A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Água Boa (630 km de Cuiabá), recuperou, nesta quarta-feira (19.2), o valor de R$ 8,6 mil, que um idoso de 68 anos havia perdido ao cair no golpe do empréstimo.
O golpe aconteceu no dia 7 de fevereiro, quando um homem entrou em contato com o idoso pelo telefone e o convenceu a transferir R$ 8,6 mil para uma conta indicada pelo suspeito, acreditando que, após a transferência, receberia uma quantia maior.
Seis dias depois, no dia 13 de fevereiro, o idoso percebeu que havia caído em um golpe e procurou a Polícia Civil, que deu início às investigações.
O suspeito foi identificado e, com auxílio da instituição bancária, que realizou os procedimentos necessários, foi constatado que havia dinheiro na conta para onde o idoso tinha realizado a transferência e, com isso, foi possível recuperar todo o dinheiro da vítima nesta quarta-feira (19.2).
O suspeito foi identificado pela conta utilizada no crime, que é de uma agência bancária de São Paulo. Ele será indiciado por estelionato. A Polícia Civil segue apurando o caso para identificar outros possíveis envolvidos no crime.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.
Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.
O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.
As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.
Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.
Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.
Nome da operação
O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.
Operação Pharus
A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
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