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Oscilação nos Preços de Frutas em Minas Gerais: Manga e Mamão Registram Queda

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A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), em parceria com a Emater-MG, Epamig e IMA, divulgou um estudo sobre os preços das principais frutas comercializadas no entreposto de Contagem, na CeasaMinas. O levantamento, que abrange o período de 2 a 13 de dezembro de 2024, revelou oscilações nos preços das frutas, influenciadas por fatores como clima, oferta, demanda e concorrência.

Frutas com Alta nos Preços

Entre as frutas com elevação nos preços, destaca-se o abacaxi Pérola, que registrou uma alta média de 4,2%, fechando a R$ 83,33 por dúzia. A banana Prata teve um aumento de 5,3% na primeira semana, estabilizando-se em R$ 5,00 por quilo. O coco verde também teve uma variação média de 7,4%, alcançando o preço de R$ 2,90 por unidade. A maçã Gala registrou uma alta de 4,1%, com o preço final de R$ 9,53 por quilo. A melancia graúda se destacou com um aumento de 18,4%, atingindo R$ 1,93 por quilo.

Frutas com Queda nos Preços

Em contraste, a laranja Pera apresentou uma redução de 3,7%, terminando o período a R$ 4,33 por quilo. A manga Tommy teve uma queda média de 6,7%, sendo comercializada a R$ 2,50 por quilo. O mamão Formosa também registrou uma queda de 2,7%, fechando a R$ 3,33 por quilo.

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Frutas com Preços Estáveis

O limão Tahiti e a uva Itália mantiveram estabilidade nos preços, com o limão sendo comercializado a R$ 4,50 por quilo e a uva a R$ 15,62 por quilo.

Fatores Climáticos e Oferta Impactam os Preços

A variação nos preços das frutas foi impactada por diversos fatores, entre eles as condições climáticas e a oferta limitada durante a entressafra. A escassez de qualidade e a redução da oferta de abacaxi, banana, maçã e melancia refletiram nas altas de preços. Por outro lado, as quedas no preço da manga e do mamão são atribuídas à maior oferta no mercado e à demanda mais restrita.

Comparativo de Preços

Ao comparar os períodos de 2 a 6 de setembro e 9 a 13 de dezembro, observa-se que apenas o limão e a uva apresentaram estabilidade. A banana e a maçã tiveram aumento devido à menor disponibilidade, enquanto a melancia teve o preço impulsionado pela escassez de qualidade. Por sua vez, a laranja, com melhoria na qualidade, teve uma leve queda, e a manga seguiu pressionada pela alta oferta interna e pela concorrência externa.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de girassol da Argentina bate recorde histórico e impulsiona exportações bilionárias

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A safra argentina de girassol 2025/26 entrou para a história ao registrar recordes simultâneos de área cultivada, produtividade média e produção total. Os dados divulgados pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires mostram um avanço expressivo da cultura, consolidando o país como um dos principais players globais do mercado de óleo e derivados de girassol.

O desempenho histórico foi impulsionado pela expansão da área semeada, boas condições climáticas em regiões estratégicas e resultados produtivos acima da média em grande parte das lavouras.

Área cultivada cresce quase 30% na Argentina

Segundo a entidade argentina, a área plantada com girassol alcançou 2,85 milhões de hectares na temporada 2025/26, superando em 5,6% o recorde anterior, registrado na safra 2007/08, quando o cultivo ocupou 2,7 milhões de hectares.

Na comparação com o ciclo passado, a expansão foi ainda mais expressiva, com crescimento de 29,5%.

O principal avanço ocorreu na região do Nordeste Argentino (NEA), onde a área cultivada disparou 224%. Também houve aumento relevante nas províncias de Córdoba e no centro-norte de Santa Fé, reforçando o movimento de expansão da oleaginosa no país.

Condições climáticas favoreceram desenvolvimento das lavouras

O ciclo agrícola foi marcado por boa disponibilidade hídrica nas regiões norte e oeste da Argentina, fator que contribuiu para o desenvolvimento das plantas e para o elevado potencial produtivo.

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Em parte do centro-leste e do sudeste argentino, porém, o déficit hídrico registrado entre janeiro e fevereiro provocou maior variabilidade nos rendimentos das lavouras.

Mesmo assim, os resultados médios ficaram próximos ou ligeiramente acima dos padrões históricos, garantindo o melhor desempenho já registrado pela cultura no país.

Produtividade e produção também quebram recordes

A produtividade média nacional foi estimada em 23,6 quintais por hectare, superando o recorde anterior de 23,4 quintais por hectare obtido na safra 2024/25.

Com isso, a produção total de girassol da Argentina atingiu 6,6 milhões de toneladas, volume histórico que representa:

  • alta de 32% frente ao recorde anterior, de 5 milhões de toneladas;
  • crescimento de 60,2% em relação à média das últimas cinco campanhas agrícolas.

O resultado fortalece ainda mais a posição da Argentina no mercado internacional de óleo de girassol, segmento no qual o país possui participação estratégica nas exportações globais.

Complexo do girassol deve movimentar mais de US$ 3,3 bilhões

O avanço da produção também deve ampliar significativamente o peso econômico da cadeia do girassol na economia argentina ao longo de 2026.

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As estimativas apontam que o Produto Bruto do complexo deve crescer 53% em relação à campanha anterior, alcançando cerca de US$ 3,304 bilhões.

Além disso:

  • a arrecadação fiscal ligada ao setor pode atingir US$ 757 milhões;
  • as exportações devem somar aproximadamente US$ 2,491 bilhões.

O aumento projetado nas vendas externas representa um avanço de US$ 819 milhões frente ao ciclo anterior, refletindo a forte demanda internacional por óleo e derivados da oleaginosa.

Mercado internacional acompanha avanço da produção

O crescimento da safra argentina ocorre em um momento de atenção global ao mercado de óleos vegetais, especialmente diante da volatilidade climática em importantes regiões produtoras e das oscilações nos preços internacionais das commodities agrícolas.

Com maior oferta disponível, a Argentina tende a ampliar sua competitividade nas exportações de óleo de girassol, podendo influenciar os fluxos globais do setor e a dinâmica dos preços internacionais nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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