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Mercados Asiáticos Registram Alta Após Conversa Entre Trump e Xi

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Os mercados acionários da China e de Hong Kong encerraram a segunda-feira em alta, impulsionados pelo alívio nas tensões entre Estados Unidos e China após um telefonema entre o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping.

Desempenho dos Principais Índices

O índice Xangai avançou 0,08%, enquanto o CSI300, que agrupa as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,45%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta significativa de 1,75%.

O setor de tecnologia liderou os ganhos fora do continente chinês. A Meituan, plataforma de entrega de alimentos, saltou 6,8%, enquanto a gigante do e-commerce Alibaba registrou valorização de 6,1%.

Contexto e Impacto da Ligação

O otimismo foi alimentado pela conversa telefônica entre Trump e Xi na última sexta-feira. Os dois líderes discutiram temas como o aplicativo TikTok, comércio bilateral e questões relacionadas a Taiwan. Apesar das promessas de Trump, que incluem novas tarifas que podem aumentar as tensões comerciais, a manutenção do diálogo entre os países foi bem recebida pelos mercados.

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“Isso é um sinal positivo, pelo menos eles continuam em diálogo”, afirmou Jason Chan, estrategista sênior do Bank of East Asia. “Após a vitória de Trump, o mercado já precificou muitos riscos. Agora há espaço para uma leve recuperação do sentimento, após o pessimismo inicial.”

Contudo, investidores permanecem cautelosos diante de possíveis aumentos na volatilidade, já que Trump deve anunciar uma série de decretos, incluindo medidas relacionadas a segurança, tarifas e imigração.

Desempenho dos Mercados na Região da Ásia-Pacífico
  • Tóquio (Nikkei): Alta de 1,17%, a 38.902 pontos.
  • Hong Kong (Hang Seng): Avanço de 1,75%, a 19.925 pontos.
  • Xangai (SSEC): Subida de 0,08%, a 3.244 pontos.
  • CSI300 (Xangai e Shenzhen): Crescimento de 0,45%, a 3.829 pontos.
  • Seul (Kospi): Queda de 0,14%, a 2.520 pontos.
  • Taiwan (Taiex): Alta de 0,51%, a 23.266 pontos.
  • Cingapura (Straits Times): Leve queda de 0,07%, a 3.807 pontos.
  • Sydney (S&P/ASX 200): Avanço de 0,45%, a 8.347 pontos.

A semana promete atenção redobrada dos investidores, à medida que as medidas do novo governo dos Estados Unidos devem continuar influenciando o humor dos mercados globais.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Inadimplência no crédito rural atinge 11,4% e acende alerta no agronegócio brasileiro

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Crédito rural enfrenta pior nível de inadimplência da história recente

A inadimplência no crédito rural atingiu 11,4% em outubro de 2025, o maior patamar desde o início da série histórica, segundo dados da CNA. O indicador representa um salto expressivo em relação ao mesmo período de 2024, quando estava em 3,54%, e reforça o cenário de maior pressão financeira sobre produtores e empresas do agronegócio.

Além disso, o número de empresas do setor em recuperação judicial também avançou, chegando a 13,53 a cada mil empresas ativas, sinalizando um ambiente de crédito mais restritivo e desafiador.

CONACREDI se reposiciona e deixa de ser evento para virar ecossistema permanente

Em meio ao avanço da inadimplência e à maior complexidade na gestão de risco no campo, o CONACREDI anuncia uma mudança estrutural em sua atuação.

O congresso, que ao longo de dez anos se consolidou como o principal encontro de crédito do agronegócio na América Latina, passa a operar como um ecossistema contínuo de qualificação, deixando de ser apenas um evento anual.

A transformação também inclui o lançamento de uma nova identidade visual, que simboliza a transição para um modelo permanente de produção e disseminação de conhecimento.

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Crédito agro se torna área estratégica nas decisões do setor

Segundo a organização, o movimento acompanha uma mudança mais ampla no próprio agronegócio: o crédito deixou de ser apenas uma função operacional e passou a ocupar posição estratégica nas decisões empresariais.

Com margens mais pressionadas, aumento da inadimplência e maior necessidade de análise de risco, a tomada de decisão no setor exige cada vez mais dados, qualificação técnica e integração entre áreas financeiras e operacionais.

Ecossistema integra eventos, formação e inteligência de mercado

O novo modelo do CONACREDI reúne diferentes iniciativas que passam a funcionar de forma integrada ao longo do ano, formando uma rede contínua de conhecimento:

  • Congresso anual do crédito agro
  • Road shows regionais em diferentes estados
  • Pesquisa Nacional do Crédito Agro
  • CONACREDI Awards
  • MBA em Crédito, Comercialização e Gestão de Riscos no Agronegócio
  • COMUCREDI (comunidade de profissionais do setor)
  • Vitrine do Profissional de Crédito Agro
  • Livro “Vozes do Crédito Agro”

Cada frente atua em uma camada específica do ecossistema, desde a geração de dados e debates regionais até a formação de profissionais e conexão entre empresas e talentos.

Formação, dados e conexão fortalecem gestão de risco no agro

De acordo com a organização, o objetivo do ecossistema é consolidar um hub estruturado de conhecimento aplicado ao crédito agro, com impacto direto na governança e na tomada de decisão.

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Entre os principais efeitos esperados estão a qualificação técnica dos profissionais, maior precisão na análise de risco, melhoria na gestão financeira das operações e adaptação à crescente digitalização do setor.

“Cenário exige atualização constante”, afirma CEO do CONACREDI

Para a CEO do CONACREDI, o momento atual do crédito agro exige maior preparo técnico e integração entre áreas.

“O crédito agro vive um novo ciclo, marcado por maior complexidade na análise de risco, pressão sobre margens, aumento da inadimplência e necessidade de decisões mais rápidas e embasadas. Esse cenário exige atualização constante, integração entre áreas e acesso contínuo à informação qualificada”, afirma Mayra Delfino.

Panorama

O avanço da inadimplência no crédito rural reforça a necessidade de estruturas mais robustas de gestão de risco no agronegócio brasileiro. Ao mesmo tempo, iniciativas como a transformação do CONACREDI em ecossistema permanente indicam uma tendência de profissionalização contínua e maior integração entre dados, formação e mercado financeiro no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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