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Avanços no Controle da Doença de Gumboro: Inovações em Vacinas e Imunonutrição em Debate

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A médica-veterinária Rose Pereira será uma das palestrantes do Simpósio sobre Imunossupressão e Enfermidades de Notificação Obrigatória em Aves e Suínos, evento promovido pela FACTA, que ocorrerá nos dias 18 e 19 de fevereiro de 2025, em Campinas (SP). A palestra da especialista focará nos avanços recentes no controle da Doença de Gumboro, destacando inovações nas vacinas e nas estratégias de imunonutrição.

Rose Pereira abordará as novas técnicas e tecnologias no mercado, como vacinas com cepas aprimoradas e o uso de probióticos e prebióticos para fortalecer o sistema imunológico das aves. “Embora a Doença de Gumboro seja uma enfermidade conhecida há décadas, ainda existem desafios no seu controle. A inovação acontece tanto nas vacinas quanto nas metodologias de monitoramento da doença, otimizando custos e aprimorando a precisão dos diagnósticos”, explica a palestrante.

A apresentação também enfatizará a importância de técnicas como histopatologia para distinguir cepas vacinais de variantes de campo, além de exames complementares como PCR (reação em cadeia da polimerase) e sorologia. Rose demonstrará como a combinação estratégica de dados pode prever os próximos passos para melhorar a saúde das aves, oferecendo um controle mais eficaz da enfermidade.

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Este tema será abordado no primeiro dia do simpósio, que reunirá especialistas para discutir imunossupressão e outros avanços na saúde animal. O evento busca promover práticas mais eficientes para o enfrentamento de doenças que impactam a produção avícola e suína.

Inscrições para o simpósio

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa reforça fiscalização de micotoxinas em São Paulo com tecnologia portátil de análise rápida

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O Ministério da Agricultura e Pecuária ampliou a capacidade de fiscalização de micotoxinas em produtos vegetais no estado de São Paulo com a adoção de um novo equipamento portátil de análise rápida. A tecnologia permitirá maior agilidade nas ações de inspeção conduzidas pelas equipes da defesa agropecuária, reduzindo o tempo de triagem de amostras durante operações em campo.

O equipamento será utilizado nas fiscalizações de produtos como amendoim, café, feijão, arroz e uva-passa, culturas frequentemente monitoradas devido ao risco de contaminação por micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem comprometer a segurança alimentar e gerar prejuízos à cadeia produtiva.

A nova ferramenta possibilita a realização de análises preliminares em poucos minutos, permitindo identificar rapidamente a presença ou ausência de contaminantes como aflatoxina, no amendoim, e ocratoxina, no café.

Tecnologia amplia rapidez das ações de fiscalização

O equipamento, fabricado no Reino Unido e importado da Áustria, será utilizado pelas equipes do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal em São Paulo (Sipov-SP) diretamente nos locais de coleta das amostras.

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Segundo o Ministério da Agricultura, a tecnologia representa um avanço importante na modernização das ações de fiscalização vegetal, já que permite respostas mais rápidas durante operações de monitoramento e inspeção.

Na última semana, representantes da empresa responsável pela cessão do equipamento em regime de comodato realizaram uma demonstração técnica para servidores do Mapa que atuam na fiscalização vegetal em São Paulo.

A atividade contou com a participação do superintendente do Mapa no estado, Estanislau Steck, além de equipes envolvidas nas ações de defesa agropecuária.

Análises laboratoriais oficiais continuam sendo obrigatórias

Apesar da rapidez no diagnóstico inicial, o Ministério reforça que os resultados obtidos pelo equipamento portátil possuem caráter preliminar.

Após a triagem em campo, as amostras coletadas continuam sendo encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo (LFDA/SP), responsável pelas análises laboratoriais oficiais e pela emissão dos laudos conclusivos que podem subsidiar eventuais processos administrativos.

A utilização da tecnologia deve ampliar a eficiência operacional das equipes de fiscalização, fortalecendo o monitoramento da qualidade e da segurança dos produtos vegetais destinados ao consumo interno e ao mercado exportador.

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Controle de micotoxinas é estratégico para segurança alimentar e exportações

O controle rigoroso de micotoxinas é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente em cadeias voltadas à exportação, como café e amendoim.

A presença dessas substâncias pode gerar barreiras sanitárias internacionais, restrições comerciais e riscos à saúde humana e animal, tornando o monitoramento preventivo essencial para garantir competitividade e conformidade dos produtos brasileiros.

Com a adoção do novo equipamento portátil, o Mapa busca aumentar a capacidade de resposta da fiscalização agropecuária e tornar mais eficiente o controle sanitário nas cadeias vegetais monitoradas no estado de São Paulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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