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Raça Nelore brilha na 90ª Expozebu com mais de 1.100 animais e faturamento superior a R$ 150 milhões

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A 90ª edição da Expozebu, realizada em Uberaba (MG), consagrou a força da raça Nelore na pecuária brasileira, reunindo criadores de todas as regiões do país e promovendo uma vitrine genética de alto nível. A participação expressiva da raça foi marcada por grandes números tanto nas pistas quanto nos negócios realizados ao longo do evento.

Presença expressiva de animais e expositores

Durante a exposição, foram apresentados 1.148 animais das variedades Nelore, Nelore Mocho e Nelore Pelagens, levados por 155 expositores de 16 estados brasileiros. A distribuição foi a seguinte:

  • Nelore: 692 animais de 91 expositores
  • Nelore Pelagens: 326 animais de 47 expositores
  • Nelore Mocho: 130 animais de 17 expositores

A diversidade e a qualidade dos exemplares demonstraram o comprometimento dos criadores com o melhoramento genético da raça, além de fortalecerem a importância da Expozebu como principal vitrine da pecuária nacional.

Faturamento ultrapassa R$ 150 milhões em leilões e shoppings

Além dos julgamentos, a raça Nelore também se destacou nos negócios. Ao todo, foram realizados 20 leilões e cinco shoppings de vendas, que movimentaram mais de R$ 150 milhões. Os resultados confirmam a valorização do Nelore no mercado e o interesse crescente de investidores e criadores.

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Reconhecimento nacional e internacional

A repercussão positiva da participação da raça na Expozebu foi destacada por Victor Miranda, presidente da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB).

“Foi uma exposição fantástica e de alta qualidade genética. Ficamos extremamente satisfeitos com a presença de selecionadores da raça Nelore vindos de todas as regiões do país e de diversos países, inclusive da Índia. Os números alcançados nos leilões também superaram as expectativas. Foi mais uma demonstração da força do Nelore, a raça-mãe da pecuária brasileira”, afirmou.

Nelore segue como referência da pecuária nacional

A performance da raça Nelore na 90ª Expozebu reforça seu papel central na pecuária brasileira. Com grande representatividade nas pistas e nos negócios, a raça se mantém como símbolo de produtividade, adaptação e qualidade genética, atraindo criadores e investidores do Brasil e do exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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