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Brangus Destaca Potencial de Expansão da Raça no Brasil em Exposição nos Estados Unidos

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O crescente potencial da raça Brangus no Brasil foi um dos destaques durante a participação da comitiva brasileira no Houston Livestock Show and Rodeo, evento realizado em Houston (EUA), de 5 a 8 de março. O encontro, promovido pela Internacional Brangus Breeders Association (IBBA), reuniu mais de 200 criadores norte-americanos e lideranças da América Latina e Central. Durante o evento, Roberto Grecellé, executivo da Associação Brasileira de Brangus (ABB), apresentou o potencial comercial da raça, especialmente no cruzamento com zebuínos, que dominam as extensas áreas de pecuária no Brasil.

“Foi um momento único para demonstrar o potencial do Brasil no setor, fortalecer nossas relações internacionais e antecipar o que será exibido durante o Congresso Mundial do Brangus, que acontecerá em Londrina (PR) em 2026”, afirmou Grecellé. Acompanhado do vice-presidente da ABB e criador Cristopher Filippon, Grecellé também destacou o retorno de Filippon ao evento em 2025 para compartilhar mais informações sobre a produção de Brangus no Brasil com os criadores norte-americanos.

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Exposição e Julgamento de Animais

Durante a visita, a comitiva da ABB acompanhou a exposição de animais e os dois dias de julgamentos. O destaque da exposição foi o criador Dustin Scott Valusek, de Fort Worth, Texas, que conquistou o grande campeonato nos machos pretos com o touro RCC Unorthodox 804K1 e o título reservado nas fêmeas pretas com MP MS Finley 74L7 “Kiki”. Valusek, entusiasmado com o projeto apresentado pelo Brasil, confirmou sua presença no evento de 2026. “Estou animado para retornar ao Brasil no Congresso Mundial de 2026”, disse o criador.

Envolvimento Jovem com a Raça

A comitiva da ABB também teve a oportunidade de se reunir com o movimento Brangus Júnior, um grupo composto por filhos de criadores norte-americanos, jovens entusiastas da raça e novos interessados. Com mais de 300 jovens e 30 anos de atividade, o movimento tem se mostrado fundamental na promoção da raça Brangus nos Estados Unidos. Durante o encontro, foram discutidos o sistema organizacional e as ferramentas de autofinanciamento utilizadas pelo grupo. Grecellé destacou a importância de implementar esse modelo no Brasil para fortalecer as ações do grupo jovem da raça, objetivo da atual diretoria da ABB.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em maio e receita supera US$ 1,3 bilhão

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo de crescimento em maio de 2026, impulsionadas pela valorização da proteína animal no mercado externo e pelo avanço consistente dos embarques. Até a terceira semana do mês, o faturamento acumulado das vendas externas alcançou US$ 1,321 bilhão, superando todo o resultado obtido em maio de 2025, quando a receita somou US$ 1,134 bilhão.

O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no comércio global e mantém o setor pecuário atento aos impactos positivos da demanda internacional sobre o mercado interno.

Preço médio da carne bovina exportada registra forte valorização

O principal fator por trás do crescimento da receita foi a expressiva valorização do preço médio pago pela carne bovina brasileira no exterior.

Até a terceira semana de maio de 2026, a tonelada da proteína exportada foi negociada, em média, a US$ 6.492,4. No mesmo período do ano passado, o valor médio era de US$ 5.202,2 por tonelada.

A alta demonstra maior valorização da carne brasileira nos mercados compradores e amplia a rentabilidade das exportações realizadas pelos frigoríficos nacionais.

Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a receita média diária. Em maio deste ano, o faturamento diário das exportações chegou a US$ 88,072 milhões, avanço de 63,1% em relação aos US$ 54,005 milhões registrados em maio de 2025.

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Embarques de carne bovina mantêm ritmo acelerado

Além da valorização dos preços, o volume exportado também segue elevado em 2026.

Até a terceira semana de maio, o Brasil embarcou 203,480 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O volume já se aproxima do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, quando os embarques fecharam em 218,003 mil toneladas.

Na média diária, os embarques atingiram 13,565 mil toneladas em maio de 2026, acima das 10,381 mil toneladas por dia registradas no mesmo período de 2025.

O desempenho confirma a continuidade da demanda internacional aquecida pela proteína brasileira, mesmo diante de um cenário global ainda marcado por oscilações econômicas e custos elevados de produção em diferentes países.

Demanda externa fortalece pecuária brasileira

A valorização da carne bovina exportada impacta diretamente toda a cadeia pecuária nacional. Com maior rentabilidade nas vendas externas, os frigoríficos exportadores tendem a intensificar a demanda por animais prontos para abate no mercado interno.

O movimento é acompanhado de perto pelos pecuaristas, já que o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços do boi gordo e sobre a dinâmica de compra da indústria frigorífica.

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Além disso, o aumento do valor agregado da proteína brasileira reforça a posição do Brasil entre os principais fornecedores mundiais de carne bovina, sustentado pela escala de produção, competitividade e capacidade de atender grandes mercados consumidores.

Mercado acompanha fechamento das exportações de maio

O setor pecuário segue atento ao desempenho das exportações nas próximas semanas, já que o fechamento completo de maio poderá consolidar um dos melhores resultados recentes para a carne bovina brasileira.

A expectativa do mercado é de continuidade da demanda externa firme ao longo de 2026, especialmente diante da necessidade global de abastecimento regular de proteínas animais.

Com preços mais altos e embarques em ritmo forte, a carne bovina brasileira mantém protagonismo no comércio internacional e fortalece a geração de receita para a cadeia exportadora do agronegócio nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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