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Semob faz nova interdição na Av. Miguel Sutil para obras no Complexo Viário Leblon

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A partir das 8h deste sábado (18), uma nova interdição será implementada na avenida Miguel Sutil para dar continuidade às obras do Complexo Viário Leblon. Para minimizar os impactos no trânsito, especialmente nos horários de pico, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), informa que rotas de desvios serão disponibilizadas. Motoristas também serão orientados por meio de painéis móveis, placas orientativas e faixas aéreas instaladas na região.

A nova fase da obra, que inclui a construção de uma trincheira no sentido Miguel Sutil-Rodoviária, tem previsão de duração de oito meses. A Semob recomenda que os condutores planejem seus trajetos com antecedência e utilizem as vias alternativas sugeridas para reduzir os transtornos durante o período de interdição.

Essa intervenção faz parte de um projeto realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra). A trincheira do Jardim Leblon, um dos principais componentes do Complexo, está sendo construída na Avenida Miguel Sutil, no sentido Coxipó-Rodoviária, e envolve a escavação de um túnel, além de outras melhorias.

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O projeto inclui ainda o reforço de estruturas já existentes, com o objetivo de aumentar a eficiência no fluxo de veículos entre a Avenida do CPA e a Avenida Miguel Sutil.

A Prefeitura de Cuiabá e o Governo do Estado reafirmam o compromisso de informar a população sobre as etapas da obra, que trará avanços significativos para a mobilidade urbana na capital.

Rotas de Acesso

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), orienta os motoristas sobre as rotas alternativas durante a interdição na Avenida Miguel Sutil, próxima à YAKAO distribuidora.

Sentido Avenida Fernando Corrêa da Costa – Rodoviária:

O trecho estará bloqueado nas proximidades da YAKAO.

Motoristas devem virar à direita na Rua Couto Magalhães e, em seguida, à esquerda na Rua Nova. Depois segue direto até a Avenida Arquimedes Pereira Lima. Esse trajeto contará com semáforo na Avenida Miguel Sutil e Arquimedes Pereira Lima.

Placas informativas no local orientarão os condutores a acessar a Avenida Arquimedes Pereira Lima e depois a Rua 8 de Janeiro, retornando à Avenida Miguel Sutil para continuar o trajeto.

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Sentido Rodoviária – Avenida Fernando Corrêa da Costa:

Para acessar a Avenida Arquimedes Pereira Lima, o condutor deverá virar à esquerda na Rua Couto Magalhães, seguir pela Rua Nova e continuar até a Avenida Arquimedes Pereira Lima.

A partir daí, é possível seguir à direita em direção ao Jardim das Américas, Jardim Imperial ou demais bairros da região.

Esse trajeto também contará com semáforo para organizar o fluxo.

Atenção aos condutores de caminhões pesados:

O tráfego de veículos pesados está proibido nesse desvio. Placas informativas foram instaladas para orientar sobre essa restrição.

A Semob reforça a importância de seguir as sinalizações no local para garantir a segurança e a fluidez do trânsito.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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