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Novo híbrido de tabaco permite plantio antecipado e amplia previsibilidade para produtores

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A cadeia produtiva do tabaco passa por uma transformação com o lançamento do híbrido de Virgínia PVH2444, anunciado pela ProfiGen do Brasil no Dia do Produtor de Tabaco. Esse novo cultivar, certificado pelo Ministério da Agricultura, atende a uma antiga demanda do setor: a possibilidade de transplante em dias mais curtos e temperaturas mais baixas, permitindo o plantio ainda antes do inverno.

O PVH2444, desenvolvido por meio de melhoramento genético, proporciona uma colheita mais previsível e reduz o esforço físico dos produtores. Enquanto as variedades tradicionais só podem ser transplantadas a partir de julho, a nova cultivar permite o transplante já em abril. Vilson Arend, gerente de desenvolvimento de negócios da ProfiGen, destaca que as sementes PVH2444 estarão disponíveis no início do próximo ano para o plantio no primeiro semestre de 2025.

A nova variedade já é cultivada com sucesso em diversas propriedades no Sul do Brasil, onde técnicos da ProfiGen acompanham os resultados. “Com o PVH2444, o produtor de tabaco agora pode antecipar o plantio, evitando o desgaste da colheita no verão,” afirma Arend.

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Além disso, o PVH2444 inibe o florescimento precoce e o baixo desenvolvimento foliar mesmo em clima frio, um desafio para as cultivares anteriores. “Finalmente, o produtor tem uma semente certificada para o plantio antecipado, algo que o mercado sempre precisou,” reforça Arend. No entanto, ele alerta que, apesar dos avanços, a nova variedade não é resistente a geadas intensas.

Essa inovação combate o mercado de sementes piratas, que ganhava espaço sob o pretexto da falta de cultivares certificadas para plantio precoce. “Essas sementes ilegais ameaçam a reputação do tabaco brasileiro, conhecido mundialmente por sua qualidade e rastreabilidade,” adverte Arend. Ele acrescenta que o preço da PVH2444 será competitivo, oferecendo ao produtor segurança e qualidade alinhadas aos outros produtos da empresa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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