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Prefeito Emanuel Pinheiro entrega nova sede da Casa dos Conselhos da Educação

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O prefeito Emanuel Pinheiro entrega nesta quinta-feira (14), às 9 horas, a nova sede da Casa dos Conselhos da Educação. A requalificação foi realizada 100% com recursos do município e abrigará o Conselho Municipal de Educação (CME), o Conselho Municipal de Alimentação Escolar (CMAE) e o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

A obra foi realizada em duas etapas: a primeira, referente ao Arquivo da Secretaria Municipal de Educação, de dezembro de 2022 a junho de 2023, e a segunda, de dezembro de 2023 a novembro de 2024. Esse intervalo foi necessário para que houvesse a mudança do arquivo para um novo espaço.

Com a requalificação, a nova sede receberá novas atividades, com a modernização das instalações elétricas e hidráulicas, além da implantação de rede lógica.

A obra incluiu a substituição de portas e janelas internas por estruturas de alumínio. Também foram trocados os forros de madeira por forros de PVC, e o telhado ganhou estrutura metálica e telhas isotérmicas com a retirada do madeiramento e das telhas antigas.

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O espaço recebeu novos banheiros para pessoas com deficiência e rampa de acesso na entrada principal, melhorando a acessibilidade ao local.

Nas antigas paredes do prédio, foi realizado um tratamento para receber a nova pintura, e o layout foi readequado conforme as necessidades dos Conselhos.

A fachada do prédio ganhou uma nova proposta, em harmonia com o uso do espaço.

A Casa dos Conselhos ganhou novos espaços para recepção, protocolo, auditório com capacidade para 80 pessoas, copa, plenário, salas das Câmaras e da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), área de serviço, salão de arquivamento e salas administrativas e das presidências dos Conselhos.

O projeto atende às normas de acessibilidade. O novo paisagismo foi executado nos pequenos jardins existentes, e o novo layout preservou as características originais do prédio. Todos os ambientes foram climatizados.

SERVIÇO

Assunto: entrega da nova sede da Casa dos Conselhos da Educação

Data: quinta-feira, 14/11

Horário: 9h

Endereço: Rua Manoel Cavalcante Proença, S/Nº, bairro Goiabeiras

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Confinamento bovino sob pressão: adaptação sanitária dos lotes define desempenho e custo por arroba na pecuária intensiva

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Confinamento bovino exige maior controle sanitário e padronização na entrada dos animais

O avanço dos sistemas de confinamento bovino no Brasil tem elevado o nível de exigência em relação ao manejo sanitário e à padronização dos lotes. Com a entrada de animais a partir de abril — período tradicional de intensificação da terminação —, a adaptação inicial passa a ser um dos principais fatores de impacto sobre o desempenho produtivo e o custo por arroba.

Em sistemas de alta densidade, a heterogeneidade dos animais oriundos de diferentes propriedades e manejos sanitários se tornou um dos principais desafios da pecuária intensiva, afetando diretamente a previsibilidade dos resultados.

Segundo especialistas, o maior problema no confinamento não está relacionado a parasitas externos, mas sim à variabilidade sanitária dos lotes no momento da entrada.

Heterogeneidade dos lotes impacta desempenho e aumenta risco sanitário

De acordo com o médico-veterinário da Ourofino Saúde Animal, Ingo Mello, a diversidade de origem dos animais aumenta a incidência de enfermidades durante o período de adaptação.

“O principal ponto de atenção está na heterogeneidade dos animais, que chegam com diferentes históricos sanitários e maior predisposição a doenças como pneumonias, clostridioses e dificuldades de adaptação ao cocho”, explica.

Embora o confinamento reduza a presença de ectoparasitas como carrapatos e moscas, o desafio sanitário se concentra nas primeiras semanas após a entrada dos animais.

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Verminose ainda é fator crítico nas primeiras semanas do confinamento

A verminose continua sendo um dos principais entraves ao desempenho inicial dos lotes. Animais parasitados tendem a apresentar menor ganho de peso, maior variabilidade e atraso na adaptação alimentar.

O impacto é mais evidente nos primeiros 30 a 40 dias do ciclo, período decisivo para o resultado final da engorda.

Nesse contexto, o protocolo de entrada e o processamento dos animais são considerados etapas fundamentais para padronização sanitária e redução de perdas produtivas.

Protocolos de entrada e vermifugação ganham protagonismo na pecuária intensiva

A vermifugação estratégica no momento do processamento é apontada como uma das principais ferramentas para garantir eficiência no confinamento bovino.

O uso de endectocidas de amplo espectro, como o Evol, associado a estratégias de manejo que reduzam o risco de resistência parasitária, contribui para melhorar a uniformidade dos lotes e acelerar a resposta produtiva dos animais.

A proposta é eliminar rapidamente os parasitas internos e reduzir a variabilidade entre indivíduos, favorecendo ganhos mais consistentes ao longo do ciclo.

Estresse no confinamento afeta consumo e desempenho produtivo

Além dos desafios sanitários, o estresse é outro fator determinante no desempenho do confinamento bovino. A mudança de ambiente, dieta e manejo eleva os níveis de cortisol, impactando diretamente o consumo de matéria seca, a imunidade e o ganho de peso.

Segundo especialistas, estratégias de mitigação do estresse são fundamentais para garantir eficiência produtiva e redução do tempo de terminação.

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Nesse cenário, tecnologias de bem-estar animal vêm ganhando espaço, como soluções à base de modulação comportamental e fisiológica, entre elas o FerAppease, que contribui para melhor consumo alimentar, ruminação e hidratação.

Resistência parasitária e eficiência operacional exigem manejo mais técnico

O avanço da resistência parasitária também tem exigido maior precisão nas estratégias de controle. O uso repetitivo de moléculas com o mesmo mecanismo de ação reduz a eficácia dos tratamentos ao longo do tempo, exigindo protocolos mais completos e rotacionados.

Para os especialistas, o confinamento moderno deve ser tratado como um sistema de alta precisão, no qual cada decisão de manejo impacta diretamente o custo por arroba e a competitividade da operação.

Confinamento como sistema de precisão na pecuária brasileira

Mais do que uma etapa de engorda, o confinamento bovino se consolida como um sistema altamente técnico, no qual sanidade, nutrição e bem-estar animal estão diretamente ligados ao resultado econômico.

Quando bem estruturados, os protocolos de entrada permitem maior uniformidade dos lotes, redução de perdas, melhor desempenho zootécnico e maior previsibilidade financeira ao longo do ciclo produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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