Mato Grosso

Operação Mute realizada em 41 unidades penais de MT remove 65 celulares e outros materiais ilícitos

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A sétima fase da Operação nacional Mute, realizada simultaneamente nas 41 unidades penais de Mato Grosso, nesta quinta-feira (20.3), foi encerrada com um saldo de apreensões de 65 celulares, 73 chips de telefonia e 63 carregadores e cabos, entre outros materiais ilícitos.

A operação foi deflagrada pela Secretaria de Estado de Justiça, e é coordenada no país pela Secretaria Nacional de Política Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O trabalho fortalece as ações já em desenvolvimento, desde o final do ano passado, pelo Governo do Estado, dentro do programa estadual Tolerância Zero contra Facções Criminosas.

O secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, reforçou que o foco da operação foi a remoção de meios de comunicação, principalmente os celulares, mas também o combate a todo tipo de material ilícito dentro das unidades prisionais de Mato Grosso.

“O trabalho coordenado que o Estado vem desenvolvendo desde o ano passado para combater as atividades das facções criminosas começa a apresentar resultados, a exemplo da operação desta quinta-feira, onde em 82% das unidades prisionais não foram encontrados celulares, um meio de comunicação que criminosos usam para ordenar ações ilícitas nas ruas”, pontuou o gestor, acrescentando que as rotinas frequentes de operações de revistas e adequações de segurança, aliadas ao empenho e dedicação dos policiais penais, têm alcançado os resultados apresentados.

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As revistas nas 41 unidades prisionais de Mato Grosso contou com o emprego de 500 policiais penais. Em Cuiabá, os alunos do Curso de Formação Inicial da Academia da Polícia Penal também participaram da operação na Penitenciária Central do Estado, que contou ainda com reforço de equipes do Serviço de Operações Especializadas, Grupo de Intervenção Rápida e Gerência de Operações com Cães.

Em todas as unidades foram realizadas limpezas nas celas e removidos materiais ilícitos como armas artesanais, porções de maconha e fones de ouvido.

Operação nacional

Nas seis fases anteriores da Operação Mute, a Senappen contabilizou nas 27 unidades federativas do País a apreensão de mais de 5 mil aparelhos de dentro de presídios no País.

A operação de inteligência é realizada simultaneamente no país, cujo objetivo é o enfrentamento das comunicações proibidas no interior das unidades prisionais, por meio de revistas estratégicas.

A Senappen reforça que a operação consolida a presença do Estado, reforça a segurança pública e fomenta o fortalecimento de rotinas e procedimentos de revistas rigorosas que garantem maior segurança e fiscalização nas unidades prisionais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Hospital Regional de Sinop recebe reconhecimento nacional em prática de segurança do paciente

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O Hospital Regional de Sinop, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), está entre os quatro hospitais com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto que obtiveram melhor classificação nas práticas de segurança do paciente em Mato Grosso.

O ranking está disponível no relatório da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente de 2025, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Conforme a avaliação da Anvisa, o alto nível considerado para o Hospital Regional de Sinop representa um percentual de 67% a 100% de conformidade às práticas de segurança do paciente, com base em 21 indicadores avaliados.

“Este reconhecimento nacional da Anvisa é resultado das ações da Secretaria de Estado de Saúde, que aprimora o cuidado prestado à população e reforça a cultura de segurança do paciente para realizar um atendimento de excelência”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A avaliação é realizada anualmente, com inscrição voluntária das unidades de saúde, por meio do preenchimento de formulário eletrônico da Anvisa, sob coordenação das vigilâncias sanitárias estaduais.

“O Hospital Regional de Sinop concorreu na categoria hospital que tem UTI adulto, mas a avaliação da Anvisa é sobre o hospital como um todo. Então, além da UTI, a agência analisa a clínica médica, clínica cirúrgica, centro cirúrgico, clínica ortopédica e box de emergência. Por isso, o resultado é ainda mais significativo”, acrescentou a secretária adjunta de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Alessandra Moraes.

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Conforme o diretor do Hospital Regional de Sinop, Jean Carlos Alencar, a classificação de alta conformidade foi obtida pela primeira vez e se deve à atuação das equipes do hospital.

“Em especial, ao trabalho realizado pelo Núcleo de Segurança do Paciente e pelo Núcleo de Educação Permanente do hospital e, claro, pelo envolvimento e comprometimento de toda a equipe que atua na nossa UTI adulto para garantir um ambiente assistencial seguro e de acordo com os protocolos nacionais”, explicou o diretor.

O hospital promove capacitações não só para os funcionários da UTI, mas para toda a unidade. Em 2025, foram ofertadas 153 capacitações para a equipe técnica da unidade.

“O reconhecimento conquistado pelo Hospital Regional de Sinop na segurança do paciente representa um avanço para todos os hospitais estaduais. Ao reduzir eventos adversos e qualificar a assistência, a unidade se torna referência em eficiência e boas práticas. Essa conquista fortalece a padronização do cuidado e impulsiona a evolução das demais unidades”, concluiu a secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Mara Penha.

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Conheça o trabalho das comissões e núcleos do hospital

O Hospital Regional de Sinop conta com a equipe da Comissão de Feridas, que atua na avaliação, prevenção e tratamento de lesões por pressão, além de outros tipos de feridas, promovendo práticas seguras e eficazes para a recuperação dos pacientes.

O Núcleo de Educação Permanente em Saúde (NEPS) desempenha um papel fundamental na capacitação contínua dos profissionais, com a realização de treinamentos alinhados aos protocolos institucionais e às melhores práticas assistenciais.

O Núcleo de Segurança do Paciente é responsável por instituir e monitorar os protocolos de segurança, além de realizar a notificação de eventos por meio do sistema Notivisa, o que contribui para a vigilância e prevenção de riscos.

Por sua vez, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) implanta e monitora protocolos voltados à prevenção e controle de infecções, além de alimentar sistemas de monitoramento como o LimeSurvey, para fortalecer a gestão e a análise de dados no hospital.

Já a Comissão de Óbitos, responsável pela análise das mortes na unidade, especialmente nos casos em que há suspeita de eventos adversos relacionados à assistência, contribuindo para a identificação de melhorias nos processos de cuidado.

Fonte: Governo MT – MT

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