferta com o avanço da colheita da segunda safra (safrinha). Segundo a consultoria Safras & Mercado, os compradores seguem atuando de forma pontual, priorizando aquisições imediatas e aguardando maior disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

O cenário combina pressão de preços no mercado interno com fundamentos externos relativamente mais estáveis, ainda que sem força suficiente para sustentar altas no curto prazo.

Demanda interna segue lenta e compradores aguardam safra avançar

A movimentação no mercado físico do milho segue limitada, com consumidores adotando postura mais defensiva. As negociações são pontuais e o foco está na expectativa de entrada mais expressiva da safrinha no mercado ao longo das próximas semanas.

Apesar da colheita ainda estar em fase inicial em grande parte das regiões produtoras, produtores já começam a aumentar a oferta disponível, ajustando preços diante da necessidade de escoamento da produção.

Esse movimento de maior flexibilidade nas pedidas reforça o viés de baixa no curto prazo, em um ambiente de liquidez reduzida e compradores aguardando melhores oportunidades.

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Paridade de exportação perde força com Chicago fraca e dólar estável

No mercado externo, a paridade de exportação teve pouca variação ao longo da semana. O dólar apresentou movimentos moderados, enquanto a Bolsa de Chicago permaneceu próxima das mínimas recentes, pressionada pelo bom desenvolvimento das lavouras de milho nos Estados Unidos.

Esse cenário reduziu o suporte para os preços internos, limitando qualquer reação mais consistente no mercado físico brasileiro.

Milho recua no Brasil e preços variam entre regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 60,08 no dia 18 de junho, queda de 1,71% frente aos R$ 61,12 registrados na semana anterior.

Entre as principais praças acompanhadas, os preços foram os seguintes:

  • Cascavel (PR): R$ 58,00/saca (-3,33%)
  • Campinas (SP – CIF): R$ 65,00/saca (estável)
  • Mogiana (SP): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00/saca (estável)
  • Erechim (RS): R$ 68,00/saca (-1,45%)
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rio Verde (GO): R$ 56,00/saca (-3,45%)

O comportamento regional reforça um mercado heterogêneo, com pressão mais intensa em áreas próximas à colheita e maior estabilidade em polos consumidores.

Exportações de milho crescem em volume e receita em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações brasileiras de milho seguem em crescimento no início de junho.

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Até o momento (9 dias úteis), os dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam:

  • Receita total: US$ 61,626 milhões
  • Média diária: US$ 6,847 milhões
  • Volume exportado: 265,162 mil toneladas
  • Média diária: 29,462 mil toneladas
  • Preço médio: US$ 232,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 46,9% na receita média diária
  • Crescimento de 59,5% no volume exportado
  • Queda de 7,9% no preço médio por tonelada

O desempenho indica maior competitividade do milho brasileiro no mercado internacional, ainda que com preços médios mais pressionados.

Mercado do milho entra em fase decisiva com avanço da safrinha

Com a colheita da safrinha ganhando ritmo nas próximas semanas, o mercado de milho no Brasil tende a permanecer sob pressão no curto prazo. A combinação entre maior oferta, demanda interna contida e fundamentos externos mais fracos sustenta o viés de baixa, enquanto o desempenho das exportações segue como principal fator de equilíbrio para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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