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Andrea Eloize: 22 Anos de Dedicação ao Serviço Público

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Em comemoração ao Dia do Servidor Público, celebrado nesta segunda-feira, 28 de outubro, destacamos a trajetória de Andrea Eloize Couto da Silva, 47 anos, servidora pública dedicada à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência. Com 22 anos de carreira no serviço público, Andrea, formada em Pedagogia, foi nomeada em 10 de outubro de 2002 como oficial administrativa. Desde então, sua atuação tem sido marcada pelo compromisso com o atendimento ao público e pelo desejo de fazer a diferença na vida das pessoas que dependem dos serviços da prefeitura.
Atualmente, Andrea é gerente do Centro de Convivência para Idosos (CCI) Maria Ignês França Auad, onde coordena atividades voltadas ao bem-estar e integração da terceira idade. Em sua trajetória, já atuou em diferentes áreas da Secretaria, incluindo o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Planalto, e foi cedida por três anos à Câmara Municipal. Além disso, Andrea também possui formação como pregoeira e foi membro da equipe de licitação.
“Eu sempre falo que sou servidora pública, porque o meu trabalho é, antes de tudo, servir ao público. Desde que entrei na Assistência Social, usei minha formação como professora para entender e atuar nos diversos âmbitos da Secretaria, que considero um dos braços mais importantes de uma prefeitura, de um estado ou de um governo federal”, ressaltou Andrea.
Sobre sua atuação com os idosos, Andrea confessa que inicialmente foi um desafio, pois não tinha experiência com essa faixa etária. Porém, ao longo do tempo, descobriu uma conexão especial com os idosos, que trouxeram um novo sentido ao seu trabalho. “Trabalhar com os idosos foi um acalento no meu coração. Eles valorizam muito os profissionais que estão aqui, desde os auxiliares até eu, como gerente. Isso me faz sentir útil e valorizada, pois sei da importância do acolhimento e do bem-estar que proporcionamos a eles”, enfatizou ela.
Para Andrea, ser servidora pública vai além de benefícios pessoais; é uma missão de contribuir para a vida das pessoas que mais precisam. “No Dia do Servidor Público, é importante lembrar que nosso papel é pensar além de nossas próprias alegrias. Nosso trabalho é fundamental para aqueles que não têm acesso a muitos serviços e políticas. Sinto muita alegria em vir trabalhar todos os dias, sabendo que muitas pessoas precisam de nós e de nosso trabalho. Isso me motiva a continuar sempre dando o meu melhor”, pontuou.
Andrea representa o compromisso e a dedicação de milhares de servidores públicos que, como ela, têm orgulho de servir à sociedade e fazer a diferença na vida de tantas pessoas.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Expansão de área e liderança na exportação sustentam safra de 770 mil toneladas de banana

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A produção catarinense de banana deve atingir 770 mil toneladas no ciclo 2025/2026, consolidando o Estado na liderança das exportações nacionais da fruta. O resultado representa um crescimento de 0,3% em comparação com o ciclo anterior, impulsionado por um avanço de 3,2% na área cultivada. Por outro lado, a produtividade média na lavoura aponta uma retração de 1,9%, estimada em 26.490 quilos por hectare. O desempenho da safra atua como indutor econômico no Norte do Estado e no Vale do Itajaí, regiões que concentram 84,7% do volume total colhido.

A dinâmica do mercado local permanece dividida entre o volume produtivo e o valor agregado da fruta na ponta da venda. A banana-caturra, conhecida como nanica, mantém o predomínio absoluto nos plantios, ocupando 72,6% da área e respondendo por 82,4% da colheita estimada. A variedade prata, embora represente uma fatia menor — 27,4% da área e 17,6% do volume —, ganha relevância pelo preço superior pago ao produtor no mercado físico. No recorte regional, o Sul de Santa Catarina apresenta menor eficiência técnica se comparado ao Norte: a região detém 24,4% da área destinada à cultura, mas participa com apenas 15,3% do volume final.

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No front externo, Santa Catarina responde por cerca de metade de toda a banana exportada pelo Brasil, tendo como principais destinos os parceiros comerciais do Mercosul, especialmente a Argentina e o Uruguai. Internamente, o município de Corupá lidera a engrenagem econômica do setor no Norte catarinense, ocupando o posto de terceiro maior produtor nacional.

Com um volume de 153,1 mil toneladas registrado no balanço de 2024, a atividade movimenta R$ 324 milhões anuais na economia local. O município partilha, junto com Jaraguá do Sul, Schroeder e São Bento do Sul, o selo de Indicação Geográfica na modalidade Denominação de Origem, certificado que atesta o amadurecimento mais lento e o maior teor de açúcar natural da fruta devido às condições climáticas de relevo da região.

O resultado projetado para a safra atual ocorre após períodos de estresse nos pomares causados por eventos climáticos extremos nos últimos anos, como ciclones, ventos de grande intensidade e geadas recorrentes. A estabilização das lavouras foi garantida pela introdução de manejo especializado e ferramentas de monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

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O suporte técnico foca no controle fitossanitário da sigatoca-amarela, principal doença fúngica que atinge os bananais, e na previsão de perdas. A perspectiva para o encerramento do ciclo aponta para a manutenção da qualidade comercial da fruta diante de um clima mais ameno, sustentando o fluxo de caixa das pequenas propriedades rurais que formam a base social da atividade no campo.

Fonte: Pensar Agro

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