Mato Grosso

Mulher é presa pela Polícia Militar após esfaquear o marido em Sorriso

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Uma mulher de 40 anos foi presa pela Polícia Militar pelo crime de tentativa de homicídio, na tarde deste domingo (27.10), em Sorriso. A suspeita foi conduzida em flagrante pela PM, após atingir o próprio marido com golpes de faca.

Por volta de 16h20, a equipe do 12º Batalhão foi acionada para comparecer no bairro Residencial Vila Bela, para verificação de denúncias sobre um homem que havia sido esfaqueado no local.

No endereço, os militares encontraram a vítima consciente e sendo socorrida pelo Corpo de Bombeiros. Para os policiais, o homem afirmou que a autora do crime seria sua esposa. Ainda segundo o homem, ele e a suspeita estavam consumindo bebidas alcoólicas e iniciaram uma discussão, momento em que a mulher pegou uma faca e lhe atingiu.

A suspeita também se encontrava na residência e não resistiu a abordagem policial. Em depoimento, ela confessou o crime e disse que esfaqueou o homem após um momento de raiva, ao descobrir uma relação extraconjugal da vítima.

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Diante da situação, a mulher foi conduzida para a delegacia de Sorriso para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. A vítima foi encaminhada para o Hospital Regional da cidade e recebeu os atendimentos médicos necessários.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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