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Evento “Conexão Tecnológica” fortalece genética suína e capacita profissionais da suinocultura

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Com foco na inovação genética e na capacitação técnica de profissionais da suinocultura, a Topigs Norsvin realizou, no dia 29 de abril, o evento exclusivo “Conexão Tecnológica” na matriz da Aurora Coop, em Chapecó (SC). A ação reuniu mais de 100 profissionais ligados à cadeia produtiva para uma imersão em conteúdos práticos e aplicáveis à rotina das granjas, reforçando o compromisso com o desenvolvimento do setor e a evolução do programa genético GA 2030.

Capacitação técnica e inovação no centro do debate

Promovido exclusivamente para a Aurora Coop, cooperativa parceira da empresa, o “Conexão Tecnológica” teve como propósito aprimorar o conhecimento dos profissionais que atuam nos sistemas integrados. A programação incluiu palestras e debates voltados aos principais desafios técnicos da suinocultura moderna, com ênfase na aplicação prática dos conteúdos apresentados.

Temas abordados: genética, manejo e saúde animal

Entre os temas discutidos, destacaram-se o melhoramento genético, o manejo de recria, a preparação de marrãs, o ciclo estral das fêmeas suínas, o controle de enfermidades reprodutivas e a qualidade do sêmen. As apresentações foram conduzidas por especialistas da Topigs Norsvin e da Aurora Coop, que trouxeram abordagens técnicas alinhadas à realidade das granjas, buscando resultados efetivos no campo.

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Troca de conhecimento como motor do avanço genético

Segundo o diretor técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes, a proposta do evento vai além da simples transmissão de conhecimento. “O Conexão Tecnológica é uma ferramenta estratégica para garantir que a genética alcance todo o seu potencial no campo. Mais do que apresentar informações, buscamos construir um entendimento conjunto com os profissionais que estão no dia a dia das granjas. É nesse espaço de troca que o verdadeiro ganho genético se concretiza”, afirmou.

Parceria consolidada pelo GA 2030

O evento foi encerrado com a presença de Adauto Canedo, diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, e Luiz Carlos Giongo, gerente Corporativo de Suinocultura da Aurora Coop. Ambos destacaram a importância da parceria entre as duas instituições na consolidação do programa genético GA 2030, que vem se destacando como referência em produtividade e eficiência na suinocultura brasileira.

O “Conexão Tecnológica” reforça o compromisso da Topigs Norsvin e da Aurora Coop com a evolução da suinocultura por meio da capacitação técnica e da inovação genética. O encontro mostrou que o avanço do setor passa pela integração entre conhecimento científico e prática no campo, fortalecendo a competitividade e os resultados nas granjas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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